Tasso Azevedo anuncia a privatização do 1º milhão de hectares da Amazônia

O Serviço Florestal Brasileiro (SFB), dirigido pelo ex-secretário-executivo da Ong Imaflora, Tasso Azevedo, anunciou a abertura de consultas públicas para o leilão do primeiro milhão de hectares de florestas nacionais sob a égide da controversa Lei de Gestão de Florestas Publicas (LGFP).

A lei, baseada em um programa conhecido como Iniciativa de Estocolmo sobre Segurança e Governança Global (IESGG), elaborado pelo G7, prevê que qualquer pessoa jurídica ou empresa possa arrendar o seu pedaço das florestas brasileiras, desde que esteja “constituída sob as leis brasileiras e que tenham sede e administração no país” por até 40 anos.

Em seu Artigo 19, a lei de Florestas Públicas abre uma brecha para que multinacionais como, por exemplo, a Ford e o Bank of Boston, assumam o controle do nosso bem público mais valioso, as florestas brasileiras, que juntas equivalem a 23% do território nacional.

O diretor do órgão incubido de realizar as licitações, Tasso Azevedo, também diretor do Programa Nacional de Florestas (PNF), foi membro da equipe que formulou a primeira versão da Lei de Florestas, durante o governo FHC e sob “supervisão” de ONGs estrangeiras. A Ong à qual Tasso servia na época em que foi parida a lei, a Imaflora, é financiada pela subreptícia Fundação Ford e pela Usaid, agência do Departamento de Estado Norte-Americano e conhecida por financiar, com montantes estratosféricos, projetos que defendam os interesses dos EUA pelo mundo afora.

ALEXANDRE SOUZA
Hora do Povo

Rizzolo: Eu particularmente não gosto do teor dessa Lei de Gestão de Florestas Publicas (LGFP), como narra o texto no artigo 19, a lei de Florestas Públicas abre uma brecha para que multinacionais como, por exemplo, a Ford e o Bank of Boston, assumam o controle do nosso bem público mais valioso, as florestas brasileiras, que juntas equivalem a 23% do território nacional. Isso aí começou tudo errado, acho que deveria haver um amplo debate sobre essa questão, estamos abrindo oprtunidades para que capitais internacionais assumam o controle de parte das florestas isso é um absurdo e vem na contra mão de tudo que tenho procurado demonstrar.

Qualquer Ong internacional, ou empresas multinacionais na Floresta Amazônica, não é bom , e no meu entender é a essência da falta de patriotismo , e denota má fé. Cuidado que a primeira versão da Lei de Florestas foi formulada durante o governo FHC, por aí já se vê , né.

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