‘Vamos ganhar por nocaute’ em referendo, diz Hugo Chávez

CARACAS – O presidente Hugo Chávez encerrou na quinta-feira, 12, a campanha em favor da emenda constitucional que introduz a reeleição ilimitada com um apelo em forma de prognóstico: “O ‘sim’ deve ganhar por nocaute”, anunciou ele, referindo-se ao referendo de domingo. Chávez disse ter recebido pesquisas na noite de quarta-feira que indicam sua vitória, sem dar detalhes, porque a lei não permite sua divulgação nas vésperas da votação.

Chávez disse que seu futuro político será definido no próximo domingo. “A partir de 15 de fevereiro, só o povo colocará e tirará governos”, celebrou o presidente, no cargo há dez anos. “A de domingo será a vitória perfeita”, previu Chávez, derrotado por 50,71% a 49,29% noutro referendo com o mesmo intuito, em dezembro de 2007. “Domingo vocês vão decidir meu destino político, e se saberá se Hugo Chávez fica ou vai”, dramatizou o presidente, que disse que falaria pouco e discursou por 1h40. “Minha vida é de vocês. Façam com ela o que quiserem.”

Dezenas de milhares de pessoas tingiram de vermelho as avenidas do centro de Caracas para apoiar a emenda constitucional. A maioria trazia camisetas, bonés, coletes e bandeiras indicando que trabalham para algum órgão ou programa social do governo ou estudam em escolas públicas. Na Torre Ministerial, que abriga os Ministérios da Comunicação e Informação, da Educação Superior e da Ciência e Tecnologia, funcionários desciam os elevadores carregando fardos de camisetas vermelhas e panfletos defendendo o “sim” no referendo. Motociclistas circulavam entre os manifestantes com distintivos, ao estilo FBI, do Ministério da Participação e Proteção Social. A manifestação coincidiu com o Dia da Juventude na Venezuela, na qual o movimento estudantil tem tido um papel central na resistência ao regime. Hoje, os opositores de Chávez pretendem realizar uma grande manifestação na capital.

O presidente venezuelano, que completou uma década no poder, voltou a afirmar que “está pronto” para governar até 2019 – quando terminaria um eventual terceiro mandato presidencial. Chávez afirmou ainda que reconhecerá “qualquer resultado” do pleito e desafiou seus opositores a fazerem o mesmo. “Exijo aos dirigentes da oposição que digam ao país se vão ou não reconhecer os resultados do domingo”, afirmou. “Eu sei que estão preparando ‘guarimbas’ (bloqueios) e violência. Aconselho que não se atrevam, nós estamos prontos para enfrentá-los. A Venezuela terá paz, nós somos portadores da paz, eles são os portadores da violência”, acrescentou.

Em tom bem-humorado, o presidente venezuelano, que é solteiro, não escondeu a “preocupação” pela celebração do Dia dos Namorados, comemorado no dia 14 de fevereiro na Venezuela, véspera do referendo. Tentando evitar a dispersão de seus apoiadores, ele prometeu “uma semana de folga a partir da segunda-feira”, para que, no sábado, eles não deixem de lado a campanha para namorar. “Mas isso só depois de que derrotarmos a oposição nas urnas e, se for preciso, nas ruas, caso eles se atrevam a não reconhecer o triunfo da revolução bolivariana”, afirmou.

Segundo a BBC, espera-se que mais de 16 milhões de venezuelanos compareçam às urnas neste domingo para decidir se aprovam, ou não, a proposta de emenda constitucional.

(Com Lourival Sant´Anna, de O Estado de S. Paulo, e BBC Brasil)

Rizzolo: Olha eu conheço a Venezuela de Chavez, e ainda fui convidado por uma instituição ligada ao governo chavista para partcipar de um congresso em Caracas. Apesar de muitos dizerem que sou um mal agradecido a Chavez, que depois de tudo me virei contra o regime e começei a malhar o regime, reconheço sim que Chavez promoveu avanços sociais na Venezulena, principalmente em Petara, em Caracas.

Agora o que precisamos entender, é que apesar de Chavez ser um fanfarrão, e um incitador quando faz colocações de cunho antissemitas, é que numa democracia quem decide é o povo, e se o povo domingo decidir por a continuidade de Chavez, nada podemos fazer. E mais, vou dizer algo que para muitos poderá chocar: isso serve para Lula . Se houver um referendo no Brasil, sobre uma evetual emenda constitucional e se o povo brasileiro decidir, pela continuidade, está decidido. Ah! mas o Rizzolo enlouqueceu ! Esse cara não é de confiança !! Digam o que quiser, povo decidiu fim de papo .., acabou…

Sinagoga venezuelana é atacada em meio a tensão com Israel

CARACAS – Homens armados invadiram uma sinagoga em Caracas, capital da Venezuela, destruindo objetos religiosos e pichando muros, em meio a tensões nas relações diplomáticas entre Israel e o governo do presidente Hugo Chávez.

O líder socialista expulsou o embaixador israelense no mês passado e cortou os laços diplomáticos com Israel em protesto contra a campanha militar em Gaza que matou cerca de 1.300 pessoas. Tais gestos despertaram queixas de anti-semitismo na comunidade judaica venezuelana.

“Sentimo-nos desconfortáveis, ameaçados e intimidados,” disse Elias Farache, da Associação Israelita Venezuelana.

O ministro das Relações Exteriores do país, Nicolas Maduro, condenou os ataques, que aconteceram na noite de sexta-feira. Ele falava durante uma cerimônia de boas vindas a diplomatas venezuelanos expulsos de Israel em retaliação pelos atos da Venezuela.

O escritório argentino do Centro Simon Wiesenthal, uma organização judaica de direitos humanos, condenou os ataques e alertou contra uma campanha anti-semita na Venezuela que se intensificou desde o ataque a Gaza em janeiro.

Em 2005, Chávez despertou a ira da comunidade judaica ao declarar que aqueles que mataram Jesus Cristo haviam se tornado os donos das riquezas do mundo. Uma organização judaica venezuelana mais tarde saiu em defesa de Chávez, negando que o comentário fosse anti-semita.

Agência Estado

Rizzolo: Chavez que com suas declarações instigou o antissemitismo na Venezuela, assim como o PT que da mesma forma o fez quando tomou partido do Hamas, tentando importar a crise e o conflito para o Brasil; são partes de uma política deplorável que tem por único objetivo aumentar o antissemitismo na América Latina e gerar intriga onde ainda existe a paz. Só poderia dar nisso, neste retrocesso do diálogo, na precipitação de um ódio latente que se alimenta na ignorância secular da intolerância. Que estes atos sirvam de alerta aqui no Brasil onde as autoridades estão sempre dispostas a combater os antissemitas de plantão.

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Chávez se diz honrado com expulsão de diplomatas de Israel

BELÉM – O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou nesta quinta-feira que é uma honra para seu governo que o Estado “genocida” de Israel tenha expulsado diplomatas venezeualanos do país, em resposta à ruptura de laços decidida por Caracas.

Numa reação à medida venezuelana, um protesto contra a incursão militar de Israel em Gaza, Israel declarou “persona non grata” os encarregados de negócios do país sul- americano ante Israel e ante a Autoridade Palestina na cidade de Ramalah, na Cisjordânia.

