Lupi: crescimento de emprego formal reflete a implantação do PAC

Empregos com carteira assinada cresceram 31,4% no mês de abril

O ministro do Trabalho e Emprego, Calos Lupi, divulgou que no mês de abril foram gerados 301.991 empregos com carteira assinada, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), representando um aumento de 31,4% sobre os 229.803 gerados em igual mês de 2006. Para o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, o resultado é um sinal claro da recuperação da expansão econômica, com os primeiros reflexos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Considerado como o melhor mês de toda a série histórica do CAGED desde 1992, ao comentar o resultado o ministro do Trabalho afirmou que os números já refletem a implementação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “Esses números mostram dados reais da influência do PAC na geração de empregos”, disse Carlos Lupi citando como exemplo da expansão as encomendas de navios da Petrobrás e a construção de aeroportos.

Somente nos quatro primeiros meses deste ano foram criados 701.619 postos, sendo que nos últimos 12 meses foram abertos 1.360.799 empregos formais no país. “Estamos numa era de continuidade de crescimento e isso nos leva a acreditar que poderemos ultrapassar o recorde histórico de empregos criados no setor formal de 2004”, afirmou Lupi.

Todos os ramos industriais apresentaram saldos positivos em abril. O setor que mais abriu vagas com carteira assinada foi o da Indústria de Transformação, com a criação de 103.763 postos de trabalho. Batendo recorde histórico, a geração de emprego na Construção Civil superou em 111% o saldo de abril de 2001, sobretudo graças aos projetos de grande porte como obras viárias.
Hora do Povo

Obs. E tem gente que quer destruir o único patrimônio do trabalhor apoiando a “Emenda safada 3″ são os exploradores de sempre, de plantão, só esperando a oportunidade para dar o ” bote “, será que esses empresários ainda não se sensibilizaram com a miséria do povo brasileiro ? Ou rasgar a CLT é o grande sonho da elite descompromissada ?

A crítica dos advogados à Justiça

A Folha de hoje registra na matéria “Advogados criticam decisões do Judiciário em ações da PF” (só para assinantes), um documento assinado por advogados criminalistas entregue ao ministro Raphael de Barros Monteiro Filho, presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), manifestando preocupação com “a forma açodada e descriteriosa com que o Judiciário tem deferido medidas de força” nas recentes operações realizadas pela Polícia Federal e com as dificuldades criadas para o exercício da defesa.

“Estamos preocupados com a ruptura da legalidade”, diz Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, autor da idéia de reunir os advogados com Barros Monteiro na semana passada. Estão previstos encontros semelhantes com a presidente do Supremo, ministra Ellen Gracie, com o procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, e com o ministro da Justiça, Tarso Genro.

“Ultrapassar os limites da legalidade é tão grave para a cidadania quanto a impunidade”, diz o documento.

Os advogados sustentam que o direito garantido ao preso de saber os motivos de sua prisão “está sendo reiteradamente descumprido” em todas as operações da PF autorizadas por juízes federais.

enviado por Zé Dirceu

Obs. Concordo com o Nobre Advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, como Coordenador da Comissão de Prerrogativas da OAB/SP acompanhei várias operaçõs de invasão de escritórios de advocacia como representandte da OAB/SP junto com a Polícia Federal com intuito de se fazer valer as prerrogativas dos acusados advogados nas operações.

Confesso que a própria Polícia Federal é zelosa no cumprimento das prerrogativas dos Advogados, e nunca tive problemas em dialogar com todos os delegados que presidiram as invasões . O problema está nos mandados de busca e apreensão e de prisão emitidos pelo Judiciário de toda parte do Brasil , são os chamados mandados ” genericos “, sem critério e inespecíficos tornando complicada a busca e apreensão por parte da Polícia Federal, e a defesa, isso é preocupante e pode sim passar os limites da legalidade. Agora quanto a Polícia Federal em relação às prerrogativas não tenho que me queixar.

Dois trens interligam Coréia do Sul e Coréia Popular após 56 anos

Dois trens interligaram a Coréia Popular e a Coréia do Sul na quinta-feira, 17, em um novo passo no processo de reunificação da nação coreana, dividida desde o término da guerra de agressão dos EUA em 1953. Os dois trens em viagem de teste, com 100 sul-coreanos e 50 norte-coreanos a bordo, cruzaram ao mesmo tempo a Linha de Demarcação Militar (LDM) que divide o país.

O trem da Coréia Popular partiu da estação da Juventude em Kumgangsan, percorrendo 25,5 km pela linha férrea Donghae, ao leste da península, para alcançar a estação de Jejin, na Coréia do Sul. No mesmo horário, 11:30 da manhã, hora local, o outro trem, pela linha Gyeongui a oeste, partiu da estação de Musan, na Coréia do Sul para chegar à cidade de Kaesong, na República Popular Democrática da Coréia (RPDC), percorrendo 27,3 km. As linhas Donghae e Gyeongui foram cortadas em 1950 e 1951, respectivamente.

