Chinês morre de felicidade ao saber que despesas médicas estavam pagas

Sabe aqueles casos em que ficamos tão felizes, mas tão felizes, que soltamos um “quase morri de felicidade”? Pois é, um indigente chinês infelizmente passou do quase e morreu, literalmente, de êxtase ao saber que a comunidade local pagaria por suas despesas médicas, segundo o diário “Chongqing Evening News”.

O indigente, um idoso de sobrenome Zhu, vivia em Beipei, no município de Chongqing (sudoeste da China).

Ele morreu devido a uma crise de pressão arterial alta, depois de saber que receberia da comunidade o dinheiro que tinha gastado para o tratamento de várias doenças, já que na China o sistema de saúde não é gratuito.

O jornal local tratou o caso do indigente como um exemplo da falta de assistência médica universal e gratuita no gigante asiático. “Zhu nunca teria se excitado a ponto de morrer se tivesse protegido por um sistema de assistência social imparcial e sólido”, disse o diário.

“Esta triste história revela como muitos pobres têm de esperar por muito tempo para receber assistência médica”, conclui o jornal.

*Com informações da EFE

Rizzolo: Na realidade ele morreu pela emoção. Provavelmente a emoção, em saber da solidariedade, fez com que sua pressão arterial disparasse e ele veio a falecer. O problema da saúde pública é grave em todo mundo, porem o modelo europeu é o mais aconselhável e humano. Não podemos conceber um modelo de saúde pago num País pobre como o Brasil. Infelizmente aqui morre-se de tristeza, de abandono, por omissão do Estado.

No caso do cancêr, aqueles que podem pagar por um tratamento VIP, como a ministra Dilma Roussef, que vai tomar a medicação MabThera, que custa R$ 8.000,00 o frasco, tem maior probabilidade de cura, já os demais do SUS, ou as crianças da Casa Hope, tem menos chance de cura, porque o Estado não paga tal remédio, motivo: é caro. É isso ai.

Bispo quer pressão internacional e questão indígena para barrar transposição do São Francisco

Depois de ficar meses em greve de fome em 2007 em protesto ao projeto governamental de transposição do rio São Francisco, dom Luiz Cappio agora quer usar a visibilidade do prêmio Kant – que vai receber em Friburgo (Alemanha) – para conseguir apoio internacional e, com ele, poder pressionar o Supremo Tribunal Federal para barrarem a intenção de construir um grande canal a partir do rio que atravessa o Nordeste.

“Vamos internacionalizar esse assunto e mostrar como ele, além de não beneficiar os povos tradicionais da região, como os índios e os quilombolas, só beneficia os grandes empreendimentos para a exportação”, disse em entrevista ao UOL Notícias em São Paulo, antes de embarcar para a Alemanha, onde recebe o prêmio de “Cidadão do Mundo” por seu trabalho humanitário no sertão baiano.

Prestes a receber seu segundo prêmio internacional, o bispo, juntamente com lideranças indígenas, pretende pressionar o Supremo Tribunal Federal (STF) a julgar ações pendentes contra o projeto de transposição, principalmente a que trata das terras dos índios. Devem ser apresentados relatórios, feitas várias mobilizações e uma petição popular.

Dom Cappio lançou nesta quarta-feira a campanha “Povos Indígenas em Favor do Rio São Francisco e Contra a Transposição”, em cerimônia que aconteceu no Convento São Francisco, centro da cidade.

Também faz parte das reivindicações a realização de audiências públicas democráticas, para garantir o direito de participação popular na formulação e implementação das políticas do governo federal na Bacia do São Francisco.

“A solução do governo é centralizadora, enquanto a população de 14 milhões de pessoas no interior nordestino estão dispersas. Elas carecem de projetos de pequeno porte para ter acesso à água”, afirmou o bispo.

Segundo a campanha, nove nações indígenas serão afetadas pelas obras. “Esse prêmio que vou receber é pela luta desse povo brasileiro. Isso vai ajudar a tornar o governo mais temerário diante de nosso movimento, que vai ganhar um novo ânimo”, disse dom Cappio.

Outro presente no ato foi Ruben Siqueira, do diretório baiano da Comissão Pastoral da Terra. “É mentira que a transposição resolve o problema da seca. Agora mesmo o Nordeste está inundado, e essa água vai embora. Essa transposição é uma obra interminável, afinal, ela vai parar com nossa pressão, mas o governo vai tentar recomeçá-la. E vai ser assim para sempre”, disse Siqueira.
Folha Online

Rizzolo: Sempre fui contra a transposição do Rio São Francisco, como já praticamente esgotei o debate do ponto de vista pessoal, transcrevo artigo meu publicado pela CNBB ( Conferência Nacional dos Bispos do Brasil ), em 2008: ” Os pobres do semi-árido, perto de Deus e esquecidos por Lula”

Chiquinho Scarpa está em coma após cirurgia para redução de estômago

Chiquinho Scarpa, 58 anos e famoso playboy paulistano, está internado – em coma induzido – no Hospital Sírio Libanês, no centro, por ter passado mal após uma cirurgia de redução de estômago, na semana passada.