“Vamos recebê-los com júbilo, e é uma honra para este governo socialista, para este povo revolucionário, que um governo genocida como o de Israel expulse nossa representação”, disse Chávez durante a sua chegada ao Fórum Social Mundial, que ocorre em Belém, no Pará.

Chávez criticou duramente Israel e sua aliança com os Estados Unidos, chamando a incursão em Gaza de Holocausto contra o povo palestino.

O presidente, crítico à política externa dos Estados Unidos, acusou a Casa Branca de estar por trás das ações bélicas de Israel, que resultaram na morte de cerca de 1.300 palestinos. Ele também tem buscado estreitar laços com países contrários a Washington, como Irã e Síria, com o que diz ser uma tentativa de pôr fim à hegemonia do “império” norte-americano.

agencia estado

Rizzolo: O presidente Chavez se desmoraliza cada dia mais, na verdade os únicos países que o aplaudem são os da América Latina, os demais que apóiam grupos terroristas como o Irã apenas utilizam-no para disseminar suas influências na nossa região. Os russos por exemplo com aquele poderio militar totalmente ultrapassado e obsoleto, impressionam apenas os incautos. É triste ver a América Latina sendo influenciada por visões distorcidas da realidade do Oriente Médio, Israel é a única democracia capaz de deter o fundamentalismo. Aceitar que Israel e sua população civil seja alvo de ataques por extremistas que não aceitam o Estado judeu, e condena-la no seu direito de se defender é mais uma nova versão do antissemitismo, com uma nova roupagem, é claro.

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Israel expulsa diplomatas venezuelanos do país

JERUSALÉM – O governo israelense ordenou hoje a expulsão de diplomatas venezuelanos do país. O motivo alegado é a decisão do governo de Hugo Chávez de romper relações com Israel, por causa da ofensiva militar na Faixa de Gaza. Os diplomatas venezuelanos devem deixar o país até sexta-feira.

A Venezuela expulsou no dia 14 o embaixador israelense de Caracas por causa da ofensiva militar israelense de 22 dias em Gaza, que matou cerca de 1.300 palestinos, mais da metade deles civis, de acordo com registros do Centro Palestino pelos Direitos Humanos. Entre os israelenses houve 13 vítimas no mesmo período. Na época, a Bolívia também expulsou o embaixador de Israel em La Paz pela mesma razão.

Ontem, o ministro de Relações Exteriores da Venezuela, Nicolás Maduro, negou que seu país mantenha qualquer relação com o grupo militante palestino Hamas ou com o grupo militante xiita libanês Hezbollah. Maduro disse que a Venezuela tem uma “relação transparente” com o mundo muçulmano.

O ministro respondia a um artigo publicado no jornal israelense Haaretz, segundo o qual o governo Chávez concede auxílio a esses grupos. Maduro também negou que a administração venezuelana seja antissemita. As tensões entre os países já eram tensas pela crescente proximidade entre Chávez e o Irã, um inimigo israelense. As informações são da Dow Jones.
agência estado

Rizzolo: O mínimo que a Venezuela de Chavez poderia esperar é o ocorrido. Há tempos a América Latina tem sido alvo de uma campanha liderada por alguns países como o Irã no sentido de ampliar a influência de grupos terroristas. Ontem o próprio secretário norte-americano de Defesa, Robert Gates alertou sobre este fato. O pior é que a esquerda brasileira aplaude o esquerdismo de Chavez e Morales e acaba ficando sempre do lado errado. Uma pena.

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Irã tem papel ‘subversivo’ na América Latina, diz Gates

WASHINGTON – O secretário norte-americano de Defesa, Robert Gates, acusou nesta terça-feira o Irã de realizar “atividade subversiva” na América Latina, e minimizou a importância das ações russas para buscar mais influência na região.

Gates disse que as iniciativas de Moscou, como o exercício naval conjunto russo-venezuelano de novembro, não representam uma ameaça aos Estados Unidos, e ironizou a envelhecida capacidade militar dos russos.

“Estou mais preocupado com a interferência iraniana na região do que com os russos”, disse Gates à Comissão de Serviços Armados do Senado.

“Estou preocupado com o nível de atividade francamente subversiva que os iranianos estão realizando em diversos países da América Latina”, disse Gates, em resposta a uma pergunta do senador Mel Martinez, republicano da Flórida.

“Eles (iranianos) estão abrindo um monte de escritórios e um monte de fachadas por trás das quais interferem no que está acontecendo nestes países”, disse Gates, sem entrar em detalhes.

Os governos esquerdistas de Venezuela, Cuba, Equador, Nicarágua e Bolívia se tornaram aliados do regime islâmico iraniano nos últimos anos, tendo em comum sua rivalidade contra os EUA. Outros países latino-americanos, inclusive o Brasil, mantêm relações com o Irã.

Os EUA acusam o Irã de tentar desenvolver armas nucleares e apoiar grupos terroristas no exterior. Teerã rejeita ambas as acusações.

O presidente republicano George W. Bush incluiu o Irã na lista de inimigos que ele chamou de “eixo do mal,” mas seu sucessor, o democrata Barack Obama, promete um diálogo com Teerã, embora sua secretária de Estado, Hillary Clinton, tenha sugerido na terça-feira que cabe à República Islâmica dar o primeiro passo.

Gates, único integrante do gabinete de Bush a ser mantido por Obama, disse que a melhor atitude diante da recente visita de uma frota naval russa ao Caribe é “o descaso”.

Segundo Gates, se a tensão com Moscou na época não estivesse tão elevada, por causa da guerra de agosto da Rússia contra a Geórgia, ele teria tentado convencer Bush a convidar os navios russos para uma visita a Miami. “Acho que eles iriam se divertir muito mais do que em Caracas”, afirmou.

Gates também foi irônico ao dizer que os pilotos dos velhos bombardeiros soviéticos Tu-160, os “Blackjack”, deveriam ter ficado contentes por receberem a escolta de aviões norte-americanos a caminho da Venezuela.

“Quando eles se queixaram da nossa escolta para os bombardeiros Blackjack deles até a Venezuela, eu fiquei com vontade de dizer que só queríamos estar por perto para a operação de busca e resgate caso eles precisassem.”

Agência Estado

Rizzolo: Todas estas afirmações ratificam o que temos dito, o Irã continua sendo um País com características subversivas e agindo na América Latina insuflando o ódio aos EUA e disseminando o antissemitismo. Não é à toa que partidos políticos influenciados pelo Irã e outros, saem em defesa de grupos terroristas e contrários à Israel. O governo Obama é na verdade dotado de bom senso no que diz respeito a sua política internacional, o que faz muito bem, porque ” dar moleza” para o presidente Mahmoud Ahmadinejad é altamente perigoso. Só para terminar, dizem que o presidente do Irã vem ao Brasil a visita. Que escolha errada hein!

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Que ninguém se engane: Obama é o “império”, diz Chávez

CARACAS (Reuters) – O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse nesta terça-feira que ninguém deve se iludir com a posse de Barack Obama como presidente dos EUA, mas reiterou que espera uma mudança de atitude de Washington em relação à América Latina.

