Renan agora é alvo dos golpistas

Antes de comentar qualquer fato sobre as denúncias sem embassamento probatório de cunho puramente golpista da revista Veja contra Renan Calheiros vamos ler novamente o artigo do Jornal Hora do Povo quando ela ataca a esquerda do PMDB, observem o “modos operandi ” dessa nobre revista da editôra 1º de abril.

trecho do Jornal Hora do Povo

” Essa histeria verdadeiramente mussoliniana ( agora sobre o caso Renan ) não é diferente da difamação contra Ulysses, retratado como louco, das falsificações contra Ibsen Pinheiro, contra o qual a “Veja” forjou uma prova para condenar um inocente, e das infâmias contra o presidente Lula e sua família. Atendo-se ao último caso, porque é o mais atual, a “Veja” é o único lugar onde um picareta como Mainardi pode escrever coisas como: “Se [Lula] perder, tem de ser cassado. Se ele ganhar, tem de ser cassado. (…) eu sou golpista”; “os cangaceiros entraram para o imaginário nordestino. Por isso Lula foi reeleito. Mas um dia tudo muda. Como eu sei? A marca de suor na camisa do porteiro mostrava uma cabeça degolada”; “se Lula disse, uma certeza a gente pode ter: é mentira”; “o lulismo realmente ganhou o mundo. Em sua forma mais autêntica: o dinheiro sujo”; ou, escondendo-se atrás do escritor americano Henry David Thoreau: “o eleitor é um cavalo. (…) o eleitor é um cachorro. Eu repito, citando Thoreau: o eleitor é um cavalo, o eleitor é um cachorro, o eleitor é um cavalo, o eleitor é um cachorro, o eleitor é um cavalo, o eleitor é um cachorro. Insulte o eleitor”.

Certamente que isso é totalmente incompatível com uma imprensa democrática e, de resto, com a própria democracia. Assim como a campanha golpista empreendida por “Veja” contra o governo Lula, ao longo de quase dois anos. É, portanto, algo pouco surpreendente que “Veja” estrebuche porque não consegue apagar do mapa órgãos da imprensa democrática, como a “Hora do Povo”. Não é uma novidade: o fascismo sempre foi incompatível com a democracia.

No entanto, com o dinheiro americano e dos racistas sul-africanos lhe enchendo as burras (v. matéria na pág. 6), a “Veja” e seus donos deveriam estar contentes com a vida que levam. No entanto, não estão. Por quê? Porque de nada vale a sua disposição de prestar serviços a qualquer quadrilha estrangeira, se eles não surtem efeito.

Pois foi exatamente o que aconteceu – e está acontecendo. Durante décadas as forças nacionais, os setores vivos do país, lutaram por uma união que permitisse ao povo brasileiro reconstruir a Nação. Ou seja, que permitisse fazer do Brasil uma grande nação, desenvolvida, justa, independente. A “Veja” sempre foi a ponta de lança raivosa da reação, a difamar as lideranças democráticas, a pregar o atraso e a submissão sem limites e sem freios.

Esta é a razão pela qual um dos “perigos” que ela enxerga no MR8 é ter ficado dentro do PMDB. Pois essa foi a forma que o Movimento achou que era a melhor para lutar pela unidade de todos os brasileiros por um país soberano.

Essa luta dos democratas e patriotas brasileiros foi inteiramente vitoriosa. O que temos hoje, no governo Lula, é um grau de unidade jamais conseguido em nossa História . Existem, agora, todas as condições políticas para mudar o país.

Mas isso significa, por outro lado, que o espaço para os acólitos do atraso e da submissão diminuiu tremendamente. Daí o destempero da “Veja”, colocando para fora, como os abcessos quando são espremidos, o pus acumulado em anos. Não todo ele, que ainda há muito. Mas o que já saiu não é pouca porcaria. Convenhamos que chamar Che Guevara de “um dos mais frios assassinos da história” e xingar os que participaram da luta armada contra a ditadura de “terroristas”, ao modo do falecido delegado Fleury, não é coisa só de fascista. É coisa de fascista retardado.

Mesmo há 40 anos atrás esse tipo de idiotice só era possível porque existia uma ditadura feroz. Porém, mesmo a ditadura mudou, e, em seguida, desapareceu. A História já resolveu, há muito, essas questões. Hoje, é a “Veja” que acusa os militares pela ditadura, não os que participaram da luta armada. Nesse caso, não é apenas cinismo. A bem da verdade, os militares foram responsáveis pelo que houve de desenvolvimento e progresso durante a ditadura – e isso é tudo o que a “Veja” mais odeia: que o Brasil tenha se desenvolvido e possa se desenvolver”.

Jornal Hora do Povo

Obs.Por essas razões, e por muitas outras acreditar que Renan se vendeu ao Gotijo por um aluguelzinho de 4.500,00 reais, que Sarney depois de tudo que foi ia se sujar por um cara ” mixo ” como Zuleido, é ser muito ingênuo, o que a revista pretente é atacar a coalização do PMDB, feita em torno de Lula, é o golpe da direita reacionária, que não aceita estar por baixo de um governo progressista.

Puro desepero ,observe que de acordo com o artigo do HP Veja ataca também os militares diz o trecho do jornal ” Hoje, é a “Veja” que acusa os militares pela ditadura, não os que participaram da luta armada. Nesse caso, não é apenas cinismo. A bem da verdade, os militares foram responsáveis pelo que houve de desenvolvimento e progresso durante a ditadura – e isso é tudo o que a “Veja” mais odeia: que o Brasil tenha se desenvolvido e possa se desenvolver”.

Em conversa com jornalistas, o presidente Lula também fez um breve comentário: “Aprendi neste período todo que pobre de quem fizer o julgamento de uma pessoa por uma matéria. Essas coisas têm que ter um processo, têm que ter uma investigação, têm que ter a chance daquele acusado de prestar as explicações”.

As cautelas nos meios políticos, mesmo em meios hostis a Renan Calheiros, ficam reforçadas dado o histórico da Veja em matéria de denúncias. A revista já trouxe em sua capa ”revelações” como a de que Cuba enviou milhões de dólares em dinheiro vivo para financiar a campanha presidencial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (o dinheiro foi transportado em um jatinho, dentro de caixas de uísque, dizia a reportagem), ou de que as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) prometeram US$ 5 milhões com o mesmo objetivo. A abundâncuia e o teor duvidoso das acusações terminaram por debilitar sua credibilidade, e ensejaram iniciativas como o ”Dossiê (anti) Veja” lançado em outubro de 2006 pelo site http://www.novae.inf.br (clique aqui para ver).

Veja a entrevista no site Fazendo Media do Jornaleiro Fabio Marinho que decidiu não mais vender VEJA de tão revoltado com a Editora 1º de Abril ( dia da mentira )

Acho que já tá bom né ?

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