CNI/Ibope mostra que 58% avaliam positivamente governo Lula

A avaliação positiva do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manteve estável em junho deste ano, segundo pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta segunda-feira. O governo do petista registrou avaliação positiva de 58%, assim como em março –quando o índice foi considerado o mais alto desde março de 2003, primeiro ano de Lula na Presidência da República. Somente 12% dos entrevistados avaliaram o governo federal como ruim ou péssimo, enquanto 29% consideraram a condução do governo como “regular”.

Na última edição da pesquisa CNI/Ibope, divulgada em março, 58% dos entrevistados avaliaram o governo Lula como positivo. Outros 30% consideraram o governo regular, enquanto 11% avaliaram como ruim ou péssimo. Em março de 2003, o índice de aprovação ao governo federal foi de 51% –o que foi considerado pela CNI/Ibope como um crescimento considerável para a avaliação do governo federal.

A aprovação ao presidente Lula também se manteve estável. No total, 72% dos entrevistados aprovam a maneira do presidente governar o país, assim como em marco deste ano –quando 73% aprovaram o presidente. Somente em março de 2003, a avaliação pessoal do presidente obteve índice maior, de 75%. Em junho do ano passado, a avaliação de Lula foi aprovada por apenas 66% dos entrevistados.

Numa escala de zero a 10, a pesquisa aponta nota média de 7 para o governo do presidente Lula. Na última edição da pesquisa, em março, a nota esteve tecnicamente empatada em 7,1.

Confiança

O índice de confiança no presidente Lula também se manteve estável em 68%, o mesmo patamar registrado em março. Apenas 29% dos entrevistados afirmaram que não confiam em Lula. Em dezembro do ano passado, o índice de confiança no presidente foi de 60%. Já em abril de 2006, o índice registrou 62%.

Segundo a CNI/Ibope, o movimento expressivo das avaliações positivas também repercutiu na expectativa em relação ao segundo mandato de Lula.

Dos entrevistados, 40% afirmaram que o atual mandato de Lula está sendo melhor que primeiro. O percentual dos que consideram o segundo mandato pior que o primeiro foi de 20% dos entrevistados, enquanto 38% consideram os dois mandatos semelhantes.

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre os dias 20 e 23 de junho, em 141 municípios. A margem de erro é dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Foklha online

Rizzolo: Quando analisamos os índices de avaliação do presidente Lula conseguimos ter uma noção da liderança do presidente no cenário político. Não resta a menor dúvida que Lula é um grande líder, e mais, sabe ser um líder quando desvincula sua imagem do seu próprio partido. Cabe saber se outros líderes do PT saberão seguir o caminho de Lula, como todos sabem, ficar longe da máquina petista faz bem e gera votos. Como o cenário internacional não é ruim, mas contem um componente inflacionário, nos resta saber se a inflação interna, que ainda é pouca, influenciará as próximas avaliações.

Charge do Thomate para A Cidade ( Rio Preto)

Fronteira não pode ficar “a reboque” de índios, diz general

A política indígena do governo brasileiro, complacente com a atuação de ONGs estrangeiras na fronteira amazônica, ameaça a soberania nacional. A afirmação é do general-de-brigada Luiz Eduardo Rocha Paiva, comandante de 2004 a 2006 da escola que prepara os oficiais superiores do Exército.

Paiva, 56, endossou em entrevista à Folha as críticas do general Augusto Heleno, responsável pelo CMA (Comando Militar da Amazônia), quando eclodiu o conflito entre arrozeiros e índios na reserva Raposa/Serra do Sol (Roraima).

“Eu acho que na faixa de fronteira tem que ter cidades, vilas, comércio. A terra indígena impede o surgimento. Somos 190 milhões de habitantes. Não podemos ficar a reboque de 700 mil [índios]”, disse.

O general acha que, como estão pouco povoadas, as reservas na área de fronteira podem virar territórios autônomos: “Se o brasileiro não-índio não pode entrar nessas reservas, daqui a algumas décadas a população vai ser de indígenas que, para mim, são brasileiros, mas para as ONGs não são. Eles podem pleitear inclusive a soberania”.