O empresário já estava em casa, se recuperando, quando passou mal ao ingerir alimentos em excesso e voltou ao hospital. A mãe de Chiquinho, Patsy Scarpa, confirma a informação e diz que “a situação é muito complicada”.

A assessoria do Sírio Libanês confirma que Chiquinho está internado e informa que, a pedido da família, não pode dar mais informações sobre o paciente.

Tragédia

Esta é a segunda vez que a família Scarpa passa por maus momentos nos últimos anos. Em maio de 2008, o sobrinho de Chiquinho, Andrey Scarpa Nikolaeff, foi morto em um acidente de trânsito de madrugada, quando voltava para casa de uma boate.

Ao sair do túnel Max Feffer, na av. Cidade Jardim, Andrey, de moto, foi atingido por um carro que passou no farol vermelho e, ao cair da moto, foi atropelado por outro veículo. O jovem de 24 anos morreu na hora.
Globo

Rizzolo: É uma pena Chiquinho Scarpa estar passando por isso. De qualquer forma incidentes ocorrem em cirurgias, e vamos torcer para que ele se recupere. A família Scarpa faz parte da história de São Paulo na contribuição para o desenvolvimento do País e do nosso Estado. Vamos torcer por ele. Um sincero abraço meu e da Claudia Bonfiglioli .

Egito manda sacrificar todos os porcos do país por causa da gripe suína

O governo do Egito ordenou nesta quarta-feira (20) que centenas de milhares de porcos sejam sacrificados como medida de precaução por causa da gripe suína.

O movimento não deve prevenir a expansão do vírus H1N1, que já matou ao menos 7 pessoas no México e 1 nos EUA , uma vez que a doença é transmitida por humanos e não há registro de contágio nos suínos egípcios.

Mas o sacrifício de porcos, considerados impuros no conservador Egito, pode servir para tranquilizar a população.Os porcos são criados no país apenas pelas minorias cristãs.

Especialistas acreditam que uma pandemia de gripe poderia se espalhar rapidamente pelo Egito e ter efeito devastador no mais populoso país árabe, que tem a maioria de seus 80 milhões de habitantes concentrados no Vale do Nilo.
folha on line

Rizzolo: O extermínio de todos os porcos no Egito serve apenas para tranquilizar a população vez que a transmissão do vírus se dá de humano para humano. De qualquer forma, melhor seria nunca tê-los tido por perto e não ingeri-los; talvez então, não estaríamos diante de tal tragédia. Existe um antigo livro que preconiza o não consumo de carne de porco: a Bíblia, é só ler, acreditar, e agir enquanto é tempo. Não gosto de dar uma conotação religiosa a uma epidemia, mas sempre é tempo para refletirmos as nossas opções de vida e de alimentação.

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A Gripe Suína e a Humanidade

A fragilidade humana diante da natureza passa a ser assustadora quando nos deparamos com as novas doenças que surgem, principalmente aquelas relacionadas à infectologia. Na história da humanidade muitas foram as pestes que assolaram populações inteiras, e a problemática das epidemias sempre foi alvo de estudo da ciência e da medicina.

Os conceitos de transmissão das doenças contagiosas avançaram muito, e hoje podemos de forma clara constatar, a origem das doenças transmissíveis. Contudo vale salientar, que se avanços houveram em relação à pesquisa no campo da infectologia, no tocante as causas que propiciam o desenvolver das novas doenças, permanecem estas inalteradas, e de certa forma até potencializadas face ao abandono e ao abrandamento dos princípios básicos de fatores preponderantes e desencadeadores das propagações.

O aumento populacional, o estilo de vida, a ingestão maciça de carne animal, bem como a produção de grãos visando a criação cada vez maior de aves, suínos e bovinos – confinados estes, em grandes núcleos populacionais – nos remete a uma reflexão sobre esse meio de cultura perigoso, onde animais e seres humanos passam a ser atores biológicos, no desenvolvimento de novos tipos de vírus e bactérias.

Já no Antigo Testamento (Torah), as doenças contagiosas eram narradas com a descrição e a forma de prevenção, as quais surgiam dentro de um modelo religioso onde a caracterização das mesmas, continham conotações de estilo de vida, que esbarravam nos conceitos de alimentação e de obediência à Deus. Na verdade, a imposição das normas, vinham de encontro aos principais conceitos até hoje observados, no campo da infectologia e da saúde pública.

A gripe suína nos leva a uma profunda reflexão sobre a nossa relação com os animais, com a natureza, com o ecossistema, e acima de tudo sobre o fato de cada vez mais tornarmos o nosso hábito alimentar, num ato de paz em sintonia com natureza, e a crição divina, libertando assim os animais da triste missão covarde de fazê-los nos alimentar. Vamos libertar os animais, e quem sabe assim possamos nos libertar das pestes que nos aprisionam, e da triste violência sem limite contra os seres vivos da Terra.

