Dilma sobe 4 pontos e encosta em Serra, diz Vox Populi

Uma nova pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República da Vox Populi, encomendada pela TV Bandeirantes e divulgada na noite deste sábado, 3, mostrou que José Serra, pré-candidato do PSDB, lidera a corrida com 34% das intenções de voto. Dilma Rousseff, do PT, aparece com 31%, seguida de Ciro Gomes (10%) e Marina Silva (5%).

A pesquisa, divulgada na noite deste sábado, 3, pelo Jornal da Band, avaliou ainda um cenário sem Ciro na disputa. Nesse caso, Serra fica com 38% e Dilma, com 33%. Na pesquisa anterior do Vox Populi, feita em janeiro, Serra aparecia com os mesmos 34% no cenário que também incluía Ciro Gomes. Já a pré-candidata do PT tinha 27% das preferências.

Entretanto, os questionários dos dois levantamentos não são idênticos. Na pesquisa mais recente, antes de apresentar aos entrevistados os cartões com os nomes dos candidatos e perguntar em quem pretendem votar, o instituto fez perguntas relativas ao grau de conhecimento sobre os concorrentes. Também foram feitas perguntas sobre os cargos que os candidatos já exerceram.

A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos. Votos nulos e brancos somam 7%, enquanto 13% não souberam ou não quiseram responder.

agencia estado

Rizzolo: O mais interessante, não é a pesquisa em si, mas o o boicote de todos os portais da grande mídia a pesquisa do Vox Populi. Aonde a grande mídia quer chegar ? Não é possível que os maiores meios de comunicação sabotem uma pesquisa só porque o candidato por eles patrocinado diminuiu seu desempenho. A pesquisa do Vox Populi mostra um resultado bem diferente da última pesquisa Datafolha, divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo no último dia 27. Nela, Serra aparece nove pontos à frente de Dilma, com 36% contra 27% de Dilma.

Presidente uruguaio defende mulher na sucessão de Lula

SÃO PAULO – O novo presidente do Uruguai, o ex-guerrilheiro José Pepe Mujica, afirmou que seu “coraçãozinho” pende para a eleição da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), na disputa presidencial brasileira, em outubro deste ano. Embora não tenha citado nominalmente a petista, o uruguaio afirmou que gosta de mulheres no poder. “A decisão é do povo brasileiro, o que não quer dizer que eu não tenha meu coraçãozinho. Ultimamente, eu tenho gostado das mulheres no poder”, disse Mujica no domingo, ao ser questionado pela imprensa acerca de sua opinião sobre a petista.

O novo presidente do Uruguai atuou em organizações de esquerda contra a ditadura militar de seu país, que durou de 1973 a 1985. Chegou a ficar preso por 14 anos. Durante o período de combate, Dilma esteve no Uruguai para fazer treinamento militar, conforme entrevista ao jornal Folha de S.Paulo publicada em fevereiro. Ex-guerrilheira como Mujica, Dilma também fez oposição ao regime militar brasileiro (1964-1985) e atuou em movimentos de esquerda.

Presente à posse de Mujica, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que Dilma vai fazer um governo com o “estilo” dela. Indagado se gostaria da continuidade de sua gestão, assim como Mujica sustenta que será a continuidade da de Tabaré Vázquez, Lula declarou: “Quando a Dilma ganhar as eleições, a Dilma vai fazer do governo o estilo dela, a cara dela. Ela participa do governo, ela tenta fazer mais e melhor.”

Lula disse não ter visto pesquisas de intenção de voto no fim de semana que mostram o crescimento de Dilma. “Eu estava preocupado com o jogo do Santos e do Corinthians, e o Corinthians levou um passeio, então…”, afirmou o presidente, em referência ao jogo de futebol do domingo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Rizzolo: Independe de questão ideológica ou partidária, uma mulher na presidência seria um avanço na disposição do povo brasileiro em abrir espaço político para as mulheres. Não há dúvida que a participação feminina na política deve ser estimulada, afinal todos concordam que está na hora do Brasil ter uma mulher presidente, agora se será a Dilma ou não, pouco importa, o essencial é exercitarmos essa possibilidade daqui para frente no nosso país.

Lula: falta de discurso leva oposição a atacar inaugurações

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça (9) que as ações dos partidos de oposição ingressadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra suas viagens para inauguração de obras são um pretexto para a falta de discurso.