Obama, de 47 anos, tomou posse neste terça-feira como o primeiro presidente negro dos Estados Unidos, criando grandes expectativas dentro e fora do país, apesar de enfrentar a pior crise econômica em décadas.

“Hoje é um dia… que tem uma particular importância em nível internacional porque hoje assume a presidência dos Estados Unidos um novo presidente. Ninguém se iluda, trata-se do império norte-americano!”, disse Chávez em um ato de campanha eleitoral.

Chávez disse que seu país continuará em “revolução”, sem se importar com quem é o inquilino da Casa Blanca.

“Nós seguiremos avançando independentemente de quem seja o presidente dos Estados Unidos, independentemente da política exterior deste governo, a revolução bolivariana seguirá avançando, construindo a independência nacional da Venezuela”, afirmou.

Mas na segunda-feira ele havia dito que espera que o novo presidente “olhe para a América Latina com um novo olhar, com um novo enfoque de respeito às democracias e aos processos de mudança que avançam em nossa terra”.

Chávez transformou o confronto ideológico de sua autoproclamada “revolução socialista” com “o império capitalista” em uma das prioridades de sua política internacional e interna, denunciando uma conspiração de Washington para derrubá-lo e tomar posse das riquezas do país, especialmente o petróleo.

Na semana passada, o líder venezuelano pediu a quem se referiu como o “homem negro” que retifique suas opiniões sobre seu governo se deseja que melhorem as abaladas relações diplomáticas entre as duas nações.

O presidente venezuelano também não perdeu a oportunidade para se despedir do ex-presidente George W. Bush, que deixou a Casa Branca nesta terça-feira. Durante seu mandato, Bush foi chamado por Chávez de “diabo”, “bêbado”, “burro” e “assassino”.

“Por um lado estamos contentes de que este presidente vai embora do governo que encheu o mundo de terror e de violência. Adeus, senhor Bush!”, exclamou o presidente venezuelano.

(Por Ana Isabel Martínez)

Folha online

Rizzolo: Bem , Chavez é o tipo do sujeito que não podemos levar à sério, até porque o que ele quer é aparecer. Ontem, é claro, quiz com suas declarações, aparecer mais que Obama, e não perdeu a oportunidade de acusar os EUA de imperialistas como de praxe e custume. Como diz Chavez ” Obama é o império” , e isso nos autoriza dizer que Chavez continua sendo o eterno ” fanfarrão da América Latina”.

Centro judaico acusa PT de apoiar terrorismo após crítica a ofensiva

O Centro Simon Wiesenthal expressou nesta quarta-feira seu protesto contra o Partido dos Trabalhadores (PT), que divulgou uma nota em que classificou de “terrorismo de Estado” a ofensiva israelense contra o Hamas em Gaza.

Desde o início do ataque israelense a Gaza, no dia 27, mais de 600 palestinos morreram, informam fontes médicas que atuam no território. Ao menos um quarto das vítimas palestinas seria de civis. Sete soldados israelenses morreram na ofensiva, quatro deles em episódios de “fogo-amigo”, e quatro civis foram mortos em ataques de foguetes lançados pelo Hamas contra as cidades do sul de Israel. Israel diz que a ofensiva tem por objetivo dar um fim aos ataques com foguetes, que se intensificaram após o fim, no dia 19 de dezembro, de uma trégua de seis meses com o Hamas.

No comunicado divulgado nesta quarta-feira pelo PT, o partido criticou a ofensiva de Israel na faixa de Gaza e declarou o seu “integral apoio à causa palestina”. “Não aceitamos a “justificativa’ apresentada pelo governo israelense, de que estaria agindo em defesa própria e reagindo a ataques. Atentados não podem ser respondidos através de ações contra civis. A retaliação contra civis é uma prática típica do exército nazista”, afirma a nota, assinada pelo presidente do PT nacional, Ricardo Berzoini.

O Centro Wiesenthal rejeitou a nota do PT “devido à declaração na qual acusa Israel de praticar ‘terrorismo de Estado’, negando seu direito à auto-defesa e chamando sua reação aos ataques terroristas do Hamas como ‘prática nazista'”, indica um comunicado do centro, divulgado por sua sede regional para a América Latina, em Buenos Aires.

A entidade se dedica à busca de criminosos de guerra nazistas em todo o mundo.

Além do comunicado, o Centro Wiesenthal enviou uma carta ao presidente do PT, Ricardo Berzoini, e ao secretário de Relações Internacionais do partido, Valter Pomar.

Na carta, assinada por Shimon Samuels, diretor de Relações Internacionais, e Sergio Widder, representante para a América Latina, o Centro Wiesenthal afirma que “o comunicado do PT é escandaloso, mas não de todo surpreendente, dado seu acordo de cooperação com o Partido Baath Árabe Socialista da Síria”.

“Lembremos que, sob o regime do Baath, a Síria deu abrigo ao criminoso nazista Alois Brunner, além do lugar-tenente de Adolf Eichmann na implementação da ‘Solução Final’ (de aniquilamento dos judeus na Segunda Guerra Mundial). Isso sim é cumplicidade com o nazismo”, destacou.

Além disso, a nota exige que o PT, partido presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condene “o antissemitismo do Hamas”, e “a chuva de foguetes que essa organização dispara contra civis israelenses, além de seu abuso contra os civis palestinos, aos utilizá-los como escudos humanos”.

A entidade conclui afirmando que, com a postura adotada, o PT “demonstra solidariedade com o antissemitismo e o terrorismo”.

A nota do PT já tinha sido alvo de crítica do presidente da Confederação Israelita do Brasil (Conib), Cláudio Luiz Lottenberg.

Folha online

Rizzolo: O acordo de cooperação do PT com o Partido Baath Árabe Socialista da Síria é a prova cabal da solidariedade ao antissemitismo, como afirma o texto. As pitadas de posturas antiamericanas, o apoio a Chavez assim como os laços com o Irã dão o verniz comprobatorio e ratificam as denúncias do Centro Wiesenthal. Até agora não vi nenhuma crítica em relação ao Hamas, mas uma vez reina a esquerdofrenia retrógada apoiando o terrorismo, gritando contra os EUA, e aplaudindo as manobras russas no Caribe. Este é o PT, levando a imagem do Brasil como sendo um País que compactua com a intolerância. Veja o site nos EUA Simon Wiesenthal Center

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Hamas elogia Chávez por expulsar embaixador israelense

CIDADE DE GAZA – O movimento islâmico palestino Hamas saudou nesta quarta-feira, 7, o que chamou de “valente” iniciativa do presidente venezuelano, Hugo Chávez, de expulsar o embaixador israelense em Caracas para denunciar a “agressão sionista covarde” contra a Faixa de Gaza. O líder do Hezbollah também elogiou o presidente da Venezuela por expulsar o diplomata. Para Hassan Nasrallah, todos os países, incluindo os árabes, deveriam seguir o exemplo deste “grande líder latino-americano” para mostrar sua solidariedade com os palestinos.

“O governo da República Bolivariana da Venezuela decidiu expulsar o embaixador de Israel e parte do pessoal da embaixada de Israel na Venezuela, reafirmando sua vocação para a paz e a exigência de respeito ao direito internacional”, diz uma nota divulgada pelo Ministério de Relações Exteriores venezuelano. Segundo a BBC, no documento, a Venezuela ainda acusa Israel de praticar “terrorismo de Estado” e de violar o direito internacional com a ofensiva em Gaza.