Fernando Rizzolo

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Primeiro caso confirmado de gripe suína em Israel

Foi confirmado. Um israelense que chegou recentemente do México foi constatado ontem ter contraído o vírus letal da gripe suína. O notícia foi confirmada, por Matilda Schwartz, assessora de imprensa do Hospital Laniado na cidade de Natanya, cujo homem estava em observação desde domingo pela manhã, segundo APF/ir. Tomer Vajim. de 26 anos chegou do México a turismo na sexta feira, e segundo informações medicas ele passa bem. Assim sendo agora é oficial, a gripe suína definitivamente chegou à Israel, anunciou a rádio do exército israelense ao informar os resultados dos testes de Vajim. É o primeiro caso confirmado na região e ratifica as advertências da Organização Mundial de Saúde que a doença pode-se transformar em uma pandemia. Segundo Ran Balitzer, médico responsável pelo controle da doença junto ao Ministério da Saúde Israelense, ” A gripe suína é uma epidemia que pode atingir o mundo inteiro, e não há razões para que Israel escapasse disso”. Enfim, é o que eu sempre digo e recomendo: comida casher, reza e máscara.

Fernando Rizzolo

Empresário vindo dos EUA é a terceira pessoa com suspeita de gripe suína em Minas

Um empresário que recentemente viajou aos Estados Unidos é a terceira pessoa a ser internada em Belo Horizonte (MG) com suspeita de gripe suína. A informação é da Secretaria Estadual de Saúde, que informou nesta segunda-feira que todos os casos estão sendo investigados.

De acordo com a assessoria do órgão, o homem –morador de Belo Horizonte– voltou no último dia 17 ao Brasil de uma viagem a Boston. Nesta segunda-feira, por volta das 16h30, o empresário procurou uma unidade médica na cidade, após passar cerca de uma semana com os sintomas da doença.

Mais cedo, um casal de brasileiros que passou a lua de mel em Cancún, no México, chegou ao aeroporto Tancredo Neves, em Belo Horizonte, com os sintomas da gripe suína.

O empresário e o casal foram internados em uma área de isolamento no Hospital das Clínicas, mas nenhum dos três casos ainda foi confirmado. A unidade é a única no Estado que tem isolamento respiratório. A área tem filtragem do ar e fica completamente isolada do restante do hospital, além de ser totalmente fechada. Uma equipe pequena atende os pacientes, com roupas especiais.

Antes de retornar ao Brasil, o casal fez conexão no Panamá porque não há voos diretos do México para o aeroporto Tancredo Neves, segundo a Infraero.

Uma coleta de secreções dos três pacientes foi feita e será enviada para a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) ainda nesta segunda-feira para a análise e identificação da doença. O instituto, que fica no Rio, será responsável pela análise de todo o material relativo à suspeita de gripe suína.

Hoje, a secretaria instituiu um comitê integrado por órgãos como a Subsecretaria de Vigilância em Saúde; o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA); o Ministério da Agricultura; a Fundação Ezequiel Dias (FUNED) e Prefeitura de Belo Horizonte com o objetivo de planejar e a execução imediata das ações de prevenção e acompanhamento da situação da gripe suína no Estado.

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha vírus, e examinadas em laboratório. Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).

folha online

Rizzolo: Em termos de infectologia todo cuidado é pouco, contudo não há motivos para pânico, até porque, o próprio diretor de Portos e Aeroportos da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), José Agenor, disse nesta segunda-feira que não há motivo para alarme para a população brasileira em relação à doença. O governo brasileiro só foi alertado da pandemia pela OMS (Organização Mundial de Saúde) na sexta-feira à noite e que, a partir daí, tomou todas as providências. Segundo o diretor, foram enviados 20 mil folders para o aeroporto de Guarulhos (SP), 20 mil para o Galeão (RJ) e outros 20 mil para Cofins (MG) e 20 mil para Salvador. Vamos acompanhar de perto.

Ministra Dilma Rousseff confirma que retirou um linfoma, mas manterá rotina normal de trabalho

A ministra da Casa Civil Dilma Rousseff confirmou a retirada de um linfoma – câncer no sistema linfático – da axila esquerda. Em entrevista coletiva concedida nesta tarde no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, a ministra afirmou que o linfoma não se espalhou pelo corpo, mas que terá de se submeter à quimoterapia.

“Como qualquer pessoa, fazer quimioterapia é algo desagradável. Mas, vou ter um processo de superação desta doença”, afirmou a ministra.

De acordo com a oncologista Yana Novis, Dilma terá de fazer quimioterapia por quatro meses, a cada três semanas.

A ministra está confiante em uma recuperação plena. Dilma disse que não deverá alterar o ritmo de trabalho. “Este será mais um fator para impulsionar meu trabalho”, afirmou.

