Brasil e China lançarão novo satélite em setembro

O Brasil lançará em setembro o terceiro satélite do Programa Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres, o CBERS-2B. O lançamento será a partir de Taiyuan, na China, país que desenvolve em cooperação com o Brasil o Programa CBERS.

O CBERS-2B possuiu três câmeras a bordo: CCD, WFI e HRC e foi montado, integrado e testado na sede do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) do Ministério da Ciência e Tecnologia, em São José dos Campos, São Paulo. O satélite é quase uma réplica do CBERS-2, que está em órbita e gerando imagens há três anos, e vêm para garantir que o fornecimento de imagens do CBERS-1 não seja interrompido, já que o tempo de vida útil projetada nesse satélite é de dois anos e ele funciona com êxito desde 1999.

Segundo Gilberto Câmara, diretor do INPE, além do CBERS-2B “estamos construindo mais dois satélites CBERS, gerando empregos de alta tecnologia na indústria brasileira: o CBERS-3 e o CBERS-4. E também estamos trabalhando para lançar o primeiro satélite inteiramente brasileiro, o Amazônia-1, que pretendemos concluir em 2010. Com o CBERS-3 e o Amazônia-1, o Brasil terá a capacidade ainda maior de controlar nosso território de forma soberana”, declarou.

O Programa CBERS, que já lançou dois satélites e têm programados outros três até 2011, colocou o Brasil entre as nações que detém a tecnologia do sensoriamento remoto, estratégica para o monitoramento ambiental, aplicações como mapas de queimadas e desflorestamento da região amazônica e estudos na área de desenvolvimento urbano nas grandes capitais do país.

O Brasil hoje é o maior distribuidor de imagens de satélite do mundo, graças à política de distribuição gratuita implantada em junho de 2004. Deste então, já foram distribuídas aproximadamente 290 mil imagens e cerca de 1.500 instituições utilizam as imagens do satélite sino-brasileiro.

Além da China, o governo mantém parcerias em programas de lançamento de satélites com a Índia, Ucrânia, Rússia e Estados Unidos.

Hora do Povo

Rizzolo: Uma das coisa que me dá mais satisfação e ver o desenvolvimento tecnológico brasileiro em parceria como no caso desse projeto do satélite do Programa Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres, o CBERS-2B, com a China. O projeto do primeiro satélite inteiramente brasileiro, o Amazônia-1, que pretendem concluir em 2010 levará maior controle a nossa extenção territorial e consequentemente maior controle sobre a nossa soberania. Fica patente que é disso que o Brasil precisa, desenvolvimento tecnológico nosso, e observem tudo foi construido no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) do Ministério da Ciência e Tecnologia, em São José dos Campos, São Paulo. Não há nada atualmente que o Brasil não fabrique ou construa, senão com nossa tecnologia, com parceria ou licensa.

Se nas questões que envolvem maiores tecnologias somos capazes o que dizer nas indústrias onde há menos tecnologia e que justamente estão nas mãos das transnacionais que sangram o país com remessas voltuosas de lucros auferidos a custa do mercado brasileiro. Manda esse pessoal passear ! Vamos desenvolver e prestigiar o empresário brasileiro, aquele que tem talento, e que sempre foi esquecido.

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