“Penso que quando um partido de oposição não tem o que propor e não tem discurso, fica difícil a situação deles, então eles tentam impedir que o outro time jogue. Nossos adversários estão com aquele time mais frágil que tenta parar [o adversário] fazendo falta”, disse Lula em entrevista a rádios em Minas Gerais.

“Eles não têm como competir e tentar dizer que o presidente está viajando. Eles queriam que eu ficasse em Brasília? Tenho que ver as obras, que é o dinheiro do povo”, disse o presidente que hoje cumpre agenda com visitas a várias obras nos municípios mineiros de Teófilo Otoni e Governador Valadares.

Lula ressaltou que está recuperado da crise de hipertensão sofrida há duas semanas e que pretende continuar viajando até o final do seu mandato. O presidente afirmou ainda que não medirá esforços para eleger “sua sucessora”.

“Vou continuar viajando até o dia 31 de dezembro à meia noite. A partir da meia noite começo a desligar os neurônios e pretendo passar para quem de direito e tenho convicção que vou fazer muita força para eleger minha sucessora. Aí sim, estarei tranquilo e não vou dar palpite porque vou deixar o governo com quem sabe jogar”, disse Lula em referência à candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dima Rousseff. Durante a entrevista, Lula ainda falou sobre os investimentos que estão sendo feito em saneamento básico. Ele lembrou que a segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) será voltada para obras de drenagem e saneamento. “Querermos mudar o Brasil. É preciso entender que cada centavo que for investido na coleta e no tratamento de esgoto, estamos investindo em saúde, porque é menos doença nas cidades.”
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Rizzolo: Entendo a situação da oposição como sendo um trabalho penoso. Mesmo o governador de São Paulo José Serra, homem que tem um passado político brilhante, combativo, sabe que o PSDB que é o espelho de FHC, e sua gestão voltada ao capital, às privatizações, ao distanciamento do povo, Serra tem pela sua frente o estigma do partido. Certa vez disse algo que foi alvo de comentários raivosos dos tucanos, afirmei que José Serra pelo seu passado está em partido errado, e sinceramente entendo que na calada da noite, sozinho, antes de dormir ele pensa nisso.

CNT/Sensus: Dilma vence Serra na pesquisa espontânea

BRASÍLIA – Levantamento CNT/Sensus divulgado hoje mostra que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pela primeira vez ultrapassou numericamente o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), na chamada pesquisa espontânea, na qual os entrevistados respondem livremente em quem vão votar, sem a apresentação de uma lista. Na pesquisa espontânea, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva – que não pode mais concorrer – lidera com 18,7% das intenções de voto, seguido por Dilma, com 9,5%, e Serra, com 9,3%.

No entanto, o técnico do Sensus Ricardo Guedes ressalta que apesar de Dilma estar numericamente à frente de Serra, a situação é de empate técnico. No que tange à rejeição, Dilma tinha em novembro passado um índice de 34,4%, a segunda maior e entre os pré-candidatos. Em janeiro, porém, caiu para 28,4% e passou a ter a menor rejeição entre os presidenciáveis.

Contabilizados os principais números, quem tem menos a comemorar é o pré-candidato Ciro Gomes (PSB). Suas intenções de voto diminuíram no primeiro e segundo turnos e ele foi ultrapassado por Dilma, pela primeira vez, na simulação do segundo turno.
agencia estado

Rizzolo: E observem que Dilma nem sequer começou para valer sua campanha. O grande medo da população pobre, que foi beneficiada com os programas de inclusão, é que o PSDB acabe liquidando-os, o que não seria improvável. Na essência da visão neoliberal, que é o sustentáculo da oposição, a visão do Estado patrocinador do desenvolvimento é rechaçada. Muito embora Serra seja um desenvolvimentista, um político honesto e competente, o receio da população a uma volta ao passado é realmente grande, contudo ainda é muito cedo para especulações. O rápido crescimento da candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, surpreendeu o presidente estadual do PT, Edinho Silva. “Esperávamos que ela encostasse no Serra um pouco mais para frente”, disse ele, ao comentar os resultados do levantamento CNT/Sensus divulgado hoje.

Em MG, Dilma diz que vitória da oposição seria o fim do PAC

SÃO PAULO – A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, voltou a mirar em adversários políticos durante inauguração da barragem Setúbal, em Jenipapo (MG), nesta terça-feira, 19. Em discurso, a pré-candidata do PT à Presidência da República disse que se a oposição vencer as eleições deste ano, vai acabar com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), de acordo com a rádio ‘CBN’.

