Forças Armadas fazem operação para defesa da Bacia de Campos

Cerca de nove mil militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica realizam, entre os dias 12 e 21 de setembro, a operação combinada Albacora na Bacia de Campos, região responsável por mais de 80% da produção nacional de petróleo.
Segundo o Ministério da Defesa, “trata-se de uma operação de guerra convencional, onde há dois países em litígio por território estrangeiro (reservas de petróleo e rotas comerciais)”.

A Operação Albacora irá realizar exercícios de controle de áreas marítimas, defesa de plataformas de petróleo e retomada de portos. Ataques e bombardeios estratégicos também serão realizados pelas Forças Armadas. Segundo o comandante de Operações Navais da Marinha, almirante Carlos Augusto Saraiva, a operação visa o treinamento das três forças para que possam atuar de forma conjunta no caso de um ataque real à soberania do país.

“Essa operação envolve algo em torno de 8.800 homens, 19 navios de guerra e 50 aeronaves. Os propósitos dessas operações são justamente incrementar interoperabilidade entre as três forças e, também, o mais importante, coletar informações de forma que possamos fazer o aperfeiçoamento da doutrina de comando combinado. E é através desse aperfeiçoamento que vamos nos preparar para, quando necessário, estarmos prontos para atuar”, afirmou o almirante Saraiva. Também haverá atuação no lançamento de pára-quedistas, operações aeromóveis e treinamentos de guerra.

Além das ações militares, em áreas específicas do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, as Formas Armadas também irão realizar ações cívico-sociais (ACISO) em municípios das regiões de atuação. As atividades envolvem atendimentos médicos e odontológicos, e aulas de primeiros socorros e higiene.
Hora do Povo

Rizzolo: Precisamos desenvolver nossa indústria bélica, voltar ao desenvolvimento tecnológico militar. Esses exercícios de controle de áreas marítimas são essenciais para nossa soberania, juntamente com as ações civico-sociais que permearão os municípios com os atendimentos médicos e odontológicos. Acredito na jovem intelectualidade militar que enxerga no patriotismo a essência do desenvolvimento social, sem ele, a auto estima de ser brasileiro é aviltada facilitando a aculturação do entreguismo levando ao desalento. Não podemos perder tempo com rancores antigos, até porque, no auge da ditadura militar os jovens oficiais de hoje nem tinham nascido.

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