O linfoma, que é um tumor malígno no gânglio linfático, tinha 2 centímetros e foi detectado no estágio inicial, durante um exame de rotina há 30 dias.

A equipe médica afirmou que as chances de cura são de mais de 90% e que, após o tratamento, a ministra deverá apenas realizar exames periódicos.

Dilma colocou um cateter chamado “porth cath” de longa permanência que facilita o tratamento quimioterápico e o uso de medicamentos.

Candidatura

Novamente questionada sobre uma possível candidatura à presidência em 2010, Dilma voltou a dizer que não confirma a participação “nem amarrada”. A ministra é pré-candidata pelo PT e tem o apoio do presidente Lula.

Folha Online

Rizzolo: É uma triste notícia para todos nós independentemente de posição política. O linfoma é uma doença problemática, que a Claudia Bonfiglioli, presidente da Cada Hope, conhece melhor do que ninguém do ponto de vista social, e de recuperação, pois atinge a maioria das crianças carentes da Hope, vindas do Brasil inteiro e do exterior, para tratamento em São Paulo no Hopsital das Clinicas e no AC Camargo.

Por estar em contato com a Casa Hope, conheço o sofrimento imposto pela doença, quer em adultos ou em crianças. Neste momento não há espaço para posturas políticas ou ideológicas, e nos resta torcer pela recuperação da ministra. É isso aí.

Olhando para o mar e ouvindo as ondas

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Muitas vezes caminhamos pela praia, ouvimos o barulho do mar, e nem sequer observamos a grandeza do oceano. Mas naquele dia eu parei. Resolvi sentar de frente para o mar, simplesmente observá-lo olhando nos olhos com um vento leve e salgado batendo no meu rosto. Olhar o mar com calma é quase uma oração, não é para qualquer um. A água batendo nas rochas, a onda trazendo suas espumas, nos leva a reflexões sobre nossas vidas, nossos destinos, pessoas que se foram, e projetos futuros.

Não é à toa de Dorival Caymmi de tanto amar o mar, afirmava que “era doce morrer no mar”. Velho mar, que me faz imaginar o quanto antiga é esta paisagem litorânea, e como que com tanto efeito estufa, Deus ainda soube informar a ele – o mar – o momento exato de parar na praia, na areia, sem avançar nas vidas, nas florestas, nas avenidas e nos butecos. Que sabedoria, hein, pensei.

O mar traz algo dentro si que lembra a poesia, lembra a cachaça, lembra o cheiro daquela esteira antiga que a gente levava para se deitar na areia, se lembra? Tinha um cheiro de palha, de uma tristeza doce, de algo guardado esperando pela gente lá no quarto do fundo. Quando chegava as férias pegávamos a velha esteira e íamos para a praia. Coisa antiga..

O mar tem seus encantos, seus deuses, suas lendas. Estive na Bahia e vi um mar imenso, bem maior que este. Pela manhã abri a janela do hotel e rezei. Ah! Rezar de frente para o mar é outra coisa, é olha, é tão doce quanto morrer dentro dele, como dizia Caymmi. Mas ainda acredito que o mar e as ondas, não foram feitas para morrer, mas para pensar e refletir. Só que, precisa parar, olhar de frente, ouvir a ondas, tomar o primeiro gole e escrever, o mar foi feito para sonhar e escrever; enxergar a grandeza de Deus, e dizer: “é doce olhar para o mar….muito mais que morrer, principalmente na praia….”

Fernando Rizzolo

Médicos descobrem árvore crescendo em pulmão de paciente

Russo reclamava de dor no peito e tosse; médicos suspeitaram de câncer.

Em cirurgia, foi encontrada planta de cerca de 5 cm em órgão de paciente.

Cirurgiões na Rússia acreditavam que iriam retirar um tumor do pulmão de um paciente de 28 anos. No entanto, eles encontraram uma planta – de cerca de 5 centímetros – crescendo no interior do órgão do paciente.

O incidente ocorreu na região dos Urais, segundo o diário “Komsomolskaya Pravda”. Artyom Sidorkin reclamava de dor no peito e relatava aos médicos que tossia sangue.

“Quando me disseram que haviam encontrado uma árvore no meu pulmão, pisquei e acreditei que estava delirando”, conta Sidorkin.

Os médicos acreditam que Sidorkin tenha inalado uma semente de um abeto – uma árvore conífera comum na América do Norte, Ásia e Europa -, que depois começou a brotar em seu pulmão.
globo

Rizzolo: Se este paciente morasse em São Paulo, esta ” árvore” com certeza não cresceria dado ao alto nível de poluição. Agora é um caso estranho e intrigante, hein ! Provavelmente a semente encontrou um meio de cultura apropriado no pulmão. Com a palavra os médicos pneumologistas.

Finanças faz mais duas audiência sobre fim do fator previdenciário

A Comissão de Finanças e Tributação realiza mais duas audiências públicas nesta semana para discutir o projeto que extingue o fator previdenciário (PL 3299/08, do Senado). O fator é um cálculo aplicado às aposentadorias que reduz o benefício de quem se aposenta por tempo de serviço e não por idade.