Israel estuda “medidas de reciprocidade” à expulsão de seu embaixador em Caracas, segundo afirmou a diretora para a América Latina do Ministério de Relações Exteriores israelense, Dorit Shavit. A responsável israelense não quis precisar de que tipo de medidas se trataria, e quando seriam adotadas por Israel. Em comunicado, após saber da decisão do governo de Caracas, o Ministério de Exteriores israelense acusou a Venezuela de manter “estreitos laços” com o Hamas e o Irã. “Israel continuará se defendendo de seus inimigos, entre eles o Hamas e o Irã, com os quais a Venezuela tem estreitos laços”, segundo a nota.

“A Venezuela deve escolher em que lado desta guerra está. Deve escolher entre os que lutam contra o terrorismo e os que o apoiam. Não é nenhuma surpresa que a Venezuela tenha esclarecido ao mundo novamente de que lado está”, acrescenta o comunicado.

A Venezuela é atualmente representada diplomaticamente em Israel apenas por um encarregado de negócios, Roland Betancourt, por isso a expulsão desse funcionário levaria ao fechamento da embaixada venezuelana em Tel Aviv.

agência estado

Rizzolo: Pela notícia acima, podemos inferir por quantas anda o movimento de esquerda na América Latina, e quem são seus admiradores. Já como referência a atitude anti-semita de Chavez, podemos também nos indignar com a postuta do PT em apoiar explicitamente regimes no oriente médio que jamais adotaram a democráticas e que são realmente inimigos da liberdade em todos os sentidos. Esses que expulsaram o embaixador israelense, os que acusam Israel, e os que defendem os regimes de exceção, são os mesmos que gritaram e repudiaram a reativação da Quarta Frota dos EUA ao mesmo tempo que aplaudiam as manobras russas no Caribe sob os auspícios de Chavez. Apenas dois lados da mesma moeda, o Chavismo e o Petismo. É uma pena.

A Costa do Sauípe a as manobras no Caribe

Na Cúpula da América Latina e do Caribe, onde os líderes ali estiveram para discutir os caminhos do nosso continente. Ouviu-se de tudo. Desde os ditames de como Barack Obama deve se comportar para que o grupo diminua seu rancor aos EUA, até a impossibilidade de alguém atirar sapatos em função do calor, o que poderia gerar ” chulé”, como assim disse aos jornalistas o presidente Lula, num tom de brincadeira.

Chavez que ainda não resolveu fazer uma ponte, digo dentária, com sua camisa vermelha ressaltou que o Brasil não é o único país a exercer “uma liderança importante na América Latina”, e que um conjunto de lideranças seria o ideal. Talvez, sob o ponto de vista de Chavez, as lideranças na América Latina, num discurso uníssono, poderiam em conjunto dar um “pito maior”, e com mais eficiência em Obama, se por ventura este não se adequasse às exigências da turma vermelha do continente, que insistem em ser contra o imperialismo, mas adoram e aplaudem as manobras russas do Caribe.

Aplaudem também o grupo de forma velada, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, um homem tão complicado quanto seu nome, e que tem entre seus projetos humanitários “varrer Israel do mapa”, e enfrentar o capitalismo americano com suas armas, que segundo ele, são ” de uso pacífico”. A verdade é que todos esperam saber quem é Barack Obama, e já delineiam como o mesmo deve se comportar. Afinal como um presidente negro, na visão da esquerda retrógrada, deveria ele alinhar-se à turma do continente, e se tornar bonzinho e dócil.

Contudo, Obama já mostra seu perfil de estadista, de homem realmente comprometido com o papel dos EUA no mundo. Com efeito, não podemos aceitar um presidente de uma potência mundial conivente com países de pouca envergadura democrática. Há poucos dias, para desespero da turma vermelha, Barack Obama confirmou sua intenção de defender Israel e de manter a política externa americana nos moldes anteriores, porém com mais suavidade política.

Já em relação à turma vermelha do continente americano, e nessa turma, não incluo o presidente Lula, que é mais vítima do PT e de Amorim do que das circunstâncias políticas em si, estes continuarão eternamente a vociferar contra o imperialismo e o capitalismo, coisas que estão mais para a esquerda de Ipanema, regada a vodca e Mercedes Sosa. Aliás, ao que parece, a Costa do Sauípe tornou-se um imenso Ipanema, onde de tudo se pode falar menos sobre o Irã, sobre Cuba e sobre as manobras russas do Caribe, em nome da Garota do Caribe.

Fernando Rizzolo

Vizinhos ‘têm receio de liderança de Lula, diz ‘La Nacion’

O presidente Luís Inácio Lula da Silva enfrenta receio de seus colegas sul-americanos quanto à busca do Brasil pela liderança regional, segundo reportagem publicada nesta segunda-feira pelo jornal argentino La Nacion, por ocasião da cúpula presidencial em Salvador.

O encontro vai reunir 29 presidentes latino-americanos. “Alguns analistas avaliam que o país anfitrião vai mostrar sua liderança regional nesta cúpula quádrupla – a do Mercosul, da Unasul, a primeira da América Latina e do Caribe e a do Grupo do Rio – mas outros analistas advertem que nem todos os líderes estão contentes com o presidente Luís Inácio Lula da Silva, inclusive a Argentina”, diz o jornal.

“Há mal estar da Argentina, Equador, Bolívia e Paraguai com o Brasil”, diz o jornal, que diz que estes países “questionam a orientação que (o Brasil) quer impor na economia”.

Segundo o La Nacion, as diferenças começaram durante as negociações da Rodada Doha de comércio global em julho, em Genebra, quando o Brasil, que negociava em nome dos países em desenvolvimento, aceitou a proposta dos países ricos apesar da oposição argentina.

“O Brasil usa os países em desenvolvimento para se posicionar como jogador global e depois faz com eles o mesmo que os países desenvolvidos”, disseram analistas do governo de Cristina Kirchner ao jornal. Segundo esses analistas, a Índia e a África do Sul também teriam ficado descontentes com a mudança de posição brasileira em Doha.

Já o Equador, segundo o jornal, está envolvido em duas disputas com o Brasil, um por conta da expulsão da Odebrecht por conta de uma represa e outra por um empréstimo do BNDES para a construção dessa empresa.

“Os países reunidos no bloco Alternativa Bolivariana para a América (ALBA), liderados pela Venezuela de Hugo Chávez, se solidarizaram com o Equador neste caso. Diferentemente da petro-diplomacia de Chávez, Lula não saiu pela região apoiando candidatos presidenciais nem assegurando o abastecimento energético.”

O La Nacion afirma que Bolívia e Paraguai também mantêm tensas negociações com o Brasil, a Bolívia por conta do preço do gás vendido ao vizinho, e o Paraguai por conta do preço da eletricidade gerada por Itaipu.

Em editorial sobre as cúpulas paralelas em Salvador, o La Nacion afirma que no encontro, os presidentes Lula e Chávez vão continuar disputando dissimuladamente a liderança regional, mas que, provavelmente, será difícil que os líderes regionais cheguem a um acordo sobre uma política comum e como colocá-la em prática. BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Agência estado

Rizzolo:Muito embora a política internacional brasileira tem sido desastrosa em muitas questões, realmente pode-se observar um mal-estar entre os vizinhos na medida em que o governo brasileiro não chancela todas as posições adotados pela maioria dos países da América Latina.

