Judeus e Palestinos temem que Brasil seja contaminado pelo conflito em Gaza

Judeus e palestinos temem que a ofensiva israelense na faixa de Gaza, que já dura 13 dias, seja refletida em ações violentas contra essas comunidades no Brasil. Historicamente, muçulmanos e israelitas convivem em paz e entendimento no país.

Entretanto, os judeus se sentem ameaçado por outros grupos. “Os grupos mais radicais de esquerda sempre nos ameaçam em momentos de conflito. Ligam, prometem por fogo na sede, nos ofendem”, conta Ricardo Berkiensztat, vice-presidente executivo da Federação Israelita de São Paulo. O que a comunidade judaica mais teme é o ataque às escolas.

Buenos Aires já sofreu dois graves atentados terroristas na década de 90. Em 1994, no mais grave deles, 85 pessoas morreram em um ataque a um centro cultural judaico. Dois anos antes, a Embaixada de Israel foi o alvo em uma ação que causou a morte de 29 pessoas.

Segundo Berkiensztat, nunca se sabe se algo semelhante poderia ocorrer no Brasil. “Foram ataques de interesses. Os mesmos interesses que motivaram o terrorismo em Buenos Aires poderia motivar aqui. Por isso, levamos à sério todas as ameaças” , conta. “Todos devem levar em consideração que somos judeus, mas somos brasileiros. Defendemos o Brasil”, completa.

Os palestinos também sofrem com preconceito, principalmente nos momentos que os conflitos se intensificam. Jamile Latif, representante da Federação das Entidades Palestinas no Brasil, conta que é comum ouvir piadas de mal gosto e comentários desfavoráveis por causa de seu sobrenome.

Apesar de o preconceito contra árabes ser maior em outros lugares do mundo, aos poucos, o Brasil começa a “importar” o ódio. “As produções de Hollywood nos mostram de forma depreciativa. Algumas pessoas se deixam influenciar por isso”, conta.

Folha online

Rizzolo: Realmente a preocupação é procedente, a esquerda radical na América Latina tem no bojo de sua ideologia atitudes de apoio a grupos extremistas. Os acontecimentos nos últimos dias dentre eles a declaração do PT, coloca a comunidade judaica numa condição ameaçadora o que tem sido alvo de condenação no exterior por órgãos judaicos de direitos humanos. Ricardo Berkiensztat, vice-presidente executivo da Federação Israelita de São Paulo como bem afirmou, teme pelo desenrolar dos acontecimentos e uma eventual transferência do conflito para cá, tudo porque o Partido dos Trabalhadores, como afirma o Centro Simon Wiesenthal, tem na sua liderança militantes que apoiam grupos estranhos e de pouco espírito democrático.

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2 Respostas to “Judeus e Palestinos temem que Brasil seja contaminado pelo conflito em Gaza”

  1. Antonio Joaquim Pereira Neto Says:

    O preâmbulo e nossa Constituição deve ser o fundamento para a nossa ação: resolver os conflitos através do diálogo e jamais pela violência. Apesar de não sermos exemplo de sociedade pacífica (a violência campeia em nossa sociedade), o Brasil a longos anos dá exemplo de que judeus e palestinos podem conviver pacificamente.O único meio para resolver esse conflito é a mesa de negociação, a diplomacia, o diálogo. Mas isso pressupõe a boa vontade das partes em querer, de fato, solucionar os conflitos. Há que se buscar sempre a Paz que é fruto da justiça.

  2. irandi valença Says:

    MULHER = SALVADORA DO MUNDO
    Iran di Valença

    Desde dos primórdios da humanidade o homem é a cabeça das ações boas e más na evolução do mundo físico com consequências sobre o espiritual. A mulher sempre foi apresentada como elemento de participação submissa. Conquanto ela tenha em alguns paises alcançado um relativo grau de liberdade, mormente nos ocidentais, com algumas corajosamente encabeçando movimentos feministas, às vezes, sem a necessária compreensão e apoio das demais, como todo começo, cometeram o erro de confundir liberdade com igualdade, ponto culminante de sua verdadeira vitória na conquista de sua individualidade.
    Embora tenha, também desde dos primórdios haja sido imbuída do sentimento de fragilidade e aceito a culpa exclusiva, segundo a Bíblia (escrita por homens) pela indução psicológica do seu parceiro ao Pecado Capital, mesmo com a evolução natural do espírito na sociedade que faz parte, ainda não se descobriu que sua fragilidade é exclusivamente física consequência da falta dos exercícios primários de sobrevivência que foram desenvolvidos pelo homem.
    A formação de uma sociedade patriarcal, dominadora, que para sua evolução e domínio da natureza como sistema de sobrevivência, através das eras foi fomentando a prática da violência como meio de subjugação dos elementos do reino animal de índoles selvagens e de sua soberania sobre o seu universo. O primeiro passo para uma vida do domínio pela violência física e mental foi o desenvolvimento doentio da inveja e despeito no seu ego e que levou Caim a matar seu irmão Abel como forma de eliminação de obstáculos às suas conquistas.
    Esse foi o sistema que o homem, possuindo a intuição e o livre arbítrio que achou por bem de implantar os esteios de sua sociedade, usando interados os sentimentos do bem e do mal para evoluir física e espiritualmente. E, em ambos a cada dia vai mais os aperfeiçoando e tornando-os sofisticados para satisfação de sua ambição de domínio até além de suas limitações terra-terra.
    Jesus, proclamou o amor e a paz entre os homens de boavontade e são esses que agora estão observando que o sistema social desenvolvido por seus líderes fracassou no plano evolutivo espiritual, conquanto no plano material tenham, induzidos pelas faculdades negativas de ambição, soberba, vaidade, estejam acima da expectativa.
    Eis a necessidade dos bons, os homens de boa vontade, atuarem como Jesus se sentiu forçado a uma ação contraria aos seus divinos sentimentos, expulsar de uma maneira aparentemente violenta, os vendilhões na área do Templo.
    Como o sentimento da violência e do mal se integraram no sagrado templo da vida e há a impossibilidade de uma nova ordem de aplicação da lei física de ação vesus reação, com a pratica da semeadura do bem para colher se colher os frutos da árvore do bem, os homens de boa vontade, como o que está escrevendo este ensaio, iniciarem uma campanha de âmbito universal para entregar o cetro do comando de uma nova ordem social às mulheres, fazendo brotar em suas mentes sua superioridade como geradora de vida e que por estar diretamente responsável por essa circunstancia, baseada no sentimento materno de defesa e amor materno dos frutos do vosso ventre que foi sagrado por Maria, mãe do amor, da caridade, da benevolência, da tolerância, assumir o comando de formação de uma nova ordem social.
    Como elas não se sentiriam bem usando da violência e brutalidade que caracterizou a ação dos homens no domínio e soberania da natureza, os homens de boa vontade e os milhões de mulheres mães que estão assistindo o massacre estúpido dos seus inocentes filhos em guerras fratricidas, é através da aplicação de sistema político mais justo e coerente da democracia, levando-as aos postos de comando dos seus respectivos paises.
    Figurativamente antevejo uma imagem das mulheres (mães palestinas e judias) sentadas ao redor de uma mesa, discutindo o que é melhor para seus filhos sem sacrifícios de suas próprias vidas.
    Invoco e clamo o nome de Deus, Alá, Mahomé e outros Deuses dos seus respectivos povos para entregarem o comando das negociações dos estados judeu e palestino às mulheres, salvando assim milhões de vida, atóamente destruídas pelos atos da insanidade de homens maus.
    Clamo que meus leitores que façam coro deste dramático apelo, lembrando-se que para se alcançar o topo da escada é preciso se dar o primeiro passo. Mães do mundo, mulheres do mundo, por favor dêem seu grito de independência, saiam do regime de submissão, principalmente as orientais. Desfraldem a bandeira da paz, demonstrem suas forças do bem sobre as ações dos seus maridos que enviam seus filhos para as guerras, matando-os sob armas ou de fome e sede.
    A paz na terra depende hoje das mulheres, apoiada pelos homens de boa vontade.
    As mães jamais mandariam seus filhos para a morte (guerra); Os pais os mandam como prova de coragem e machismo.

    11.01.2009


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