A primeira audiência será realizada na terça-feira (31), às 14h30, no plenário 4. Foram convidados:
– o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique da Silva Santos;
– o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva;
– o presidente da nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST), José Calixto Ramos;
– o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah;
– o presidente da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Antônio Neto;
– o presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip), Assunta di Dea Bergamasco;
– Joilson Cardoso, representante da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB);
– o secretário-geral da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap), Moacir Meirelles de Oliveira;
– Luiz Carlos Prates, representante da Secretaria Executiva da Coordenação Nacional de Lutas (Conlutas).

Na quinta-feira (2), a comissão ouve um técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea, Leonardo Rangel; o chefe do Departamento de Risco de Mercado do BNDES, Fábio Giambiagi; o pesquisador do IBGE Kaizô Beltrão; e o advogado especialista em Previdência Social Matusalém dos Santos. A audiência será realizada às 10 horas no plenário 4.

As audiências fazem parte de uma série de debates propostos pelo relator do projeto, deputado deputado Pepe Vargas (PT-RS). Ele pretende apresentar seu parecer sobre o projeto em abril. Vargas já adiantou que vai modificar as regras atuais do cálculo da aposentadoria, por entender que o fator previdenciário pune os trabalhadores.

agência câmara

Rizzolo: Vamos observar como os sindicalistas, após terem sido adoçados com o mel das verbas da União, irão se comportar em relação ao fator previdenciário e as tais manobras como a “fórmula 95” e outras artimanhas que servem apenas para iludir os pobres aposentados do Brasil.

Já os gastos no Senado, os aumentos dos gastos com o funcionalismo, os aumentos dos gastos de custeio, os aumentos com os gastos de pessoal, as benesses da eleite do funcionalismo da União. AH! Estes não têm fórmula 95, ou outras maneiras de trocar seis por meia dúzia.

Estes têm sim o poder do PT na defesa de seus interesses, visando as eleições de 2010. Abrem mão até de impostos como IPI, benefiando empresas e diminuindo a arrecadação, para resguardar a popularidade. Mas para os aposentados que reclamam do fator previdenciário, dizem: “manda a tal fórmula 95″.

Pobres aposentados do Brasil, felizes os aposentados da Europa e de outros países que respeitam o idoso. Hoje os aposentados representam aqueles que com seu modesto rendimento, ajudam os filhos desempregados, os netos desamparados, os parentes no desalento, uma filha abandonada, e com o desemprego isso tende a piorar. Mas isso não enxergam, não há interesse político, sob o manto do descaso e o argumento da ” falta de recursos” então: ” mandam a fórmula 95 “, ou a 85, ou 75 sei lá, alguma coisa que façam aposentar o idoso mais tarde, trocar seis por meia dúzia e os calem para sempre.

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Família britânica diz ser “muito gorda” para trabalhar e pede maior auxílio do governo

Uma família britânica argumenta ser “muito gorda” para trabalhar e reclama que o benefício de 22 mil libras (R$ 70.600) não é o suficiente para sobreviverem. Segundo reportagem publicada nesta quarta-feira pelo jornal “Daily Telegraph”, Philip Chawner, 53, e Audrey, 57, pesam 152 quilos cada e suas filhas Emma, 19, e Samantha, 21, pesam 107 e 114 quilos respectivamente.

A família Chawner, que não trabalha há 11 anos, afirma que seu peso é uma questão hereditária e que o dinheiro que recebem do governo é insuficiente. “O que recebemos mal cobre as contas e põe comida na nossa mesa. Não é nossa culpa que não possamos trabalhar. Nós merecemos mais”, disse Philip, citado pelo jornal.

A família argumenta que seus gastos giram em torno de 50 libras (R$ 160,70) por semana com comida e que cada um consome cerca de 3.000 calorias diárias. O recomendado pelos médicos está em torno de 2.000 calorias para mulheres e 2.500 para homens.

“Nós comemos cereal no café da manhã, bacon no almoço torta de micro-ondas na janta”, contou Audrey, à revista “Closer”. “Toda a comida saudável, como fruta e vegetais, é muito cara. Nós somos gordos porque está em nossos genes. Toda nossa família tem sobre peso”, acrescentou.

Toda semana, o casal Chawner recebe 177 libras (R$ 568) de auxílio em renda e benefício por incapacidade. Audrey recebe ainda 330 libras extras (R$ 1.059) por incapacidade por ter epilepsia e asma.

A filha também tem justificativa: “Eu sou uma estudante e não tenho tempo para me exercitar”. “Nós queremos perder peso para acabar com os abusos que ouvimos nas ruas, mas não sabemos como”.

Folha online

Rizzolo: Observem que a carga tributária na Inglaterra, um País que o Estado proporciona muitos benefícios e que nem mais precisaria da intervenção estatal é de 37,4%, já no Brasil é de 36.08%. Portanto menor que da Inglaterra , Itália, França, Bélgica, e Dinamarca.