Ela também enalteceu as obras do programa e declarou que elas estão acima de qualquer partido. Durante o evento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o governo federal ainda vai inaugurar muitas obras no começo deste ano, porque “daqui a pouco o Geddel (Vieira Lima) não vai mais estar aqui, a Dilma também não vai mais estar aqui”.

Minas Gerais é o segundo maior colégio eleitoral do País. A visita de Dilma, pré-candidata do PT à sucessão de Lula, é parte da estratégia do partido para aproximar a ministra de seu estado natal. Embora seja mineira, atualmente Dilma é mais identificada com o Rio Grande do Sul, Estado em que consolidou sua carreira política.

Além de participar de eventos do governo federal, Dilma também estará em território mineiro para visitar a mãe e para receber homenagens na Câmara Municipal de Belo Horizonte e na Assembleia Legislativa. O argumento para as homenagens é liberação de verbas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para obras como a duplicação da Avenida Antônio Carlos, em Belo Horizonte.

Há pelo menos um ano, desde que Dilma passou a ser considerada a candidata de Lula ao Planalto, seus principais aliados no Estado – como o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel – trabalham na sua “mineirização”. Eles acreditam ser preciso convencer o eleitorado de que, embora tenha passado a maior parte de sua vida fora de Minas, a ministra tem raízes no Estado.

Lula e comitiva seguirão depois para Juiz de Fora, para a inauguração de uma usina termelétrica que utilizará o etanol como gerador de energia. É uma nova experiência, em fase de testes, para a redução do nível de emissões atmosféricas. O embarque para Brasília está previsto somente à noite e a chegada às 21h45.
agencia estado

Rizzolo
: Quer queiram ou não, Dilma nasceu em Minas Gerais, se por outras razões passou a maior parte de sua vida em outros Estados, isso não significa que não possui raízes mineiras. O grande problema é que Minas é o segundo colégio eleitoral, e a oposição não aceita Dilma em território mineiro. Em relação ao fim do PAC se a oposição ganhar, não acredito que isso acontecerá, é claro que poderá ser chamado com outro nome, designação, mas entendo que Serra não experimentará uma volta à direita, ao conservadorismo, ao atraso, muito embora seu partido goste disso. Agora PSDB é uma coisa Serra é outra. Vamos ver.

CNT/Sensus aponta queda na diferença entre Serra e Dilma

BRASÍLIA – Os diferentes cenários de primeiro turno elaborados pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) com o Instituto Sensus, mostram tendência de crescimento da potencial candidata do governo à Presidência da República, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Isso ocorre ao mesmo tempo em que o principal candidato da oposição, o governador de São Paulo, José Serra, tem um comportamento entre estagnação e queda, principalmente quando se compara a pesquisa divulgada hoje com as de dezembro do ano passado.

Na primeira lista apresentada pela CNT/Sensus aos entrevistados, Serra aparece na frente de Dilma para primeiro turno, com 31,8% de intenções de voto, seguido pela ministra, com 21,7%. Em terceiro lugar, aparece o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE), com 17,5%. A senadora Marina Silva (PV-AC) tem 5,9% e vem em quarto lugar.

O diretor do Sensus, Ricardo Guedes, observou que, mesmo sendo essa lista inédita, é possível notar que Serra perdeu cerca de 15 pontos porcentuais em intenções de voto em primeiro turno, quando se compara esta lista com cenários elaborados em dezembro do ano passado. Segundo Guedes, em dezembro de 2008, Serra tinha 46,5% de intenções de voto, enquanto Dilma tinha 10,4% e a ex-senadora Heloisa Helena (PSOL) – que na época era uma potencial candidata – tinha 12,5%.

Num segundo cenário elaborado pela CNT/Sensus, Ciro Gomes venceria o primeiro turno numa disputa sem Serra. Ciro teria 25% das intenções de voto, contra 21,3% de Dilma, e 14,7% do governador de Minas Gerais, Aécio Neves, que neste caso seria o presidenciável tucano. A senador Marina Silva aparece em quarto lugar, com 7,3%.

Em terceira lista, sem Ciro, Serra aparece com 40,5% de intenções de voto, porcentual praticamente idêntico aos 40,1% da pesquisa feita em setembro deste ano. Já Dilma subiria de 19,9% em setembro para 23,5% agora. Marina, que tinha 9,5% em setembro, recuou para 8,1%.