Paiva afirma que o Estado “não se faz presente”. “A Amazônia não está ocupada. É um vazio. Alguém vai vir e vai ocupar. Se o governo não está junto com as populações indígenas, tem uma ONG que ocupa.general-de-brigada Luiz Eduardo Rocha Paiva
O risco maior, segundo o general, está na região entre Roraima e Amapá, devido à influência de Inglaterra (sobre a Guiana), França (Guiana Francesa) e Holanda (Suriname) e aos interesses dos EUA. “Eu acho que podemos perfeitamente caracterizar a ameaça e dizer o nome desses atores.”

Na fronteira com a Venezuela e com a Guiana, na região da Raposa/Serra do Sol, o Exército mantém pelotões especiais, mas o general diz que isso de pouco adianta. “O pelotão de fronteira não defende nada. É preciso uma ação de presença importante, mas para vivificar. Vivificar com gente brasileira, inclusive com o índio.”

Paiva, que passou à reserva em julho passado, disse que “a cobiça pelas riquezas” da Amazônia é o assunto principal da Eceme (Escola de Comando e Estado-Maior do Exército), que fica no Rio de Janeiro.

“Quando eu cheguei ao comando da escola, já era o assunto mais importante. Eu continuei estimulando para que o assunto mais importante, a ser estudado, fosse a Amazônia em relação à ameaça”, afirmou.

As idéias do general ainda circulam no meio militar. Ele deve publicar em breve artigo sobre ameaça à Amazônia na revista “Idéias em Destaque” do Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica. Em 2006, o general publicou um artigo na revista da Eceme sobre “vulnerabilidade, cobiça e ameaça” à Amazônia. O material foi republicado na edição de março e abril na “Military Review”, edição brasileira.
Folha online

Rizzolo: As afirmações do general-de-brigada Luiz Eduardo Rocha Paiva são extremamente procedentes, e vão de encontro com uma visão não só militar já expressada pelo general Heleno, como também de milhões de brasileiros preocupados com essa política indigenista irresponsável. Não é possível que um pequeno grupo no governo tenha a força suficiente de impor uma situação de perigo em termos de soberania à nação. A serviço de quem e para que insistem naquilo que é obviamente perigoso ?

Não se trata de nacionalismo ou profecias do apocalipse, apenas de bom senso, de visão estratégica, e de patriotismo. O índio é tão brasileiro quanto qualquer cidadão, a promoção populacional de brasileiros, de pessoas que integram a nação brasileira, sem distinção de etnia nas áreas fronteiriças, é sem dúvida a melhor forma de demarcarmos o que é e pertence ao povo brasileiro, ou seja, o nosso território.

O pior, no meu entender, é o desprezo do governo por essa minha corrente de opinião, que concorda com as afirmações do general; não aceitam e reagem de forma veemente na defesa dos absurdos direitos indigenistas, pavimentando dessa forma um problema que como afirmou o general Paiva, poderá surgir, ou seja, os índios no futuro, sob influência externa, pleitear a soberania. Só não enxerga quem não quer.

Sob imagem de Lula, Marta lança candidatura em São Paulo

Sob o slogan “Deixa ela trabalhar”, em referência ao slogan do presidente Lula, Marta Suplicy (PT) e Aldo Rebelo (PCdoB) tiveram a chapa homologada neste domingo (29), em convenção para concorrer à Prefeitura de São Paulo, nas eleições municipais de 2008.

Sem as presenças de Paulo Pereira da Silva (PDT), o Paulinho da Força, e do presidente Lula, a convenção trouxe cerca de 1.300 pessoas ao Expo Barra Funda, zona oeste da capital paulista. “Lula não pode antecipar o processo eleitoral, mas estará ao lado de Marta nessa campanha. O segundo governo de Marta será ainda melhor do que o primeiro”, disse o senador Aloizio Mercadante.

A candidatura foi homologada com Marta e Aldo à frente de uma foto da candidata com o presidente Lula.