Por circunstâncias da presença estatal, e da preocupação do Estado com o bem-estar da população, é que temos notícias como esta, que aos olhos daqueles que querem o ” Estado Mínimo” no lucro e a presença maciça do Estado quando surge uma crise financeira, assusta os incautos.

A grande verdade é que há de se encontrar um meio-termo entre a iniciativa privada e o Estado. No Brasil o Estado não proporciona nada e o pouco de arrecadação em relação às demandas, é combatido por aqueles que querem sim um Estado subsidiando seus negócios como o fim do IPI para alguns segmentos, ao mesmo tempo em que gritam contra a carga tributária, que “entendem alta”.

Em testamento, Clodovil pede que bens fiquem para caridade, diz advogada

Deputado Clodovil Hernandes morreu na terça-feira (17).
Clodovil passava por dificuldades financeiras, contou advogada

O deputado Clodovil Hernandes, que morreu na terça-feira (17), deixou um testamento no qual pede que seus bens sejam transferidos para uma entidade beneficente, segundo relatou ao G1 sua advogada, Maria Hebe Pereira de Queiroz.

Ela destaca, no entanto, que Clodovil não tinha nenhum bem atualmente e passava por dificuldades financeiras – do salário de R$ 16,5 mil, recebia R$ 7 mil líquidos por conta de pagamento de empréstimo consignado em folha de pagamento.

O corpo de Clodovil será velado na manhã desta quarta-feira (18) na Assembleia Legislativa de São Paulo e enterrado no fim da tarde no Cemitério do Morumbi, também na capital paulista.

A advogada diz que o testamento prevê a criação da Fundação Izabel, nome da mãe adotiva de Clodovil, e de uma entidade para cuidar de meninas órfãs chamada Casa Clô. O dinheiro para a caridade viria de ações trabalhistas que o deputado moveu contra emissoras de televisão e que ainda aguardam decisão judicial. Segundo ela, Clodovil teria mais de R$ 1,6 milhão para receber.

O testamento é datado de janeiro de 2007, um mês antes de o deputado assumir o mandato na Câmara dos Deputados. “Ele pediu para deixar tudo que é dele, ações que ele tem na Justiça. (…) Se ele não tivesse ficado doente, talvez já tivesse criado a instituição”, disse Maria Hebe.

A advogada afirmou que conhece Clodovil desde 2004 e que ele não tinha nenhum parente. Ela é a testamenteira dele, ou seja, responsável por executar todas os desejos manifestados por ele no testamento.

Globo

Rizzolo: Que o ato nobre de Clodovil seja alvo de reflexão aqueles que apenas pensam no poder, no dinheiro e esquecem que poderiam ajudar as entidades que lutam no seu dia-a-dia para dar um pouco de dignidade as pessoas. Num País como o Brasil aonde o Estado ainda é muito irresponsável, e não cumpre o seu devido papel, pessoas como Clodovil, que doam seus bens às instituições devem servir de exemplo aos gananciosos e aqueles que pouco se lembram dos necessitados.

Ainda me lembro quando Clodovil em seu programa afirmou admiração que tinha pela Cláudia Bonfiglioli, presidente da Casa Hope, dizia ele : ” Ela nem precisava criar a Casa Hope, é rica, podia estar a estas horas no Shopping gastando, no entanto criou uma das maiores instituições de crianças com câncer no do Brasil”.

Estou grávida da minha namorada

Munira Khalil El Ourra não vai dar à luz, mas é mãe de duas crianças que vão nascer até a primeira semana de maio. Quem está na 31ª semana de gestação é sua companheira, Adriana Tito Maciel. A barriga é de Adriana. Os óvulos fecundados que grudaram no útero dela pertenciam a Munira. Os bebês já têm nome: Eduardo e Ana Luísa. Serão paridos e amamentados por Adriana, de pele marrom e cabelo que nasce crespo. Mas terão a cara de Munira, branquinha e de cabelo liso.

Para a lei, mãe biológica é quem carrega a criança no ventre. Mas um exame de DNA mostraria o contrário. Nem Adriana nem Munira pretendem disputar na Justiça a guarda das crianças. O que elas querem é sair da maternidade juntas, com um documento que permita registrar as crianças no cartório com o sobrenome de cada uma e o nome das duas mães na certidão de nascimento. Como qualquer família normal.

O sonho de ter filhos era antigo para as moças de 20 e poucos anos que se conheceram em Carapicuíba, na região metropolitana de São Paulo. A decisão de namorar sério foi influenciada por esse interesse em comum. Em poucos meses, estavam dividindo um apartamento e fazendo planos. Algum tempo depois, Adriana descobriu no ginecologista que seu útero estava ameaçado por uma doença que já lhe tinha arrancado um ovário: a endometriose. “Fiz tratamento desde os 18 anos”, diz Adriana. “Na época, achavam que era cólica menstrual e medicavam com morfina. Quando descobriram, já tinha perdido o ovário direito. E as dores continuavam.” O médico disse a ela que uma gravidez reduziria o problema em 80% e ainda lhe daria a chance de ter um filho antes que o útero ficasse inválido.

