Serra não comenta queda na pesquisa Datafolha

Questionado sobre a queda na última pesquisa Datafolha – que aponta uma vantagem de 17 pontos para a candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando, Dilma Rousseff e uma possível vitória ainda no primeiro turno – o candidato demo-tucano José Serra se negou a comentar os números.

“Não comento pesquisa”, voltou a dizer Serra durante manifestação em Duque de Caxias, a 15 km da capital fluminense.

A pesquisa reforça a queda do candidato tucano nas intenções de votos nas últimas pesquisas. Os índices mostram Dilma com 47% e Serra com 30% dos votos.

Serra declarou que as duas ações no TSE pedidas pela coligação “Para o Brasil Seguir Mudando”, da chapa de Dilma, para tirar tempo de seu programa eleitoral são apenas factóides. “Isso é para atrair atenção e fazer com que os jornalistas perguntem. São bobagens, factóides, sem importância nenhuma”, afirmou.

A coligação argumenta que a citação de Lula no jingle de Serra pode confundir o eleitor. O tucano voltou a dizer que o PT tem a tradição “de atacar e processar as vítimas”.

Ao contrário de Serra, o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra comentou os últimos números divulgados. “Já tínhamos nos preparado para este impacto”, disse.

O tucano afirmou que “com o conhecimento que ela (Dilma) ganhou através da propaganda eleitoral e com a ingestão de Lula, era esperada a reação do eleitorado”.

Com informações Portal Terra

Rizzolo: Realmente a situação de Serra do ponto de vista eleitoral esta complicada. A cada dia as pesquisas apontam uma vitória de Dilma já no primeiro turno, o mais interessante nisso tudo, é que os tucanos não imaginavam a capacidade e desenvoltura da candidatura Dilma. Fica evidente contudo, que existe sim um empréstimo eleitoral de prestigio advindo de Lula, porém a esta altura Dilma já iniciou um leve descolamento da figura do presidente, haja vista a propaganda eleitoral em que na sua maior parte trata da vida da candidata. Outra questão que colabora para a queda de Serra, é a sua disposição ao autoritarismo, ao centralismo, e acima de tudo seu olhar de “homem da direita” explorando o discurso conservador que só agrada setores da elite, antipatizando se com a grande massa.

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