Projeto de leite ao Haiti na PUC-SP, com venda de quadros

Quase 80% dos haitianos não podem consumir leite de vaca e poucos consomem o leite de cabra também.

O Comitê Pró-Haiti está desenvolvendo um projeto piloto em Pilate, uma cidadezinha do norte do país, em parceria com mais três entidades e organizações:
Paróquia da Congregação Santa Cruz em Pilate
Tèt Kole – organização camponesa
Papda – Plataforma Haitiana para um Desenvolvimento Alternativo
Cada uma delas com um papel bastante definido:
· Cabe ao Comitê promover a divulgação do projeto e fazer fundos para a compra de sete vacas leiteiras
· Cabe à paróquia de Pilate ceder o local onde as vacas serão colocadas, cuidadas e vacinadas pela equipe do padre à cabeça da congregação nessa cidade
· Cabe a organização camponesa supervisionar e orientar, baseada em sua experiência, o tratamento dado às vacas para que possam produzir leite de acordo com sua potencialidade
· Cabe à Plataforma divulgar o projeto tanto interna quanto externamente, visando apoio rumo ao sucesso dessa empreitada e para que possa ser multiplicado no país
As vacas serão propriedades da comunidade de Pilate e todas as entidades e organizações implicadas farão um trabalho solidário, sem auferir lucros.
Como continuidade, o Comitê estará trabalhando para conseguir a doação de um touro reprodutor, que cruzará com as vacas deste projeto, para dar início a uma cooperativa camponesa de gado, sob o controle da organização Tèt Kole na região norte do país.
Assim explicitado, avisamos a todos que os produtos artesanais e de arte estão à venda, pois o dinheiro será transformado em vacas de leite, e pedimos sua colaboração.

COMITÊ PRO-HAITI

Pessoal, vamos até a PUC-SP e dar uma força para o Comitê, a Lúcia Skromov, Presidente do Comitê Pro-Haiti é minha amiga e está fazendo um trabalho social no Haiti muito interessante !

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Pulseira eletrônica é Big Brother e não ressocializa preso

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto, criticou duramente a proposta de monitoramento eletrônico de presos – principalmente aqueles em regime aberto ou de liberdade condicional – que está em estudos no Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária. “Hoje é uma pulseira eletrônica, amanhã um chip, depois se estende para as crianças, para os adolescentes e, por fim, passaremos a viver num lugar Big Brother, com todo mundo sendo vigiado pelo Grande Irmão onipotente e onipresente”, sustentou Cezar Britto, durante entrevista. Para ele, o sistema da pulseira eletrônica em estudo, ao representar um agravamento além da pena, atenta também contra a ressocialização que se deve buscar para todos os presos, visando sua reintegração à sociedade.

O presidente nacional da OAB avalia que a proposta dificilmente passaria pelo crivo do Congresso Nacional, “que vai ponderar melhor e deve até evitar que seja criado esse precedente”. Na opinião dele, o monitoramento eletrônico – sistema que funciona por meio de um transmissor adaptado em uma pulseira ou tornozeleira eletrônica, enviando para um banco de dados a localização do apenado fora do presídio – fere também os princípios da intimidade e da privacidade. Cezar Britto afirmou ainda que o monitoramento eletrônico de presos contraria também o direito constitucional de ir e vir das pessoas, mesmo que sejam condenados cumprindo pena em regime aberto ou em liberdade condicional.

site da OAB Federal
Rizzolo: Isso é um assunto muito delicado e precisa de um consenso maior, me parece o início de uma tentativa de ” abocanhar ” esse mercado carcerário, vamos analisar com cuidado !

Venezuela e China fazem acordo para construir refinarias

A Venezuela e a China anunciaram a formação de empresas mistas entre os dois países para a construção e operação de refinarias e distribuição de petróleo. Pelo acordo, serão construídas inicialmente três refinarias, uma na Venezuela e outras duas no país asiático. A criação das empresas – sob a direção das estatais PDVSA CNPS – foi anunciada após encontro do presidente Hugo Chávez com o representante do governo chinês Li Changchun, realizado em Caracas.

Chávez afirmou que o seu país não mantinha nenhuma relação comercial com a China, entretanto, desde o ano passado, foram comercializados 300 mil barris de petróleo por dia; para este ano a produção esta prevista para 500 mil barris diários. O objetivo é chegar a produção de 1 milhão de barris diários até 2012.

O presidente venezuelano destacou que, nos acordos, determinou-se a ampliação de maneira acelerada da participação e presença da estatal petroleira chinesa CNPC (Corporação Nacional de Petróleo da China) na faixa petrolífera de Orinoco, bacias de petróleo recentemente descobertas e ainda pouco exploradas, manifestando à delegação chinesa que “esta é a maior reserva de petróleo conhecida do mundo”.

