França e Brasil saúdam e EUA reconhece o esforço de Hugo Chávez para liberar Consuelo e Clara Rojas

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, disse que “a França se alegra profundamente” com a libertação das reféns e prometeu redobrar os esforços para conseguir que a guerrilha entregue a franco-colombiana Ingrid Betancourt, seqüestrada em 2002 na mesma ocasião que Clara Rojas. “Queremos que estes esforços voltem a ser realizados para Ingrid e para o resto dos reféns”, afirmou.

O ministro das Relações Exteriores da França, Bernard Kouchner, declarou que a libertação das duas reféns “é um êxito da mediação de Chávez”.

O governo brasileiro, por meio do assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência, Marco Aurélio Garcia, declarou “estar satisfeito, porque se cumpriu o essencial: o êxito na operação humanitária, que pode abrir espaço para que outros entendimentos possam acontecer”.

Até o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Tom Casey, reconheceu o esforço de Chávez: “Damos as boas-vindas aos bons ofícios de qualquer pessoa, incluindo o presidente Chávez e qualquer outro que possa ajudar na libertação dos reféns em poder das FARC”, disse à imprensa.

O Ministério de Assuntos Exteriores espanhol divulgou um comunicado no qual parabeniza todos os que participaram das duas libertações, e, especialmente, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez.

O presidente do Equador, Rafael Correa, também felicitou em seu programa de rádio o chefe de Estado venezuelano por sua mediação no processo de libertação das reféns: “A libertação foi resultado das gestões do presidente Chávez e felizmente conseguiu culminar com total êxito. Tomara que em breve as FARC libertem muito mais reféns de forma incondicional”, ressaltou Correa.

O governo suíço também agradeceu ao presidente Hugo Chávez, “por sua colaboração que permitiu este resultado feliz. E, ao mesmo tempo, cumprimenta este gesto das FARC”, indica um comunicado do Ministério de Assuntos Exteriores.

A Secretaria de Relações Exteriores do México também felicitou em comunicado os Governos da Colômbia e Venezuela, assim como o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, pela bem-sucedida libertação das duas mulheres.
Hora do Povo

Rizzolo: Não resta a menor dúvida que o esforço foi válido e proveitoso, contudo, entendo que Chavez não deveria ir alem da sua contribuição, tomando a questão das Farc como uma bandeira, até porque, como já disse em um artigo meu, isso atrapalha o seu Socialismo do Século 21. Leia. Chavez atrapalhando o Socialismo do Século 21

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