Os Candidatos e os Programas Sociais

Ao abrir os jornais, é possível observar a disputa. De um lado, Serra, Aécio, Marina Silva, uma oposição com certa dose de admiração por Lula. De outro, Dilma Rousseff, Ciro Gomes e Heloísa Helena, mais afinados, digamos, à esquerda. Todos têm uma história política, um jeito de ser, o que é compreensível até pela formação de cada um e pela natureza humana. Todavia, nessa época, a grande questão que deve permear nossas reflexões em relação aos candidatos não é quem será o vitorioso, mas até que ponto o próximo presidente dará continuidade aos programas sociais e de inclusão já implantados.

Programas como o PAC, o Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Luz para Todos e outros são essenciais e fizeram um marco no desenvolvimento social do nosso país, impulsionando o mercado interno, o que, de certa forma, contribuiu para a superação da crise internacional. Com efeito, o impacto maior desses programas refletiu-se na melhora do nível de vida da população, principalmente no Nordeste. A propósito, esta é a região em que se registrou, nos últimos anos, maior índice de crescimento da renda familiar. Para se ter uma ideia, até mesmo em termos de inclusão digital, houve, no Nordeste, um aumento de 142% no número de domicílios com computador e internet. No restante do país essa elevação foi de 132%.

Discute-se muito a personalidade dos candidatos. No Brasil, a postura ideológico-partidária é frágil e não serve de paradigma para maiores especulações nessa área. É bem verdade que o modo de ser dos prováveis elegíveis mascara de maneira nebulosa a essência dos projetos político-sociais de cada um deles, projetos estes que por ora não estão devidamente perfilados em campanha. Durante este processo eleitoral, o maior desafio é conseguir o compromisso de todos na sequência da postura desenvolvimentista já delineada pelo governo, para que possamos dar continuidade à inclusão social em todos os segmentos da sociedade.

Virar as costas aos pobres, aos negros, aos excluídos é bem pior que rotular um candidato de “durão”, “reacionário” ou “casca-grossa”. O maior desafio não é classificá-los como pessoas, mas tentar descobrir a enorme disposição de cada um deles, através de suas ideias, em continuar fazendo do Brasil um país mais justo e humano para todos nós.

Fernando Rizzolo

Lula comemora, antecipadamente, aniversário de 64 anos em Brasília

Cerca de 200 pessoas se reuniram em frente ao Palácio da Alvorada, neste sábado, para comemorar, antecipadamente, o aniversário de 64 anos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Após soprar as velinhas, ele afirmou que está feliz por completar 64 anos e que se sente “um jovem de 63 anos”. Lula, que faz aniversário na próxima sexta-feira, disse ainda que fez um pedido para que a economia cresça entre 4,5% e 5,5% em 2010.

O presidente reafirmou que espera um crescimento econômico contínuo nos próximos anos para que o país atinja as previsões do Banco Mundial de ser a quinta maior economia mundial em 2016.

Questionado se não havia pedido para que a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, vencesse as eleições presidenciais, ele brincou dizendo que estava proibido pela legislação eleitoral de fazer esse pedido, mas afirmou que espera comemorar junto com seu aniversário em 2010 a vitória da candidata à sucessão.

Rodeado dos simpatizantes, Lula tirou fotos, pegou crianças no colo e agradeceu os militantes que estiveram presentes até nos momentos de “crise”. José Alencar, um dos que foram prestigiar Lula na festa, deu de presente para o presidente uma caixa com duas garrafas de cachaça e um jogo de pôquer.

SRZD

Rizzolo: Lula é um grande líder. Temos que reconhecer que a capacidade do presidente em lidar com os problemas , os obstáculos que nação enfrenta e enfrentou, faz seu diferencial. Prova-se portanto, que a presidencia de uma nação, passa muito mais pela sensibilidade, pela capacidade de coalização, do que por um diploma de curso superior. Governar se faz mais com coração, com os ideais, e com o olhar aos pobres, do que com a retórica ultrapassada do gerenciamento e do capital acima dos problemas sociais . Parabéns presidente Lula pelo aniversário.

Dilma tenta reafirmar ‘mineiridade’ em visita a Belo Horizonte

BELO HORIZONTE – Depois de construir a maior parte de sua carreira no Rio Grande do Sul, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, tentou reafirmar sua “mineiridade” durante evento de assinatura de contratos do programa Minha Casa, Minha Vida na Prefeitura de Belo Horizonte nesta quarta-feira.

Pré-candidata pelo PT à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma destacou vários programas e obras do governo petista e ressaltou que é natural de Minas Gerais, o segundo maior colégio eleitoral do país.