E isso o faz com muito bom senso, vez que a contaminação ideológica nas tomadas de decisões desses países, atrapalham o desenrolar e os avanços com os demais países como os EUA e a Europa. A visão ainda antiamericana desses países, é retrógrada e o Brasil jamais deve compactuar com esses ideais bobos. Lula muito embora alguns não concordem, é um grande estadista, e acredito que a melhor forma de manter-se nos limites de sua popularidade atual, é se afastar daqueles que internamente bradam o grito petista de radicalismo.

Aliás, a nova pesquisa sobre a avaliação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu a 80,3% em dezembro e bateu novo recorde, segundo pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta segunda-feira, 15. Em setembro, a aprovação pessoal do presidente estava em 77,7%.

Hugo Chávez se diz disposto a trabalhar com governo Obama

CARACAS – O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, reiterou neste domingo, 14, que poderia colaborar com a Agência Antidrogas americana (DEA) se as “relações de respeito” entre Caracas e Washington forem restabelecidas quando o presidente eleito dos EUA, Barack Obama, assumir o cargo, em 20 de janeiro, informou a agência France Presse.

“Podemos retomar um acordo respeitoso da Venezuela com a DEA, sempre respeitando a soberania do país”, afirmou Chávez em uma entrevista ao canal local Televen. O presidente venezuelano suspendeu em agosto de 2006 um acordo com a agência americana. Desde então, a Casa Branca alega que a Venezuela “falha” no combate ao narcotráfico.

Hugo Chávez também se mostrou aberto para receber funcionários de Washington para debater outros temas, como energia. “Estou disposto a avaliar tudo isso, como o tema energético, a luta contra o terrorismo, e disposto a trabalhar com o novo governo dos Estados Unidos”, continuou.

O presidente venezuelano, que manteve relações tensas com a administração George W. Bush “tanto no pessoal quanto no político”, crê que as relações entre EUA e Venezuela “vão melhorar” com Obama. “Sinto que há ventos de mudança. Temos que olhar com paciência, bom ânimo e fé”, concluiu.

Agência Estado

Rizzolo: Bem, sempre há tempo de um melhor entendimento. Não há outra saída a Chavez a não ser parar de vez com as suas infantis posturas anti americanas, que por sinal não fazem mais sentido. Obama que desde o início representou o “novo” a “mudança” demonstrou que de novo não há nada, se staff é tão conservador quanto o de Bush, tudo conversa para se eleger. Por outro lado está tendo umas posturas que já preocupa os radicais, como o Irã, e outros. Se Chavez se entender com Obama será um grande avanço para a Venezuela.

Lula diz que Brasil terá submarino nuclear em breve

BRASÍLIA – Durante cerimônia em homenagem ao Dia do Marinheiro e de entrega da Medalha do Mérito Tamandaré, durante a manhã desta quinta-feira, 11, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, por meio de mensagem, que o Brasil terá um submarino nuclear em breve. “Os acordos para a construção do primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear estão se tornando a cada dia mais concretos. Em alguns anos, o Brasil fará parte do seleto grupo de nações que possuem esse fator”, afirma o presidente.

Na mensagem Lula destacou, ainda, que uma das prioridades do Programa de Reaparelhamento da Marinha são os navios-patrulha que irão operar nas imediações das plataformas petrolíferas.

O vice-presidente da República, José Alencar, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e o presidente do Senado, Garibaldi Alves, participaram da cerimônia. “Esta homenagem recompõe as tradições da marinha e faz parte daquilo que chamamos de integração das Forças Armadas com a sociedade brasileira”, destacou Jobim ao sair do evento.

Agência Estado

Rizzolo: Precisamos dar prioridade não só no programa a implantação do projeto do submarino de propulsão nuclear, mas também aos submarinos convencionais, construção de navios-patrulha oceânicos e fluviais (estes últimos para o patrulhamento da Amazônia), e a compra de aviões de caça considerados de última geração, constante do projeto FX da Aeronáutica.

Alem disso, temos também que dar ênfase ao desenvolvimento nacional de famílias de mísseis, sejam antiaéreos, terra-ar ou mar-ar; a aquisição de radares tridimensionais de defesa aérea e ampliação da frota de helicópteros para transporte e defesa.

O Brasil não pode ser um mero comprador de materiais de defesa, precisamos fortalecer nossa indústria bélica, não basta sermos uma super poderosa força de combate de 45.000.000 (quarenta e cinco milhões) de homens, temos que ir além, na defesa de nossa soberania.

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Esquadra russa fará manobras conjuntas com Venezuela

MOSCOU – Uma esquadra naval russa deverá chegar amanhã à Venezuela para a realização de manobras militares conjuntas com a Marinha local, informou hoje em Moscou um porta-voz das forças navais da Rússia. As manobras coincidem com a presença do presidente da Rússia, Dmitry Medvedev, na região. Entre os navios enviados à Venezuela encontra-se o cruzador movido a energia nuclear Pedro, o Grande.

“Em 25 de novembro começará a visita de um destacamento na Frota do Norte a (o porto venezuelano de) La Guaira”, disse Igor Dygalo, porta-voz da Marinha russa. “Em 1º de dezembro, os navios russos realizarão manobras navais em conjunto com a Marinha da Venezuela.”

De acordo com ele, as manobras militares incluirão treinamentos de planejamento operacional, de ajuda a embarcações em perigo e de abastecimento de navios em movimento.

A decisão russa de realizar manobras militares em conjunto com a Venezuela no Mar do Caribe é vista por analistas como uma mensagem de desafio aos Estados Unidos.

Medvedev deverá visitar a Venezuela esta semana como parte de um giro pela América Latina. Ele se reunirá com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez. O presidente russo, que esta semana também visitará o Brasil, chegará à Venezuela na quarta-feira e encerrará seu giro pela região com uma viagem a Cuba. As informações são da Dow Jones.

Agência Estado

Rizzolo: É claro que essas manobras têm endereço certo: os EUA. Os russos pretendem dar uma resposta em relação ao acordo com a Polônia que prevê a instalação de antimísseis por parte dos EUA naquele País Na verdade os russos não aceitam a presença americana na Europa Oriental, a afirmam que os antimísseis são na realidade contra a Rússia, e não contra o Irã. Face a este ótimo pretexto, e com a ajuda do fanfarrão Chavez, e de outros na América Latina, a Rússia provoca os EUA no mar do Caribe, ao mesmo tempo em que a esquerda boba latino americana bate palmas as manobras.

Seria o caso de nos perguntarmos: O que os países da América Latina ganham com a presença russa no nosso continente ? A resposta é nada, a não ser uma inspiração pouco democrata que ainda permeiam as idéias de Putin e Dmitry Medvedev. O governo brasileiro gritou quando a Quarta Frota surgiu, mas o silêncio em relação às manobras russas não nos deixam dúvidas: A Rússia pode, os EUA não. Não é ? Nem satisfação o governo brasileiro pede aos russos, já em relação aos EUA a indignação foi total, afinal de contas na cabeça da esquerda latino americana os EUA são os ” imperialistas”, não é verdade ? Ah ! Quanto atraso, hein !!!.