As bandeiras da chapa, batizada como “Uma nova atitude para São Paulo”, são o transporte e a educação e Marta também garantiu que vai continuar os projetos de quando foi prefeita da cidade, como o Bilhete Único e os CEUS.

O deputado federal e petista Jilmar Tatto afirmou que o racha entre o PSDB e o DEM favorece a vitória de Marta. “Vamos ganhar”, disse ele na convenção. Sobre a aliança com o bloquinho (PCdoB, PSB, PDT, PTN, PRB), Tatto afirmou que a chapa é ideal, principalmente quando se pensa em 2010, ano da eleição presidencial.

Rejeição
Na última pesquisa do Ibope, de 25 de junho, Marta aparece com 31% das intenções de voto. Geraldo Alckmin, do PSDB, aparece com 25%. Tecnicamente, há um empate entre os dois candidatos porque a margem de erro da pesquisa é de quatro pontos, para mais ou para menos. Marta é também a candidata que tem o maior índice de rejeição. De acordo com a pesquisa, ela é rejeitada por 32% dos entrevistados.

Sobre esse índice de rejeição, Jilmar Tatto, durante a convenção, disse que é natural. “O PT é um partido polêmico, mas a campanha buscará reverter isso”, disse.

Folha Online

Rizzolo:
Realmente a candidatura de Marta é marcada por contradições, e por alianças no mínimo problemáticas. Figuras como Paulinho da Força ao seu lado, prejudicam sua imagem. Mais, a sucessão de escândalos envolvendo o PT, desgastou a imagem do partido em si. Quem tem a popularidade é Lula, não o PT. O que precisamos ver, é até que ponto Lula consegue transferir votos a Marta.

Hoje a política brasileira sofre um desgaste do ponto de vista moral, e ético. Marta ao se juntar e fazer-se se apoiada por pessoas maculadas, aumenta a rejeição em relação à sua candidatura. Como já disse anteriormente, até Lula já se descolou do PT, talvez isso seja o que Marta chama de “partido polêmico”, fazendo uso de um eufemismo para justificar uma realidade que todos sabem: o PT hoje é um ” partido desgastado”. Isso aí “sob a imagem de Lula e a neblina do PT”

Caminhando e Fazendo Amizade com Deus

Fazia muito tempo que eu não o via, afinal ele morava nos EUA e poucas eram as oportunidades de estarmos juntos. Mas naquele mês de julho ele viria para cá, e poderíamos enfim relembrar quando ainda éramos pequenos, os momentos de risadas incontroláveis quando escondíamos os chapéus dos religiosos naquele bairro judaico pobre do Brooklyn.

Como de costume juntei uns amigos e contei sobre meu primo Henry, disse-lhes que gostaria de fazer uma pequena reunião com ” luz estroboscópica” aos sons de Led Zeppilin, afinal tinha eu apenas 16 anos e nessa época o essencial era a “Luz Negra” o som estéreo do gravador AKAI de rolo, cuba libre e outras coisas que meus amigos fumavam, mas eu não.

Henry chegou num sábado de manhã, fomos buscá-lo no ” aeroporto internacional de Viracopos “, foi o máximo, meu amigo o Tuca já tinha carta e carro, e fomos rindo ao som de muito rock em direção à Campinas. Ao chegar Henry não tardou a aparecer, magro, tímido, completamente diferente de nós. Logo percebi que meus amigos o acharam ” careta” e o deixaram de lado. À noite a festa foi ótima, cheio de ” mina” muita cuba libre, e eu entretido com meus amigos e amigas, pouca atenção dei à Henry. Passaram-se os dias e percebi que aquele Henry já não era mais o mesmo, não existia mais o riso espontâneo, as conversas engraçadas, a espontaneidade.

Um dia antes de partir não resisti e perguntei a ele se estava tudo bem, e que eu o achava um pouco triste. Ele me olhou e disse Fer, estou com câncer, tenho um linfoma, não vou mais do que três meses viver, vim aqui apenas me despedir de você. Meus olhos encheram de lágrima, jamis poderia imaginar isso; mas não contei nada a ninguém, afinal era um pedido dele. Naquela noite pensei sobre as coisas que perdemos na vida, na fragilidade da na vida em si. Estava muito triste e transtornado, só me restava pedir a Deus pelo meu primo, que sozinho dormia no quarto de hóspedes envolto a sua bagagem e suas revistas.