“Isto é algo de suma importância. Trata-se da China abrir espaços à Venezuela para refinar e distribuir o petróleo em conjunto entre a CNPC e a PDVSA”, destacou Chávez.

Chávez explicou que as estatais se encarregarão da exploração, perfuração, exportação refinação e distribuição do petróleo; este último, com a formação de uma empresa com uma “superfrota” de navios petroleiros para transportar o petróleo até o país asiático.

“Não é necessário ser um império para ser grande. A China é um país grande, é uma potência, mas não é um império, mas sim, um povo e um governo revolucionário que segue os princípios de Mao Tse Tung, e isso nos irmana ainda mais com a China”, afirmou o presidente venezuelano.

Chávez agradeceu a confiança e a rapidez com que a China respondeu aos acordos e indicou que “este é o combustível que impulsiona e acelera outros projetos binacionais em áreas não petroleiras”, destacando a “larga trajetória” de Li Changchun “nas suas lutas junto ao povo chinês e ao Partido Comunista”.

Em resposta, Li Changchun, que é membro do Comitê Central do PCC, expressou sua satisfação pela reativação das relações diplomáticas com a Venezuela, e assegurou que estes acordos permitiram um fortalecimento de uma relação estratégica, e desdobraram na cooperação em diversos setores. “O futuro de nossas nações será melhor”, complementou.

do Jornal Hora do Povo

Rabino Sobel ? Que é isso companheiro ?

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Henry Sobel é preso nos EUA por furto de gravatas
Da Agência Estado

O rabino Henry I. Sobel, 63 anos, líder da comunidade judaica de São Paulo, foi preso na sexta-feira passada nos Estados Unidos por acusação de furto em lojas, informou a polícia. Um empregado da exclusiva loja Louis Vuitton chamou a polícia depois de suspeitar do comportamento de um freguês. Ao reverem as imagens da câmera de vigilância da loja perceberam que o homem havia pego uma gravata, a dobrou e saiu do estabelecimento sem fazer o pagamento devido.

A polícia avistou o homem andando na Worth Avenue, em Palm Beach Flórida, e o deteve. O homem, posteriormente identificado como Henry I. Sobel, negou que tivesse subtraído algo da Louis Vuitton, mas mesmo assim ofereceu pagar pela gravata. Finalmente ele assumiu ter pego a gravata e confessou que ela estava num a sacola em seu carro.

Numa sacola no veículo, a polícia encontrou quatro outras gravatas, da Louis Vuitton, da Giorgio’s, da Gucci e da Giorgio Armani, e Sobel teria admitido ter furtado todas elas, segundo a polícia. Ele foi preso e acusado de furto em loja. O valor total das gravatas era de US$ 680. Sobel, que tem a nacionalidade americana, pagou uma fiança de US$ 3.000 e foi libertado no sábado, depois de ter sido devidamente fichado.

O Rabino Sobel sempre foi um grande amigo meu , até outro dia eu e a Tatá encontramos com ele no shopping Higienópolis, e conversamos muito, o que estranhei é que ele estava sem Kipá, e meio “estranho” ,com certeza ele deve estar com algum problema (estar “Michiguine” ), é a única explicação de bom senso que tenho e que a comunidade judaica deve ter, não deve estar no seu estado mental normal. É uma pena !

Live Rizzolo

A hipocrisia dos marajás da mídia

Há poucos dias o presidente Lula afirmou que aqueles que se dedicam a administração pública quando poderiam ganhar salários muito mais altos na iniciativa privada são “heróis”. Realmente. Além do salário baixo, você, leitor que não é funcionário público ou mandatário de cargo público, já imaginou a chatice de, a cada aumento de salário, agüentar aqueles hipócritas que vivem berrando que você ganha muito? Agüentar esses fariseus que, enquanto propalam que os outros estão ganhando fortunas, enchem o forâmen de dinheiro? Deve ser de amargar.

Os deputados querem, no momento, um aumento de 26%, numa situação em que seu salário-básico real é o menor de toda a História da República, porque em 8 anos de governo tucano, deu-se preferência a corromper, e não a reajustar o salário dos parlamentares. Com esse aumento, o salário-básico na Câmara passaria de R$ 12.487 para R$ 16.250.

