Alckmin e Mercadante defendem revisão das tarifas de pedágio em SP

SÃO PAULO – Os dois principais candidatos ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) e Aloizio Mercadante (PT), defenderam nesta quarta-feira, 7, a revisão dos valores das tarifas de pedágios nas estradas paulistas.

Alckmin, acompanhado pelo presidenciável tucano José Serra em Jundiaí, interior do Estado, disse que pretende revisar as tarifas de pedágio no Estado. “O que coloquei (em Campinas, na terça-feira) é que em alguns casos você pode ter uma cidade ou um bairro muito perto de uma praça de pedágio em que a pessoa percorre às vezes um período curto e paga a tarifa cheia, então esses casos nós vamos analisar, caso a caso, e vamos procurar reduzir”, afirmou.

Em São Paulo, Mercadante, junto à presidenciável pelo PT, Dilma Rousseff, prometeu renegociar os contratos de concessão de rodovias estaduais em São Paulo para reduzir as tarifas de pedágio. “Vamos negociar e diminuir o pedágio em São Paulo. As empresas não podem continuar tendo o lucro que têm hoje. Vamos acabar com o abuso dos pedágios. O preço do abuso será a derrota eleitoral (dos tucanos)”, criticou. “A gente começa a sentir o sabor da vitória”, disse, confiante. Ele também defendeu salários melhores para os professores e uma política intensiva de combate ao crack.

Alckmin esteve em Jundiaí ao lado dos candidatos ao Senado por São Paulo Aloísio Nunes (PSDB) e Orestes Quércia (PMDB), com quem passeou pelas ruas do Centro de Jundiaí, tomou café com leite, entrou nas lojas, tirou fotos e cumprimentou eleitores e fãs. Um grupo de professores seguiu o quarteto com uma faixa na qual estava escrito: “Serra mente para o povo. Educação pede socorro”.

Pouco antes de Serra chegar à cidade, Alckmin, acompanhado de Quércia, entrou na Catedral Nossa Senhora do Desterro durante uma missa. Os candidatos ajoelharam sob os flashes e após alguns minutos saíram. “Eu aprendi com o meu pai que você, sempre que entrar em uma igreja em que você nunca foi, você pode fazer três pedidos. Mas meus pedidos nunca são políticos”, disse Alckmin. “A tarefa política é nossa.”
agencia estado

Rizzolo: Essa questão do pedágio é realmente problemática. Ambos os candidatos possuem uma visão revisionista sobre o caso. Com efeito, precisamos rever os abusos, analisar cuidadosamente os aumentos, os contratos, e intervir nos trechos onde existe pedágio e pequenas cidades ou comunidades, trechos estes de passagem. O que causa espécie, é como isso não foi pensado antes, prejudicando assim grande número de pessoas.

” Chega de corrupção e rolo, para deputado federal Fernando Rizzolo ” PMN 3318

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