Numa tentativa de entender pela primeira vez, o que é estar com uma pessoa e de repente perdê-la em função da morte, procurei falar com Deus. Mas por incrível que pareça naquela noite ele se ocultou de mim. Não conseguia visualiza-lo, o que era fácil para mim nos momentos felizes, naquela noite eu não o enxergava, não conseguia me conectar. Mergulhei então na solidão do meu quarto e tentei dormir. Henry partiu dois dias após, e realmente faleceu depois de 4 meses.

Na manhã em que soube de sua morte, fiquei chocado, decidi novamente encontrar Deus, afinal ele não podia ter desaparecido da minha mente, ele tinha que me dar uma resposta, ele tinha que me reconfortar, mas eu fechava os olhos e vinha tudo menos Deus. Foi quando então, olhei para a prateleira do meu quarto e vi o meu ” Keddis” que hoje chama-se tênis, algo dentro de mim, dizia que eu tinha que coloca-lo. Sim, colocá-lo e sair. Mas sair para onde? Perguntei-me, e logo algo me disse : apenas caminhar…. caminhe….

Assim então decidi fazer, num gesto rápido coloquei o tênis, um abrigo, uma camiseta e saí em direção a uma floresta de eucalipto que existia atrás da minha casa no Bairro de Indianópolis, São Paulo. Sozinho caminhava em passos firmes, e olhava a terra preta que se misturava ao cheiro de eucalipto margeando o famoso córrego da Traição. Foi ali então que ao olhar as árvores e um raio de luz do sol que cortava as folhas, percebi o que Deus queria dizer com aquilo tudo. Henry foi um amigo, que eu não fui capaz de reconhece-lo, veio de longe e muito antes de me contar sobre sua doença eu já o havia ignorado, o havia trocado pelos meus amigos mais divertidos. Só dei valor a sua amizade quando o perdi.

A resposta surgia de forma clara, Deus também por alguns dias desapareceu para mim, me deixou só para refletir, me mostrou a sensação da perda na mesma intensidade do sentimento que de uma forma ou de outra Henry sentiu sendo desprezado pelas minhas atitudes. A lição era clara, quando não retribuímos a amizade, a caridade, o amor, geramos o que a cabala refere-se como um “anjo mau”, e Deus quando olha para nós, para a nossa vida, também olha só para o nosso lado mau, se distanciando, desaparecendo.

Compreendi mais tarde que muito da presença de Deus nas nossas vidas, se dá pela vontade de não nos afastarmos dele através dos nossos gestos. Desde aquela época caminho muito sozinho principalmente quando Ele (Deus) foge de mim; aí coloco meu tênis, meu headphone, corro pelo Parque e tento fazer amizade com ele novamente, sinto que ele gosta dos que correm, dos que caminham, dos que procuram receber sua luz. Se você está triste, se perdeu alguém que amava, se não vê sentido mais na vida, tente isso, e lembre-se que existem muitas outras formas de expressar sua religiosidade, caminhar e tentar fazer amizade com Deus é uma delas. Boa caminhada para você neste final de semana, e fique com Deus.

Fernando Rizzolo

Charge do Novaes, caricatura do Rizzolo

Em defesa da Carteira Previdenciária dos advogados do IPESP

As reformas previdenciárias feitas nos últimos anos no Brasil, representadas pelas Emendas Constitucionais, tanto do atual governo federal como do seu antecessor, trouxeram danos gravíssimos aos trabalhadores da iniciativa privada e serviços públicos, elevando o tempo de contribuição e a idade mínima para a aposentadoria jogando sobre eles o ônus da sonegação ” que já passa dos R$ 100 bilhões ” de empresas e governos, os verdadeiros responsáveis pela crise previdenciária.

