IBGE: desemprego em junho cai para 9,7%

Depois de passar três meses cravado em exatos 10,1%, a taxa de desemprego medida pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) recuou para 9,7% em junho, na comparação com maio. A queda em relação a junho de 2006, foi ainda maior, de 0,7 ponto percentual, anunciou o órgão nesta quinta-feira (25). Trata-se da primeira queda na taxa de desocupação do ano, com abertura significativa de postos de trabalho: 646 mil em um ano. Mas a renda teve ligeiro declínio em relação a maio (-0,5%).

O contingente total de desempregados se manteve em 2,2 milhões de pessoas em junho. O nível da ocupação ficou em 51,3% em junho, 0,5 ponto percentual superior ao de maio e estável na comparação com junho do ano passado. Já o contingente de pessoas ocupadas, estimado em 20,8 milhões em junho, apresentou altas de 1,3%, na comparação com maio e 3,2% (o equivalente a 646 mil pessoas) em relação a junho de 2006 .

Renda caiu no mês mas subiu no ano

A Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE toma por base seis regiões metropolitanas: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Porto Alegre. Os critérios usados são distintos da pesquisa Dieese-Seade, que apontou nesta quinta-feira (25) um desemprego de 15,9% também medido em seis concentrações urbanas.

Segundo o IBGE, o rendimento médio real dos ocupados nas regiões pesquisadas (R$ 1.119,20) teve ligeiro declínio, de 0,5%, em relação a maio. Mas cresceu 2,7% na comparação com junho de 2006. Houve redução no rendimento dos empregados com carteira de trabalho assinada (R$ 1.077,50) frente a maio (-2,7%) e a junho de 2006 (-2,1%).

A massa de rendimento médio real efetivo da população ocupada 3 foi estimada em R$ 22,9 bilhões, uma alta de 0,7% em relação a abril. Frente a maio de 2006, também houve elevação (5,9%). Já o rendimento médio real domiciliar per capita (R$ 700,21) ficou estável em relação a maio e cresceu 3,3% quando comparado a de junho do ano passado.

Variações regionais

Na comparação com maio, apenas a região metropolitana de São Paulo teve variação na taxa de desocupação, que recuou 1,0 ponto percentual. Em relação a junho de 2006 , o maior recuo (2,8 pontos percentuais) ocorreu na região metropolitana do Recife, onde a taxa passou de 15,4% para 12,6%.

No que diz respeito à população desocupada (PD) , São Paulo também registrou redução (-8,0%) na comparação com maio . No confronto com junho de 2006 , além da queda do número de desocupados em Recife (-21,0%), houve aumento desse grupo na região metropolitana de Salvador (16,6%).

Dentre os desocupados, 19,8% estavam em busca do primeiro trabalho e 25,1% eram os principais responsáveis na família. Também nesse contingente, 51,2% tinham pelo menos o ensino médio concluído – proporção superior às registradas em junho de 2006 (47,7%) e junho de 2005 (46,6%).

Regionalmente, em relação a maio , o contingente de pessoas ocupadas teve movimentação significativa apenas na região metropolitana de São Paulo (2,1%); nas demais, o quadro foi de estabilidade. Na comparação anual (junho 2007/ junho 2006) , as regiões metropolitanas de Salvador (6,2%), Belo Horizonte (3,0%), Rio de Janeiro (2,5%) e São Paulo (4,1%) registraram crescimento.
Site do PC do B

Rizzolo: É um dado bom , o Brasil precisa gerar 4 milhões de empregos por ano, não há dúvida que o PAC é responsável pelo aumento e geração de emprego, muito embora os golpistas insistem na derrrubada do governo Lula, para o trabalhador o que importa é dinheiro no bolso e emprego, e isso é a base do PAC, infelizmente a política econômica direcionada à especulação não faz com que esses números melhorem ainda mais, impedindo as exportações vez que a entrada de dólares sendo grande em função do juros faz no cambio um efeito perverso dificultando alguns segmentos exportadores.

A verdade é que para o pobre que anda de ônibus, luta para alimentar sua família com seu empreguinho pouco está interessado nos alardes que os golpistas fazem em relação à ” crise aérea ” estão preocupados com emprego, salário e dinheiro no bolso, esse golpismo aéreo influência mais a elite que já não gosta do Lula, mesmo.O coitadinho do operário está mais preocupado com o onibus que ele vai tomar às 6 da tarde. Mas tem medo que o avião caia na cabeça dele, viu, belo.. ( risos..)

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