“Estivemos há pouco naquela cidade de Ouro Perto. A nossa cidade de Ouro Preto. E nós, mineiros, aprendemos a nos orgulhar dela assim que abrimos os olhos”, disse ela, referindo-se ao município onde, pouco antes, havia inaugurado ao lado de Lula o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) das cidades históricas.

Dilma nasceu em Uberaba, no Triângulo Mineiro, e estudou em Belo Horizonte até ser expulsa da Faculdade de Economia por causa da militância política na época da ditadura militar.

“É uma grande alegria para nós estarmos aqui em Minas Gerais”, acrescentou Dilma em discurso a centenas de políticos e líderes de entidades sociais e organizações não governamentais do estado.

A ministra estava acompanhada pelo chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Luiz Dulci, pelo ministro do Desenvolvimento e Combate à Fome, Patrus Ananias, e pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, –todos mineiros–, além do ministro das Cidades, Márcio Fortes, que ressaltou ser filho de cidadão de Minas Gerais.
agencia estado

Rizzolo: Por mais que a imprensa e a oposição tentem desqualificar a ministra Dilma, chamando-a de ” gerentona”, e outros nomes , quer ela agora desqualifica-la em relação ao Estado de seu nascimento, Minas Gerais. Entendo que tudo é válido na oposição, agora insinuar como que Dilma age como uma ” mineira de última hora” não é elegante, e denota falta de argumentação política. Sinceramente entendi que a notícia esbarra na agressividade gratuita. Não gostei, pura deselegância jornalistica.

PSDB não tem pressa em definir candidatura, diz Aécio

BELO HORIZONTE – O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), disse hoje não acreditar que a demora dos tucanos em definir o candidato à Presidência da República venha prejudicando o partido em relação à disputa de 2010. “Nós, do PSDB, não estamos nessa pressa toda de nos definirmos. Nisso, eu e o governador (de São Paulo, José) Serra estamos absolutamente afinados”, afirmou.

Ele avaliou que a demora na definição tem causado muito mais problemas na esfera do governo do que na oposição, à medida em que o governo enfrenta a discussão das candidaturas de uma senadora que saiu do PT, caso de Marina Silva (PV-AC), de um aliado do governo que vem se colocando de forma consistente como candidato (Ciro Gomes, PSB-CE) e da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, nome apoiado pelos petistas.

Aécio diz que pretende conversar, possivelmente no próximo final de semana com José Serra, além da direção nacional do partido, em um evento marcado para Goiânia (GO), sobre os rumos que os tucanos irão adotar.

Mas ele manteve a defesa das prévias para a definição da candidatura. “Acho que está no momento de o partido dar sinais mais claros do que irá fazer. No que depender de mim, teremos uma consulta ampla às bases do partido”. Ele diz que ainda não tomou nenhuma decisão sobre um pedido de licença do governo para uma série de viagens pelo País.

Para o governador mineiro, o processo de definição dos partidos, tanto do ponto de vista dos aliados do governo quanto da oposição, está longe de ser concluído. “Estou absolutamente tranquilo. Acho que estamos fazendo o que devemos fazer”, afirmou.

Quanto à participação do PMDB na composição de forças, até mesmo em nível estadual, o governador disse acreditar que a tendência do partido será a de valorizar as suas posições regionais, independente do caminho que adotar no campo nacional.

“Temos de respeitar o caminho que o PMDB tomar no campo nacional, mas continuo acreditando que, se o PMDB é hoje fortíssimo para a governabilidade do País, é porque privilegiou sempre suas situações regionais, possivelmente até com prejuízo de uma grande unidade nacional. O privilégio das situações regionais é que permitiu ao partido construir grandes bancadas tanto na Câmara quanto no Senado, e acho que isso irá prevalecer.”
agencia estado

Rizzolo: Concordo em parte, demorar para definir a candidatura da forma que está não é nada bom para o PSDB. Essa aparente calma, essa tranqüilidade, não deve perdurar por muito tempo, até porque as bases aguardam uma postura definida. Em relação ao PMDB concordo com Aécio “a tendência do partido será a de valorizar as suas posições regionais, independente do caminho que adotar no campo nacional”.

Dilma defende candidatura única na base governista

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou nesta terça-feira (6) que a base do governo deve ter apenas uma candidatura para suceder o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2010. É a primeira vez que ela defende uma coalizão de governo em torno de apenas um nome.

“Nós achamos que o governo tem que ter uma continuidade. Não são dois candidatos [que representarão a base], vai ser um candidato que vai representar o governo”, salientou a ministra, ao ser questionada sobre o tema.

A posição contraria o movimento de um dos principais aliados políticos do governo Lula, o PSB, que tem defendido a tese de que Lula terá mais facilidade de eleger um sucessor com mais de uma candidatura dentro da base aliada. O PSB defende que o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) também seja lançado, com apoio de Lula.