Apesar do relacionamento ainda recente, Munira e Adriana aceitaram a ideia e procuraram um especialista em reprodução humana no Hospital Santa Joana para fazer a inseminação artificial. “A gente achava que iria comprar esperma, levar para casa e aplicar com uma seringa”, diz Munira. Os planos mudaram quando o novo médico descobriu que Adriana só tinha metade do ovário esquerdo e já não podia engravidar com os próprios óvulos. Ele sugeriu que Munira cedesse os seus. Se usassem o sêmen de um homem de mesmos traços que Adriana, o filho seria parecido com as duas mães.

As duas moças se animaram com a possibilidade de ter um filho que tivesse um pouco de cada uma. Ainda hoje, Adriana se emociona ao contar essa parte da história. Tinha sido muito dolorido receber a notícia de que não poderia ter filhos do seu próprio sangue, e o gesto de Munira foi mais que bem-vindo. “Foi a maior prova de amor que ela poderia me dar.”

Decisão tomada, era preciso fazer alguns exames e começar o tratamento hormonal para estimular os ovários de Munira e sincronizar os ciclos menstruais das duas. Os óvulos de Munira deveriam estar prontos para a inseminação artificial (em laboratório) na mesma época em que o útero de Adriana estivesse pronto para fixar os embriões. Munira se queixava dos percalços do tratamento. De abril a agosto do ano passado, as injeções diárias na barriga, a oscilação de humor que parecia uma TPM constante, a ultrassonografia vaginal toda semana, o acúmulo de líquido no corpo e o ganho de peso eram o preço que ela tinha de pagar pela bênção de ser mãe. Em breve, seria a vez de Adriana suportar a gravidez.

Quando essa fase chegou, Munira diz ter sentido em seu corpo muitos dos sintomas da gravidez da companheira. “Parecia que eu tinha ficado grávida também.” Ela diz ter sentido enjoos, estrias que nunca haviam existido, mau humor, dores nas costas, dor nas pernas, cansaço de dia, insônia de noite e até desejos estranhos. Fernando Prado, o ginecologista das duas, diz não ter explicação para essa sintonia. Ele não descarta que Munira possa até mesmo ter leite quando os bebês nascerem.

Dos exames à gravidez, todo o processo funcionou até melhor que o esperado. “Eu não imaginava que daria certo de primeira”, diz Prado. Segundo ele, a chance de uma inseminação desse tipo vingar é de 50%, levando em consideração a idade das pacientes e outras condições de saúde. Como Adriana ainda tinha miomas no útero por causa da endometriose, imaginou que seria preciso retirá-los antes. Mas eles nem fizeram cócegas. Para ajudar, em vez dos dez a 15 óvulos esperados após o tratamento hormonal, Munira rendeu mais de 20.
Revista Época / Globo

Rizzolo: Essa é uma história complexa e um pouco difícil de se compreender nos parâmetros da normalidade. Contudo, o importante é as pessoas se tornem cada vez mais felizes com suas opções. A grande preocupação é a forma pela qual as crianças no futuro compreenderão essa confusão marital. Pode ser que reajam bem, como pode ser que não.

A questão é complexa e requer um amplo debate na sociedade; os efeitos ou frutos dos relacionamentos homossexuais que envolvem filhos, ainda é matéria nova quer no âmbito jurídico como no social. O que é bom para o ” casal hoje” pode ensejar problemas emocionais para as crianças no futuro. Eu disse pode, não significa que haverá. Certo ?

Neguinho da Beija Flor e as crianças da Hope

neguinho-beija-flor

Ontem participei de um ato de solidariedade muito bonito. Estive com o Neguinho da Beija-flor quando da visita dele às crianças com câncer da Casa Hope. Neguinho da Beija-flor conversou muito com a Cláudia Bonfigiloli presidente da instituição, e participou da entrega de alimentos a instituição. Neguinho está muito bem de sáude, se recuperando. No próximo carnaval já combinamos com ele, eu e a Cláudia sairemos na Beija Flor ! Será que a gente leva jeito?

Obrigado Neguinho !

Crianças com câncer realizam seu sonho e se casam nos EUA

Planejar um casamento é sempre um sonho para muitas meninas desde a mais tenra idade, mas um casamento acabou sendo realizado muito antes de qualquer um pudesse imaginar.

“Na verdade foi uma festa gloriosa, havia mais de 100 convidados, lindas flores, muita música e um casal de noivos muito especial”, como conta Debbye Turner Bell do Early Show nos EUA.

“Foi realmente o casamento que toda noiva sempre sonhou “só que os protagonistas, ou o casal, era uma noiva de 9 anos e um noivo de 7.