Dentro desse contexto, no Estado de São Paulo, maior ente federativo da União, mais de 40 mil advogados estão sendo penalizados e submetidos às incertezas, angústias e insegurança sobre o destino da Carteira Previdenciária do Ipesp, que foi duramente golpeada com a Emenda Constitucional 45/04, patrocinada pelo governo federal, quando canalizou a destinação das custas processuais exclusivamente para o Poder Judiciário, e as Leis Estaduais 11.608/03, que acabou com o repasse da taxa judiciária para a carteira de previdência dos advogados administrada pelo Ipesp, e a Lei 1.010/07, criadora da SPPrev que, a partir de junho de 2009, extingue o Ipesp e deixa de fora a carteira previdenciária desses milhares de advogados.

Defendemos que estes contribuintes não podem ser prejudicados, pois o governo paulista tem responsabilidade em buscar a saída, já que o Ipesp, órgão da administração pública, é o instituto que sempre administrou a carteira e motivou os profissionais do Direito à sua adesão.

A luta de todas as entidades representativas da classe, em especial a Associação em Defesa dos Direitos Previdenciários dos Advogados de São Paulo, é a de que o governo incorpore esta carteira ao SPPrev e garanta os direitos de aposentadoria e de pensão de todos os contribuintes.

A suprapartidária Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos dos Advogados Contribuintes da Carteira Previdenciária do Ipesp, a qual tenho a honra de coordenar, está empenhada em convencer o governador José Serra a enviar um projeto de lei à Assembléia Legislativa para manter a carteira sob a administração do SPPrev e garantir o seu financiamento.

Temos exemplos dessa postura administrativa: a manutenção de 205 servidores estaduais contratados sem concurso público pela Lei 500/74, que no ápice da votação da Lei 1.010/07, através de um entendimento político e jurídico entre Ministério da Previdência, governo estadual e Assembléia Legislativa, foram mantidos na previdência estadual e não transferidos para o regime geral da previdência. Ainda há outro exemplo: o do Fundo de Pensão dos Trabalhadores Portuários ” Portus “, que recentemente, à beira de um processo de falência, recebeu um aporte dos cofres públicos de R$ 400 milhões.

Sabemos que, se houver vontade política do governo, a Alesp estará pronta para aprovar todas as medidas a fim que os advogados contribuintes da carteira tenham os seus direitos garantidos, pois sempre contribuíram financeiramente ( e assim continuam) para a manutenção desse instrumento previdenciário.

Por isso, apelamos ao governador José Serra e a todos os parlamentares, tanto da situação como da oposição, para que somemos os esforços no sentido de restaurar imediatamente a situação da Carteira Previdenciária dos Advogados do Estado de São Paulo sob pena de assistirmos um verdadeiro golpe e estelionato à advocacia paulista.

*Carlos Giannazi, deputado estadual (PSOL), coordenador da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos dos Advogados Contribuintes da Carteira Previdenciária do Ipesp

Rizzolo: Como Advogado fui um dos primeiros a me indignar com o pouco caso em que a Carteira dos Advogados do Ipesp acabou sendo alvo, deixando a fora da SSPrev e mais de 40.000 advogados paulistas no desalento. Foi um duro golpe na advocacia, sim digo na advocacia até porque espelha o desprestígio que a classe dos advogados através dos anos vem sofrendo por parte dos políticos desse País.

Acredito que o governador José Serra vai entender e reconsiderar a situação dos 40.000 advogados do IPESP, incorporando esta carteira ao SPPrev e garantindo os direitos de aposentadoria e de pensão de todos os contribuintes. A própria OAB/SP na pessoa do presidente D´Urso também está empenhada nesta luta. A Carteira dos Advogados do Ipesp foi criada pelo governo Janio Quadros nos anos 50 em reconhecimento à contribuição dos advogados na sociedade brasileira. Acredito na atitude do Governador José Serra em prol dos advogados paulistas, assim como louvável é a atitude do nobre deputado Carlos Giannazi pela sua luta em prol da nossa classe.

” Chega de corrupção e rolo, para Deputado Federal Fernando Rizzolo nº 3318 “