Dillma se reuniu na noite desta terça-feira com a cúpula do PDT para negociar o apoio do partido para o ano que vem. Pouco antes do início do jantar, o presidente licenciado da sigla, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, disse ao lado de Dilma que também defende que o governo tenha apenas um candidato 2010 e que ministra é o nome mais adequado para a disputa.

“Isso é uma questão que estamos discutindo [o apoio à ministra Dilma] internamente. Eu não escondo nunca minhas manifestações pessoais, eu penso que o governo tem que ter uma candidatura única, inclusive para dar oportunidade à população de saber que de um lado tem oposição, representada pelo [José] Serra [governador de São Paulo] e o Aécio [Neves, governador de Minas Gerais], e do outro lado penso que tem que ter candidatura única. Para que a população possa avaliar e julgar se deve ter continuidade o governo Lula ou não”, analisou o ministro.

Segundo ele, neste momento a ministra representa a melhor candidatura do governo para as próximas eleições. Dilma foi filiada ao PDT até 2000, quando deixou a sigla para se filiar ao PT.

Dilma disse que já tem se reunido com outros partidos da base aliada. “Eu já encontrei com vários partidos ao longo desse processo todo, já falei com o PCdoB, com o PRB. Inclusive com o PMDB eu tive também ótimas reuniões recentes e com o PTB também, que integra a base do governo”, disse.

globo

Rizzolo: Ainda é muito cedo para conjecturar. Por hora não dá para apostar na sucessão a Lula apenas com um nome. É bem verdade que o nome de Dilma pode deslanchar, porem opinar por hora sobre uma única candidatura não é conveniente. Para que esta afirmação de Dilma prosperasse, ela deveria estar com mais densidade eleitoral e ainda não é o que inferimos nas pesquisas.

Comunidade evangélica vai orar por Dilma, diz deputado

SÃO PAULO – A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, foi homenageada hoje (5) à noite em um culto da Assembleia de Deus, em São Paulo, pelo deputado federal Hidekazu Takayama (PSC-PR), que lhe manifestou apoio – Dilma deve se candidatar à Presidência da República em 2010 – e prometeu que a comunidade evangélica vai orar pela ministra. “Estaremos orando por você”, afirmou Takayama, que também é pastor. “O seu sucesso será o sucesso do nosso Brasil.” Frente a um público de 3 mil fiéis, Takayama recomendou a Dilma que, sempre que tiver problemas, recorra à Bíblia.

A ministra retribuiu os conselhos assentindo com cabeça e sorrindo. Em seu discurso, Dilma seguiu o protocolo dos pastores da Assembleia de Deus e iniciou a fala desejando aos fiéis que “a paz do Senhor esteja com vocês”. Dilma falou dos programas sociais do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como exemplo de resgate da dignidade, semelhante ao trabalho feito pelas igrejas. “O governo Lula defende os valores cristãos e as crenças morais dos brasileiros”, apregoou. “Peço a oração de vocês para que possamos seguir adiante.”

O encontro de Dilma com os fiéis evangélicos ocorreu no bairro do Belenzinho. A cerimônia comemorou o aniversário de 75 anos do presidente da igreja na região, José Wellington Bezerra da Costa, também presidente da Convenção Geral da Assembleia de Deus. A ministra chegou por volta das 19h30 e recebeu de presente uma Bíblia, que segurou no colo durante a cerimônia.
agencia estado

Rizzolo: A grande diferença entre os evangélicos, é que o modo de vida apregoado pelos pastores, de uma forma geral, leva aos fiéis a uma nova vida, e isso faz a diferença na vida das pessoas. De nada adianta um País ser desenvolvido se não há valores, normas, ética, e acima de tudo a fé em Deus. A justiça social só é alcançada quado acompanhado dos valores religiosos, principalmente no que toca à educação dos jovens, e isso tenho certeza que Dilma compartilha e apóia. Quando oramos por alguém esquecemos das diferenças ideológicas, políticas, e sociais. Sabe, no fundo eu acho que Dilma é uma pessoa religiosa, mas algo me diz que ela se envergonha de declarar ou demonstrar sua religiosidade, é o que eu sinto.

Brasil compra US$ 10 bilhões em bônus e vira credor do FMI pela primeira vez

O Brasil se comprometeu formalmente nesta segunda-feira (5) a adquirir US$ 10 bilhões em bônus do Fundo Monetário Internacional (FMI), assumindo pela primeira vez a posição de credor desta entidade e refletindo seu crescente peso na economia mundial.

“Passamos da condição de devedores à de credores. É uma mudança radical”, declarou à imprensa o ministro da Fazenda, Guido Mantega, após entregar uma carta ao diretor-geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn.