Num quarto cenário, com Aécio no lugar de Serra, e sem Ciro na disputa, Dilma Rousseff fica na frente em primeiro turno, com 27,9%, ante 25,6% registrados em setembro. Aécio, por sua vez, subiria de 19,5% para 20,7% e Marina Silva cairia de 11,2% para 10,4%.
agencia estado

Rizzolo: Entendo ser ainda prematura uma conclusão, mas não resta dúvida que Dilma cresce e já inicia uma curva ascendente. Na verdade o grande receio do povo brasileiro, é a não continuidade dos programas de inclusão social, e ao que parece no silêncio de Serra, e no vazio do discurso oposicionista, o povo brasileiro acaba fazendo uma leitura a favor de Dilma. Melhor seria se Serra realmente aprovasse publicamente os avanços de Lula e trocasse seu silêncio por palavras que adoçam os ouvidos dos pobres, carentes de esperança por uma vida melhor .

Trabalhadores devem se apressar para dar entrada no pedido ao INSS, se quiserem ter um benefício maior

Os trabalhadores que já reúnem as condições para se aposentar devem se apressar e dar entrada no pedido de benefício ao INSS até o fim de novembro, para garantir uma renda mensal inicial maior. Isso porque o fator previdenciário – usado no cálculo das aposentadorias por tempo de contribuição – mudará no início de dezembro, com a atualização da expectativa de vida do brasileiro, divulgada anualmente pelo IBGE. Essa tabela altera o fator, exigindo que o segurado trabalhe mais para garantir o mesmo rendimento que teria hoje.

Como a expectativa de vida da população tem aumentado nos últimos anos, o INSS entende que precisará pagar a aposentadoria por mais tempo ao segurado, já que ele viverá mais. Por isso, a atualização do IBGE significa sempre a redução do valor do benefício inicial, a menos que o interessado queira continuar trabalhando. Em média, o valor cai 0,5% a cada ano, porque a expectativa aumenta cerca de 40 dias. Hoje, ela está em 72,57 anos.

Segundo o consultor previdenciário Newton Conde, um trabalhador de 58 anos com salário de R$ 1.500, que completa 35 de contribuição este mês, se aposentaria com R$ 957,67 hoje. Se a expectativa de vida aumentar 40 dias, e ele pedir o benefício a partir de dezembro, receberá a R$ 953,49. No caso de uma trabalhadora de 53 anos com salário de R$ 1.200, que completa 30 de contribuição este mês, o benefício seria de R$ 636,04. A partir de dezembro, será de R$ 633,67.

Queda pode ser mais acentuada neste ano
Existe a possibilidade de a queda na renda do aposentado ser maior este ano. Em 2003, por exemplo, a atualização da expectativa de vida feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) alterou significativamente a tabela de fator previdenciário do INSS, o $resultou em benefícios ainda menores. Newton Conde lembra que isso pode se repetir em 2009, com base em dados divulgados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE, que afetam a expectativa de vida.

O fator previdenciário já re$os benefícios em até 40%, para quem pede o benefício ainda jovem. E cada aumento anual na expectativa de vida representa um redutor ainda maior, ou seja, o trabalhador tem que contribuir mais para não perder tanto. Em 2007, esse período a mais variava de $ês a seis meses. A diferença torna-se significativa com o tempo. Se não der entrada até o fim de novembro no pedido do benefício, ele precisará continuar na ativa para ter a mesma aposentadoria calculada antes da nova tabela que sai em dezembro.

Extra online
Rizzolo: Bem de tudo se faz para que o aposentado, ou aquele que está em vias de receber o benefício seja prejudicado, agora é a expectativa de vida. Já em relação ao fator previdenciário, entendo que as propostas negociadas pelo deputado Pepe Vargas não devem ser consideradas porque foram apresentadas fora do prazo. O Fator Previdenciário é tema do debate que acontece na segunda-feira (26), a partir das 9h30 no Sindicato dos Químicos de São Paulo (Rua Tamandaré, 348, Liberdade). Participam do encontro o presidente da CUT Nacional, Artur Henrique e o deputado federal Pepe Vargas (PT/RS), autor do projeto de Lei 3299/08, que acaba com o fator previdenciário. É mais um debate no meu entender, que visa justificar o seis por meia dúzia. Temos que extinguir o fator previdenciário sem medidas compensatórias, o trabalhador, o aposentado, não pode suportar o fato de saber que o Brasil hoje tem recursos econômicos e a ele é negado, legitimando o fato através de desculpas, de fatores, de redutores, através de grupos e polítivos que trabalham para lesar os aposentados.

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