Em ambos os trens viajaram autoridades e lideranças dos dois lados, como o ministro de Ferrovias da RPDC, Kim Yong-Sam, e o titular sul-coreano de Construção e Transportes, Ri Jae Jong.

Kim Yong-Sam declarou que “foi necessário mais de meio século para cruzar esta curta distância de cerca de 20 quilômetros, por isso deve-se impedir o fechamento destas ferrovias” e que “esse passo impulsione a reunificação da Pensínula Coreana”.

“O que o trem leva é o nosso sonho, esperança e futuro: uma península unificada”, afirmou o ministro de Unificação sul-coreano, Lee Jae-joung, ressaltando que esta viagem servirá de ponto de partida para reduzir a tensão e impulsionar a reconciliação. O projeto de conexão das linhas férreas foi proposto na histórica cúpula entre os países no ano 2000 quando o processo de unificação foi iniciado pelo líder da Coréia Popular Kim Jong- II e pelo então presidente sul-coreano, Kim Dae-jung.
Hora do Povo

Obs. Essa interligação é emblemática e nos leva a pensar numa unificação um dia .

Rondeau pede demissão “irreversível”; Sarney faz o anúncio

O ministro das Minas e Energia, Silas Rondeau, entregou sua carta de demissão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com quem se reuniu nesta terça-feira (22). “Ele me disse que entregou a carta para deixar o cargo de maneira irrevogável”, afirmou o senador José Sarney (PMDB-AP), padrinho político de Rondeau, que desde a véspera aconselhou-o a não ficar no cargo, diante de investigações da Polícia Federal que envolvem seu nome no sistema de fraudes trazido a público pela Operação Navalha.

A assessoria de Rondeau havia informado que ele daria uma entrevista à imprensa após o encontro com Lula. No entanto, a coletiva foi cancelada, enquanto se espera a divulgação de uma nota ainda nesta terça-feira.

Fitas são do serviço de segurança do ministério

Silas Rondeau é apontado pela Operação Navalha, da Polícia Federal, como receptor de uma propina de R$ 100 mil, supostamente paga pela construtora Gautama, acusada pela PF de coordenar um esquema destinado a fraudar licitações. A PF tem gravações telefônicas e fitas de vídeo que comprovariam a acusação.

As fitas foram gravadas por câmeras do serviço de segurança do Ministério de Minas e Energia. Mostram uma funcionária da Gautama, Fátima Palmeira, entrando no ministério pelo elevador privativo no dia 13 de março. Ela carrega um envelope de cor parda, no qual a PF acredita que estavam R$ 100 mil. O dinheiro teria sido entregue a Ivo Almeida Costa, assessor especial do Ministério e uma das 46 pessoas presas na quinta-feira, quando a Operação Navalha foi deflagrada.

Ivo Costa prestou depoimento nesta terça-feira à ministra do Superior Tribunal de Justiça, Eliana Calmon, durante cerca de uma hora. Após depor, teve a prisão revogada pela ministra.

Sarney: “Ele é correto e decente”

O ministro nega ter recebido propina, embora tenha decidido responder à acusação fora do governo. Ele argumenta que foi o responsável pela entrada da Polícia Federal nos gabinetes do Ministério, tão logo tomou conhecimento das investigações das PF, a quem diz ter fornecido vários documentos.

“Acho correto porque ele é correto e decente e tem o dever de deixar o presidente Lula numa situação confortável”, afirmou Sarney. Segundo informou a jornalista Cristiana Lôbo, da Globo News, o senador já apresentou nomes para suceder Rondeau.

Antes de se reunir com o ministro demissionário, Lula esteve com Sarney e com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que também bancou a participação de Rondeau nas Minas e Energia.

O ministro demissionário, maranhense como Sarney, assumiu a pasta das Minas e Energia em 2005, quando Dilma Roussef foi promovida a titular da Casa Civil. É visto como um técnico, mas fazia parte da cota de ministros indicados pelo PMDB na reforma partidária deste ano.

Para Lula, PF deve “ir fundo, doa a quem doer”

A saída de Rondeau foi confirmada pelo governo federal por meio de nota à imprensa do Ministério de Minas e Energia. Na reunião do ministro demissionário com o presidente Lula, no Palácio do Planalto, participaram também os titulares da Justiça, Tarso Genro, e da Casa Civil, Dilma Rousseff. Chegou a ser cogitado, segundo observadores, um afastamento temporário, durante a investigação, hipótese desmentida pelo anúncio feito por Sarney.

Horas antes da reunião com Rondeau, Lula fez mais uma defesa da atuação da Polícia Federal. “As investigações têm que ir fundo, doa a quem doer”, disse Lula aos ministros da coordenação, segundo uma fonte oficial do Palácio do Planalto citada pela agência Reuters.

Da redação, com agências

Site do PC do B

Obs. A saída de Rondeau evita constrangimentos, é claro, que por hora , de acordo com o delegado Renato Porciúncula que preside o inquérito, tudo são hipóteses e indícios, mas os golpistas já querem atingir a coalização feita por Lula que envolve pessoas como Sarney.