Mantega havia anunciado que o Brasil emprestaria US$ 10 bilhões ao FMI em junho. Em abril, quando a ideia de um eventual empréstimo ao FMI foi divulgada pela primeira vez, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva perguntou a jornalistas que cobriam o encontro do G20 em Londres: “Você não acha muito chique o Brasil emprestar dinheiro para o FMI?”

“É um momento histórico para nós. É a primeira vez na história que o Brasil empresta recursos ao FMI – e, portanto, à comunidade internacional”, destacou Mantega, que participa em Istambul da reunião anual do Fundo.

O ministro lembrou que o Brasil se beneficiou em 2002 de um pacote de US$ 30 bilhões do FMI para enfrentar as turbulências e a onda especulativa provocadas pela eleição de Luis Inácio Lula da Silva à presidência. Foi o maior valor já emprestado pelo organismo financeiro. Aplicando uma rigorosa política fiscal, Lula saldou toda a dívida no final de 2005.

O Brasil está entre os países que estão conseguindo superar bem a crise econômica mundial, após atravessar uma breve recessão. Mantega fez o anúncio três dias depois da vitória do Rio de Janeiro na disputa pela organização dos Jogos Olímpicos de 2016, ao derrotar as finalistas Chicago, Tóquio e Madri.

Na carta, entregue em mãos a Strauss-Kahn, o Brasil se compromete a “assinar um acordo de compra de bônus emitidos pelo Fundo no valor de US$ 10 bilhões de dólares, sob condições que serão estabelecidas no contrato que assinaremos”, explicou Mantega. “Faremos uma assinatura por dois anos”, indicou o ministro, acrescentando que o acordo será ratificado “nos próximos dias”.

“É importante dizer que nós estamos colocando uma parte de nossas reservas, mas isto não significa uma diminuição da disponibilidade de recursos para o Brasil. É apenas uma mudança de ativos”, ressaltou Mantega, lembrando que o país decidiu comprar bônus que podem ser vendidos a outros países, sem dar o dinheiro diretamente ao FMI.

“Com estes recursos, o FMI poderá ajudar os países que precisam de liquidez”, disse o ministro, explicando que, com esta atitude, o Brasil responde a um apelo feito por Strauss-Kahn aos membros do Fundo para que não acumulem reservas e usem parte delas para dar à instituição os recursos necessários para contribuir com a recuperação da economia.

Bric

Segundo Mantega, os países do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) decidiram comprar um total de US$ 80 bilhões em bônus do fundo; US$ 50 bilhões serão adquiridos por Pequim e US$ 30 bilhões igualmente divididos por Brasília, Moscou e Nova Délhi.

Agora, os quatro países vão negociar a possibilidade de colocar seus títulos nos Novos Acordos para a Obtenção de Empréstimos (NAP), programa que permitirá ao FMI dispor de 500 bilhões de dólares para conceder empréstimos rápidos a países em dificuldades.

Os BRICs, no entanto, condicionam esta decisão a uma garantia de que seu poder de decisão seja proporcional à contribuição feita ao NAP. O Fundo, por sua vez, se comprometeu no domingo a aumentar em pelo menos 5% as cotas dos países emergentes até 2011.

Os US$ 80 bilhões dos BRICs representam 16% dos 500 bilhões previstos pelo programa, porcentagem que daria ao grupo de quatro países uma minoria de bloqueio.

No domingo, Strauss-Kahn anunciou que sua instituição necessitava de um “aumento considerável” de seus recursos para ajudar os países mais afetados pela crise, a maior desde a Grande Depressão da década de 30.
globo

Rizzolo: Parece um sonho o Brasil finalmente se tornar um credor do FMI. É bem verdade que as condições econômicas mundiais contribuíram para isso, mas por outro lado as políticas de intervenção do Estado na economia observando uma maior regulação dos meios financeiros propiciou ao Brasil um maior solidez econômica.

A grande verdade é que tudo na sua maior parcela se deve ao desenvolvimento do mercado chinês e seu aumento de consumo pelas commodities brasileiras. O povo chinês passou a consumir mais e o Brasil por ser um parceiro mais integrado à economia chinesa do que aos EUA, se beneficiou desse desenvolvimento.

Os recursos que estão sendo emprestados pelo Brasil e outros países, como China e Rússia, ajudarão o Fundo a socorrer países que estão em mais dificuldade por conta da crise, ajudando a retomar o comércio mundial e viabilizando um recuperação mais rápida da economia mundial. Agora, como diz o presidente Lula, “isso é muito chique”, o Brasil ficar credor do FMI. Parabéns ao Brasil e ao governo Lula. Tem seu mérito, ou não tem ? Tem que reconhecer, só bater, não dá, não é ?