Hillary Clinton apresenta projeto de saúde pública para os EUA

Hillary Clinton apresenta projeto de saúde pública para os EUA

WASHINGTON, 17 Set 2007 (AFP) – A pré-candidata presidencial democrata e ex-primeira-dama Hillary Clinton apresentou nesta segunda-feira um esperado plano de saúde pública, gerando imediatamente críticas de seus adversários.

“Aqui, nos Estados Unidos, tem gente que morre por não obter a atenção que necessitava quando ficou doente”, disse Hillary Clinton ao apresentar a iniciativa, que implica que cada americano deverá ter uma apólice de seguro de saúde.

“Acho que todos, cada homem, mulher ou criança, devem ter uma atenção médica de qualidade e acessível nos Estados Unidos”, disse.

O anúncio, realizado no estado de Iowa, teve um viés simbólico, dado que Hillary Clinton promoveu sem êxito uma reforma no sistema de saúde americano durante o governo de seu marido Bill.

O anúncio provocou a crítica imediata do pré-candidato republicano e ex-prefeito de Nova York, Rudolph Giuliani, que emitiu um comunicado chamando o projeto como “Hillarycare” e o classificando como “Medicina socializada”.

O plano de Hillary Clinton provocará um aumento dos impostos e fará com que os americanos sofram com as demoras que já padecem os pacientes do Canadá ou Grã-Bretanha, afirmou a crítica de Giuliani.
Folha online

Rizzolo: Uma famosa dirigente do setor norte-americano Gloria La Riva denunciou que mais de 80 milhões de pessoas carecem de seguro de saúde no país. Nesse exemplo de país, prevalece o modelo de assistência privada à saúde. Os planos privados cobrem a população norte-americana que está com emprego registrado, mas, mesmo assim, tem piorado tanto nos últimos anos que em regiões inteiras do país, o seguro saúde é só pró-forma, segundo a dirigente, “Hoje, existem mais cidadãos sem cobertura de saúde do que em qualquer momento posterior aos anos 60, e outros milhões de pessoas descobrem, ao adoecer, que seus seguros deixam muito a desejar”, assinalou.

Como disse o cineasta Michael Moore, nos Estados Unidos “o setor de seguros pratica uma fraude sistemática para otimizar os lucros de seus acionistas, negando cobertura aos pacientes, a pesar de que eles não têm alternativas”. A sindicalista revelou que o país mais rico do mundo só possui 135 hospitais públicos. “Pouco tempo atrás fechou suas portas o único centro deste tipo existente em Washington por falta de verbas”, relatou.

E o pior, a impressa americana não dá destaque a esses problemas, vez que a maioria que sofre, são negros e latinos, e como já disse várias vezes, as grandes redes de televisão e os jornais são porta-vozes das multinacionais. Eles não falam dos assuntos que interessam à população, falam o que interessa ao Império. É o belo exemplo de liberdade de imprensa, a democrata Hillary Clinton é mais progressista e vai tentar se eleita dar uma vertente social, mas a direitosa reacionária americana já vem com os discurso que o Tucanato adora “provocará um aumento dos impostos e fará com que os americanos sofram com as demoras que já padecem os pacientes do Canadá ou Grã-Bretanha, afirmou a crítica de Giuliani”, um Alckmin americano. Qualquer semelhança com discursos do PSDB é mera coincidência! (risos…).

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