Enquanto isso, nossas fontes na Globo revelam que o ilustre sr. Ali Kamel, por exemplo, capataz dos seus telejornais, fatura mensalmente seus R$ 120 mil, fora as bonificações que os diretores da empresa dos Marinho recebem quando diminuem as despesas de seu departamento, ou seja, quando conseguem cortar o salário ou o emprego dos outros. Como se dizia antigamente, trata-se de um salário das arábias – o que não impede o sr. Kamel de ficar, através dos locutores de telejornal, acusando deputados que ganham 10% do que ele ganha, por desejarem passar a ganhar 15% dos seus proventos.

Já o Bonner, aquela flor de pessoa, um sujeito que sabe tudo sobre tudo o que não sabe, ganha R$ 80 mil, é verdade que como “pessoa jurídica” (é só olhar com atenção que a gente percebe que ele não pode ser uma pessoa física). Sua esposa, aliás muito mais interessante, quer dizer, mais capaz no trabalho (esta, sim, tem cara de pessoa física), ganha a metade. Certamente, mais justo seria se ela ganhasse o dobro. Mas, o que importa aqui é que dois Bonner valem um Kamel: a família fatura mensalmente pelo menos R$ 120 mil.

Perguntaria algum marciano de bom senso, recém-chegado à Terra, informado dos salários do Kamel e dos Bonner e de que boa parte dos trabalhadores recebe R$ 350, assim como que o brasileiro que vence uma eleição para a Câmara – e só 513 conseguem, em 180 milhões de pessoas – recebe R$ 12.487: “mas, para ganharem tanto, esses cavalheiros e essa dama devem ser muito competentes, não é?” (como se sabe, o regime dominante em Marte é a meritocracia).

Acertou em cheio. O Kamel, por exemplo. Que incríveis reportagens! Que revelações tremendas, verdadeiras e precisas que seu trabalho desencavou! Quanto o país deve a ele por seu destemor em prol da coletividade!

A senhora nunca ouviu falar disso, leitora? Pois é, nós também não. Mas existe a sua famosa tese de que não há racismo no Brasil, apenas diferenças de renda entre negros e brancos. Uma descoberta espetacular. Só tem o problema de não ser jornalismo, mas apenas ignorância crassa – e interessada -, do tipo que em pleno século XXI é capaz de isolar em compartimentos estanques as questões sociais, econômicas e ideológicas. Se ele escrevesse isso há 160 anos, seria uma idiotice. Hoje, até como estupidez, é uma banalidade, pois já houve centenas de tentativas semelhantes, ainda que ninguém lembre mais nem o nome dos seus autores.

Quanto aos Bonner, não há dúvida de que eles são competentes no que fazem: ler textos que outros escreveram, de acordo com o interesse do patrão. Pode ser que eles façam outras coisas, mas o que justifica esse salário é essa capacidade de ler aquelas coisas sem corar de vergonha, e empostando a voz para dar força a elas. Mas, diria o marciano de bom senso: “quantas pessoas no Brasil ganham tanto apenas por ser alfabetizadas?”.

Fonte Jornal Hora do Povo

Comandante da Marinha quer dobrar o número de navios-patrulhas

O Comandante da Marinha, almirante Júlio Soares de Moura Neto, aposta no reaparelhamento das Forças Armadas para que a Força cumpra com seu objetivo de “garantir os interesses do Brasil no mar”.

“A Marinha não quer nada mais do que ter os meios necessários para cumprir o que está previsto na Constituição e nas leis complementares”, declarou o almirante, destacando que houve uma melhora no primeiro mandato do presidente Lula, “mas, ainda é um orçamento inferior às necessidades da Marinha. São necessários valores em torno de R$ 1,6 bilhão para mantermos a Força”, disse o almirante, em entrevista ao Estadão. “Este ano estamos começando com R$ 1,25 bilhão”.

“Temos uma costa de 8,5 mil quilômetros e pelo mar trafegamos 95% do nosso comércio exterior. São US$ 200 bilhões anuais. Temos de estar prontos para garantir a soberania e os interesses do Brasil no mar e hoje a Marinha está com meios insuficientes para isso. Hoje temos cerca de 20 navios fazendo patrulha e precisaríamos de pelo menos o dobro”, esclareceu.

Respondendo provocação sobre o presidente Hugo Chávez, o Comandante foi enfático: “O Brasil e a Venezuela têm relações muito boas e não temos nenhum temor específico quanto a nenhum dos países da América do Sul. Mas temos de estar prontos, com poder militar, para que qualquer país que pense em tentar prejudicar o Brasil saiba que terá que pagar um preço caro por isso”. “Estou preocupado em ter meios para cumprir a missão constitucional e termos capacidade de dissuadir qualquer aventura de qualquer país do mundo”.

Artigo Jornal Hora do Povo