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Contexto ideológico e soberania relativa

O conceito de soberania entre os romanos, classificada como suprema potestas. Era o poder supremo do Estado na ordem política e administrativa. Posteriormente, passaram a denominá-lo poder de imperium, com amplitude internacional. Historicamente, é bastante variável a formulação do conceito de soberania, no tempo e no espaço. No Estado grego antigo, como se nota na obra de Aristóteles, falava-se em autarquia, significando um poder moral e econômico, de auto-suficiência do Estado. Já entre os romanos, o poder de imperium era um poder político transcendente que se refletia na majestade imperial incontrastável, e talvez seja aí, durante o império romano que a essência do conceito territorial soberano se expandiu.

O que observamos hoje, contudo, é que existe um viés conceitual do espaço soberano de um Páis, que é legitimado pelo livre espaço de atuação dos grupos que se diferem ideologicamente num mesmo território, ou em territórios onde deveriam “a priori” ser respeitado o nobre conceito. Porém até onde grupos guerrilheiros tem legitimidade para sua atuação ? Os EUA no decorrer dos últimos anos têm tido uma posição de questionamento do conceito de soberania face à sua ” guerra contra o terrorismo”; muito mais uma política republicana do que propriamente americana em si, contudo, vale uma reflexão ao analisarmos até que ponto a disseminação desse conceito não acaba sendo abarcado por outros países como o que ocorreu na Colômbia.

A grande questão é que, se existe um grupo guerrilheiro entendendo apenas que seus objetivos devam se alcançados através de expedientes espúrios, teriam eles legitimidade para existirem? Não estariam eles nos norteando e nos legitimando a ataca-los aonde quer que estejam? O mais interessante dessa questão é que do ponto de vista dos guerrilheiros o inverso do conceito é o mesmo. Assim sendo, teríamos que lançar uso de um fator preponderante maior, que daria base as investidas dessa natureza, e aí, nos esbarramos no que é ético, aceitável, e humano para uma sociedade.

As Farc há muito deixaram de exercer uma trajetória de cunho marxista num plano estratégico de poder. Tornaram-se um grupo isolado, perverso, e comercial, baseando suas atividades do narcotráfico, no seqüestro, e na intimidação que são práticas abomináveis. Ora, nesse contexto acredito que a soberania relativa poderia se assemelhar a uma figura penal jurídica de ” estado de necessidade”, ou como na persecução, um ” estado de flagrância”. Não há como convivermos com grupos terroristas, e a compreensão de agressão de um Estado a outro, deve ser minimizada face à ideologia e ética de grupos violentos que oferecem perigo à sociedade.

Não estou com isso aprovando a incursão da Colômbia ao Equador, mas de certa forma, entendendo como legítima em casos extremos uma reavaliação desse aspecto da soberania, até porque, temos que levar em consideração o fato do aumento do radicalismo quer religioso, quer oportunista ou terrorista, como no caso das Farc e do fundamentalismo islâmico. O presidente Correa, do Equador, sabia que esse grupo permeava seu território, até porque, guerrilheiros se sentiam seguros por lá. Isso é ético? Com certeza não é, da mesma forma que atravessar a fronteira para atingir um desiderato bélico, como assim fez a Colômbia. Mas o que é pior à sociedade? A soberania relativa deve ser analisada com profunda reflexão e os Estados devem analisar caso a caso, sem maiores paixões bélicas ou nacionalistas, e com maior visão de proteção à sociedade das atividades de grupos desestabilizadores da democracia.

Fernando Rizzolo

A Marinha do Brasil e a questão dos submarinos

Comandante da Marinha defende política de aquisição de submarinos convencionais, diante das dificuldades de verba para concluir o submarino nuclear brasileiro

Publicamos hoje texto enviado pelo Comandante da Marinha, almirante Roberto de Guimarães Carvalho, a respeito da entrevista que nos concedeu o almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva (HP, 22/11/2006), sobre a questão do submarino nuclear brasileiro. Na entrevista mencionada, o almirante Othon, que chefiou o programa nuclear da Marinha, com a conquista da tecnologia para o enriquecimento do urânio, defendia a conclusão do submarino nuclear, já em adiantada fase de construção – tanto o reator nuclear quanto o protótipo do submarino já foram realizados, faltando a criação de laboratórios que permitam testar o reator em condições operacionais. Para o almirante Othon, a política de investir em submarinos convencionais não é a mais apropriada aos interesses da defesa do país. Nas condições tecnológicas da guerra atual, somente submarinos nucleares poderiam garantir a defesa diante de inimigos do país que já possuem, há muito, belonaves desse tipo. Daí a sua formulação de que a construção do submarino nuclear é um “gesto de independência”.

Em seu texto, o Comandante da Marinha ressalta que “a Marinha tem, permanentemente, pleiteado recursos junto ao Governo Federal, a fim de possibilitar darmos o curso normal ao Programa Nuclear da Marinha. Apesar do insucesso dessas tentativas, pelo menos até agora, é importante realçar que o Programa Nuclear da Marinha permitiu ao Brasil dominar a tecnologia de enriquecimento de urânio, conhecimento este restrito a apenas oito países”. Na ausência desses recursos, o Comandante da Marinha defende a política de aquisição – e possível construção no Brasil – de submarinos convencionais. “Como o próprio senhor Othon afirma, só tem submarino convencional quem não pode ter o nuclear”, diz o almirante Carvalho, e conclui: “infelizmente, nós estamos neste caso, pelo menos, ainda por um bom tempo, haja vista a situação orçamentária da Marinha nos últimos anos”.

Trata-se de um debate decisivo para o nosso país. Trata-se da defesa de nossa soberania, de nossa independência. Por isso mesmo, é altamente importante que os brasileiros, habitantes de um país com uma imensa fronteira marítima, tenham consciência precisa da questão, para que concentremos nossos recursos e nossos esforços na melhor e mais eficaz solução.

Almirante Roberto de Guimarães Carvalho *

Em relação à entrevista concedida pelo senhor Othon Luiz Pinheiro da Silva a esse conceituado veículo de comunicações, publicada na edição no dia 22 de novembro, cujo teor versa, basicamente, sobre a obtenção de submarinos convencionais ou nucleares, na qual, fazendo questão de dizer que falou como cidadão e não como Vice-Almirante da Reserva – daí eu ter me referido a ele como senhor, tece comentários, sem ter conhecimento completo do quadro conjuntural, sobre decisões da Alta Administração Naval, tanto de passado recente, como da atual, cabe a mim, como Comandante da Marinha, esclarecer aos leitores os seguintes aspectos:

a) a possível construção de um submarino convencional no nosso arsenal não é, na opinião da Marinha, um retrocesso. Pelo contrário, é a continuação do progresso, pois possibilitará manter a qualificação dos nossos engenheiros, técnicos e operários, conquistada com muito esforço, e que não podemos perder;