Jayla Cooper e Jose Griggs se conheceram num hospital de tratamento de cancer. Ambos são portadores de leucemia, mas o cancer de Jayla estava evoluindo rapidamente. Quando os médicos do centro hopitalar contaram para a família que ela tinha apenas algumas semanas de vida, os familiares sabiam que seu sonho era de um dia casar-se. E assim foi casaram-se em grande estilo, com uma bela festa.

Rizzolo: Quem sabe um dia a Casa Hope realizará sonhos impossíveis como este. É claro que isso não tem validade legal, mas é apenas um sonho a ser realizado por alguém que logo partirá. Lembre-se: na vida “quem tem um sonho não dança” ! ( Cazuza)

Fonte CBS News

Serra: governo Lula faz menos do que mostra propaganda

SÃO PAULO – O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), disse hoje que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) investe menos no País do que faz parecer nas propagandas. Em discurso para anunciar o repasse de R$ 13,4 milhões para reforma de postos de saúde no Estado, Serra fez questão de alfinetar o PT. E foi aplaudido pela plateia de mais de 450 prefeitos e secretários de saúde paulistas.

“Setenta por cento dos investimentos do Brasil não são feitos pelo governo federal, mas pelos Estados e municípios”, disse o governador. “Às vezes, com toda essa propaganda, pode se pensar o contrário.” Logo depois, em entrevista, disse que o Poder Federal tem usado de sutilezas para divulgar seus investimentos. “A propaganda não diz que o governo federal faz. Fica implícito.”

O governador tentou se posicionar como o oposto do governo federal nesse quesito, ao afirmar que dava ênfase a programas que “não dão mídia”. “Nada disso (evento com secretários de saúde) é para fazer mídia. É uma reunião de trabalho”, disse. “Não dá notícia, mas melhora muito o atendimento às pessoas.”

Serra fez questão de dizer ainda aos prefeitos e secretários que a verba para reforma de unidades de saúde iria para todos os municípios com menos de 50 mil habitantes no Estado, independentemente da “coloração partidária” de seus dirigentes. “Exatamente ao contrário do que o PT faria”, completou, ponderando nessa crítica, que esse é o comportamento dos petistas no Estado de São Paulo. “Na esfera federal não tem tido esse tipo de problema.”

agencia estado

Rizzolo: A crítica de Serra é procedente, ou seja, setenta por cento dos investimentos do Brasil não são feitos pelo governo federal, mas pelos Estados e municípios, contudo ao olhar do povo, em função à propaganda federal tudo se parace como “vindo do Lula”.

Realmente é difícil a demonstração do que é de quem. Serra está investindo pesado na saúde, aliás o fez muito bem quando como Ministro da Saúde, como a adoção dos medicamentos genéricos e a diminuição de impostos sobre medicamentos de uso continuado, ambas destinadas a reduzir o preço dos medicamentos.

Além disso, foi Serra foi quem revolucionou a campanha contra a Aids, considerada modelo em todo o mundo, e o aumento de equipes dos programas de agentes comunitários de saúde e de saúde da família.

Pesquisa traz hospitais mais citados por especialistas

O Hospital Israelita Albert Einstein foi considerado a instituição brasileira que se destaca no maior número de especialidades médicas diferentes – 44, no total. As posições seguintes do ranking também foram ocupadas por instituições paulistanas: o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (com destaque em 43 especialidades) e os Hospitais Oswaldo Cruz e Sírio-Libanês (ambos com 42).

Veja a lista dos hospitais e médicos mais citados

O levantamento foi realizado pela Análise Editorial e será apresentado no anuário Análise Saúde 2009, publicação com os perfis dos médicos e hospitais mais respeitados do País. Foram entrevistados 1.553 profissionais de reconhecido prestígio na área de saúde. Eles escolheram quem merecia aparecer no anuário.

A lista apresenta 2.349 nomes de médicos e 214 hospitais admirados de todo o País. Cerca de 53% dos profissionais selecionados trabalham na cidade de São Paulo. No Estado, são quase 63%.

O presidente do Einstein, Claudio Luiz Lottenberg, afirma que a instituição investe não só nos médicos, mas na criação de uma atmosfera integrada de atenção aos pacientes. Marcos Boulos, diretor da Faculdade de Medicina da USP, destaca o papel da universidade na formação dos profissionais que trabalham na cidade.

Agência Estado

Rizzolo: A lista é uma ótima referência, e destaca os melhores especialistas em cada área, segundos dados, foi elaborada por médicos apontaram os médicos a quem recorreriam caso necessitassem de atendimento para eles próprios ou para seus familiares, em uma lista de especialidades determinada pela editora e, também, os hospitais em que mais confiam . Contudo, é claro, isto não significa, que médicos não constantes na lista, não sejam bons profissionais. De qualquer forma é importante destacar que o Hospital Israelita Albert Einstein em São Paulo, continua sendo a melhor referência em todas especialidades.