b) a Marinha tem perfeita ciência das diferenças existentes entre as capacidades operativas de submarinos convencionais e nucleares. Como o próprio senhor Othon afirma, só tem submarino convencional quem não pode ter o nuclear e, infelizmente, nós estamos neste caso, pelo menos, ainda por um bom tempo, haja vista a situação orçamentária da Marinha nos últimos anos. A Marinha sonha com o submarino nuclear, mas isso não basta. É preciso que, além do nosso sonho, haja uma vontade nacional, traduzida em recursos, de forma a transformar o sonho em realidade. Enquanto isso não ocorre, resta-nos a opção dos submarinos convencionais, que, apesar de terem sido comparados a “focas” ou “jacarés”, são plataformas navais eficazes, tanto o é, que, a principal e mais poderosa marinha do mundo os considera como uma das principais ameaças que poderá ter de enfrentar;

c) o submarino que a Marinha pretende construir não é o da classe daqueles que foram construídos na Argentina na década de 70. É um submarino convencional moderno, da mesma origem dos nossos atuais cinco submarinos, que serão modernizados, mantendo-se, assim, a padronização. Adquirir um submarino de uma outra origem, com tecnologia diferente daquela com a qual estamos habituados a trabalhar, seria passar por uma experiência que a nossa Força de Submarinos já passou, e que não foi boa, qual seja, a de conviver com submarinos de origens diversas. Em acréscimo, não há registro conhecido, de que um país detentor da tecnologia nuclear, para fins de propulsão naval, bem como de projetos de plataformas onde possam ser instalados os equipamentos e sistemas necessários, tenha transferido esses conhecimentos sensíveis a outro. Assim, considero, no mínimo, arriscada a presunção de que isso aconteceria conosco, caso a opção fosse por um submarino de outra origem;

d) no que se refere às considerações feitas citando nominalmente o Almirante-de-Esquadra Ivan da Silveira Serpa, eminente, respeitado e honrado Chefe Naval e ex-Ministro da Marinha, as mesmas distorcem os fatos e não correspondem à realidade. A bem da verdade, é mister mencionar que o Almirantado, então presidido pelo Almirante Serpa, ao decidir pela diminuição dos recursos destinados ao Programa Nuclear da Marinha, o fez motivado pela redução do orçamento da Força, pelo decrescente aporte de recursos da antiga Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), parceira no projeto, e por problemas de gestão na condução do Programa. Aliás, na oportunidade, por determinação do próprio Almirante Serpa, foi criada uma Comissão de Almirantes e Oficiais capacitados, com a tarefa de proceder um criterioso redimensionamento do referido Programa, adequando-o à realidade e às normas orçamentárias da Marinha;

e) quanto à aquisição em 1995, das quatro fragatas na Inglaterra, os navios, apesar de usados, estavam em excelentes condições materiais e operativas, três dos quais ainda integram e constituem importante parcela do poder combatente da nossa Esquadra. Os recursos utilizados, por meio de crédito especial, não integravam o Orçamento da Marinha e, portanto, não concorreram com os aplicados no Programa Nuclear. Em acréscimo, esses navios foram adquiridos para substituírem contratorpedeiros já bem antigos, de origem norte-americana, que foram retirados do serviço ativo. É claro que a Marinha precisa de submarinos, mas, embora alguns possam não concordar, também precisa de navios;

f) é imperativo enfatizar que, durante o meu período de Comando e daqueles que me antecederam, a Marinha tem, permanentemente, pleiteado recursos junto ao Governo Federal, a fim de possibilitar darmos o curso normal ao Programa Nuclear da Marinha. Apesar do insucesso dessas tentativas, pelo menos até agora, é importante realçar que o Programa Nuclear da Marinha permitiu ao Brasil dominar a tecnologia de enriquecimento de urânio, conhecimento este restrito a apenas oito países; e

g) em relação aos comentários pessoais sobre o atual Chefe do Estado-Maior da Armada, considero-o um oficial empreendedor, reconhecidamente inteligente e capaz, e cujo prestimoso assessoramento nos assuntos relevantes da Marinha tem sido de extrema valia para as decisões de alto nível que meu cargo requer.

Em relação ao todo da matéria jornalística, acredito que o senhor Othon tem todo o direito de expor as suas opiniões pessoais sobre um tema tão importante, mas deveria tê-lo feito considerando todas as variáveis envolvidas nesse complexo problema, e não apenas parte delas. Poderia, ainda, ter sido um pouco mais cortês nas suas colocações, dentro da fidalguia característica dos homens do mar.

*Comandante da Marinha
Jornal Hora do Povo

Rizzolo:A questão dos submarinos do ponto de vista tecnológico, se por hora o ideal é o convencional, ou se, o ideal seria que os investimentos maiores fossem drenados para a construção do submarino nuclear, é uma questão técnica e dialética. O que precisamos de uma vez por todas nesse país, e isso eu fico muito à vontade pra falar, até porque não sou militar, é termos uma visão concreta, determinada, e eficaz de investimento no nosso Parque Indústria Bélico.

Não há como conceber um país com uma extensão territorial como a nossa, onde ainda de forma submissa, ficamos escolhendo submarinos “de acordo com o nosso bolso”; não podemos aceitar, como disse o Almirante Roberto Carvalho, na sua justificativa, “que o Almirantado, então presidido pelo Almirante Serpa, ao decidir pela diminuição dos recursos destinados ao Programa Nuclear da Marinha, o fez motivado pela redução do orçamento da Força, pelo decrescente aporte de recursos da antiga Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), parceira no projeto, e por problemas de gestão na condução do Programa. Aliás, diz ele, na oportunidade, por determinação do próprio Almirante Serpa, foi criada uma Comissão de Almirantes e Oficiais capacitados, com a tarefa de proceder a um criterioso redimensionamento do referido Programa, adequando-o à realidade e às normas orçamentárias da Marinha”.

Ora, nossa defesa, nossas Forças Armadas não podem ficar sucateadas enquanto Bancos internacionais e nacionais se lavam em lucros, onde multinacionais em vultuosas remessas de lucros e dividendos nem sequer pagam Imposto de Renda, à Nação brasileira, onde tudo é programado para economizar, e se fazer superávit primário visando interesses externos. Agora em relação a orçamento militar tão importante como qualquer projeto social, temos sim que nos limitarmos “de acordo com o nosso bolso”, deixando a defesa nacional relegada a terceiro plano.

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Almirante Bezerril, presidente do Centro Tecnológico da Marinha:

“O país precisa de todo o tipo de energia e a nuclear é limpa e economicamente viável”

O almirante Carlos Passos Bezerril, diretor do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), defendeu a matriz nuclear para geração de energia elétrica. “Sem dúvida o país vai precisar de todo tipo de energia que estiver a seu alcance”, afirmou o almirante, lembrando que o Brasil “tem um potencial hidrelétrico formidável, deve explorá-lo ao extremo. Mas, por segurança e flexibilidade do sistema, outros tipos de fontes energéticas devem entrar em cena. O Brasil possui a sexta maior reserva de urânio do mundo (309,3 mil toneladas) tendo prospectado apenas 25% do território. A energia nuclear é limpa e economicamente viável”.

ULTRACENTRÍFUGAS

Com a construção da usina Angra 3, além de projetos do governo para a construção de mais centrais nucleares em outras regiões do país – contribuindo com a oferta de energia para garantir o desenvolvimento nacional –, o Brasil se prepara para colocar em funcionamento uma nova geração de ultracentrífugas, também desenvolvidas com tecnologia nacional, para o enriquecimento de urânio na fábrica da Indústrias Nucleares do Brasil (INB), em Resende (RJ).

“As máquinas atualmente em uso (da geração A), que a INB usa na unidade de produção de Resende, apresentam desempenho 50 vezes superior às versões iniciais. As máquinas da geração B, em fase de testes, são 40% mais eficientes que a linha A com entrada em operação em 2008. Outra geração, a C, encontra-se na etapa inicial de ensaios de homologação e tem rendimento estimado 40% maior que a do tipo B. A validação dessas máquinas pode demorar até 5 anos”, declarou o almirante Bezerril ressaltando: “Isso representa um salto de qualidade e produtividade no sistema”.

O Centro Tecnológico da Marinha é o responsável pelo desenvolvimento dos equipamentos do programa nuclear brasileiro, como os sistemas compactos de propulsão nuclear para submarinos. A construção do submarino com propulsor nuclear foi incluído no plano de reaparelhamento da Marinha.

Segundo o diretor do CTMSP, a falta de verbas impediu a conclusão do reator PWR (de água pressurizada), instalado no Centro Experimental de Aramar (CEA), no município de Iperó (SP). Para a sua conclusão, falta construir o Laboratório de Geração Nucleoelétrica, o LabGene, cujas fundações estão prontas em Aramar. Com a possibilidade de ser expandido, esse tipo de reator servirá para a produção de eletricidade a partir de usinas regionais.

“Há anos o Programa Nuclear da Marinha encontra-se em estado vegetativo, recebendo fundos suficientes só para o pagamento do pessoal e custeio. Seria necessário à execução do programa uma dotação de R$ 1,040 bilhão até 2015”, afirmou o almirante Bezerril, ressaltando que “falta pouco” para o país dominar todas as etapas do processamento do urânio. “Falta pouco. Falta só a conversão do yellow cake em gás (hexafluoreto). Há uma unidade especializada, semi-industrial, em implantação no CEA, em Iperó. Mais uma vez, depende de haver recursos”.

Com estudos de prospecção realizados em apenas 25% do território nacional, o Brasil possui a sexta maior reserva de urânio do mundo, com possibilidade de suprir as necessidades internas e, no futuro, disponibilizar o excedente para o mercado externo.

Hora do Povo.

Rizzolo: O almirante Carlos Passos Bezerril, diretor do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), tem toda a razão quando diz “O Brasil possui a sexta maior reserva de urânio do mundo (309,3 mil toneladas) tendo prospectado apenas 25% do território. A energia nuclear é limpa e economicamente viável”, não há dúvida que o otencial hidreletrico no Brasil é grande, contudo a energia nuclear , do ponto de vista de produtividade de energia, é melhor alem de ser uma energia limpa,; ademais, é evidente que o Brasil possuindo a sexta maior reserva de urânio não pode deixar de pensar em outra coisa a não ser energia nuclear.

É uma vergonha, o Programa Nuclear da Marinha encontrar-se em estado vegetativo, recebendo fundos suficientes só para o pagamento do pessoal e custeio. Quanto aos ambientalistas e outros que querem emperrar o desenvolvimento, devem ser neutralizados do ponto de vista técnico e principalmente patriótico, que é o que falta para eles.

Obs. Leitores, agora temos domínio próprio: http://www.blogdorizzolo.com.br

Submarino nuclear, blindados e caças são decisivos para Defesa

O ministro Waldir Pires considerou ainda a reativação da indústria nacional de defesa, como a Imbel, o desenvolvimento da família de mísseis e a aquisição de radares tridimensionais

O ministro da Defesa, Waldir Pires, anunciou as diretrizes que serão seguidas pelas Forças Armadas em seu programa de reaparelhamento. O anúncio foi feito em reunião do Conselho Militar de Defesa na semana passada. “É evidente que o Brasil precisa estar aparelhado, precisa estar capacitado, precisa estar em condições de dizer ao povo brasileiro que nós temos condições de termos uma nação que cumpra seus deveres com seu destino e com o futuro do seu povo”, afirmou o ministro.

O encontro reuniu os comandantes da Marinha, almirante Júlio Soares de Moura Neto; do Exército, general Enzo Martins Peri; da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, e o chefe do Estado-Maior de Defesa, Cleonilson Nicácio Silva. “A soberania não se delega, se exerce por meio de nossas instituições civis e militares”, disse Waldir Pires. O Conselho de Defesa foi criado no final da década de 90 para assessorar o presidente da República.

SUBMARINO NUCLEAR

No encontro, Waldir Pires destacou que o Programa de Reaparelhamento das três Forças deve levar em conta a importância crescente que o País assume na América do Sul e no cenário mundial. O ministro destacou como prioridade no programa a implantação do projeto do submarino de propulsão nuclear, submarinos convencionais, construção de navios-patrulha oceânicos e fluviais (estes últimos para o patrulhamento da Amazônia), e a compra de aviões de caça considerados de última geração, constante do projeto FX da Aeronáutica.

Além disso, a Defesa considerou prioridade o desenvolvimento nacional de famílias de mísseis, sejam antiaéreos, terra-ar ou mar-ar; a aquisição de radares tridimensionais de defesa aérea e ampliação da frota de helicópteros para transporte e defesa.

Segundo o Ministério, as diretrizes atendem à defesa da Amazônia – tida como prioridade estratégica para o país – assim como à proteção do Atlântico Sul “onde concentra-se grande atividade econômica brasileira, como a produção de 80% do petróleo produzido no país”. A partir deste encontro, o Conselho de Defesa estuda a possibilidade de criação de um Fundo de Reaparelhamento das Forças Armadas como forma de evitar a interrupção do fluxo financeiro das FFAA.

IMBEL

A reativação da indústria nacional de Defesa, como a Imbel (Indústria de Material Bélico), também foi abordada pelo ministro, uma vez que o Brasil pode estar capacitado para suprir as necessidades das FFAA além de fornecer materiais e equipamentos para países da América Latina e outras regiões do mundo. “O Brasil deve fortalecer suas Forças Armadas. Já adotamos uma política de paz e de multilateralismo, sustentada por um poder de dissuasão razoável. O Brasil não pode ser um mero comprador de materiais de defesa, precisamos fortalecer nossa indústria”, afirmou Pires.
Hora do Povo
Rizzolo: Precisamos dar prioridade não só no programa a implantação do projeto do submarino de propulsão nuclear, mas também aos submarinos convencionais, construção de navios-patrulha oceânicos e fluviais (estes últimos para o patrulhamento da Amazônia), e a compra de aviões de caça considerados de última geração, constante do projeto FX da Aeronáutica.

Alem disso, temos também que dar ênfase ao desenvolvimento nacional de famílias de mísseis, sejam antiaéreos, terra-ar ou mar-ar; a aquisição de radares tridimensionais de defesa aérea e ampliação da frota de helicópteros para transporte e defesa.

O Brasil não pode ser um mero comprador de materiais de defesa, precisamos fortalecer nossa indústria bélica, não basta sermos uma super poderosa força de combate de 45.000.000 (quarenta e cinco milhões) de homens, temos que ir além, na defesa de nossa soberania.

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