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Apoio mesmo, e daí ? Se aqui eu não posso apoiar ninguém, estou amordaçado, nos EUA não !! Isso chama-se democracia !!

Rússia: ‘Não nos venham dizer de quem devemos ser amigos e com quem devemos dormir’

As relações entre Moscou e Washington poderão agravar-se seriamente depois da eleição para presidente nos Estados Unidos. Além disso, uma fonte anônima do Ministério de Assuntos Exteriores da Rússia disse que as relações entre os dois países podem praticamente dar em nada, informa a Interfax.

“Estamos prontos para qualquer desdobramento da situação,” disse aos repórteres, na terça-feira, uma fonte do ministério. A fonte acrescentou que Moscou pode permitir-se não manter relações com quaisquer parceiros, se esses últimos assim o desejarem.

O acima foi a reação da fonte anônima do Ministério de Assuntos Exteriores da Rússia a recentes observações do Republicano John McCain, o qual declarou que os Estados Unidos precisam assumir uma postura mais dura em relação à Rússia e excluir o país do Grupo dos Oito.

A fonte disse também que os Estados Unidos haviam posto à prova suas relações com a Rússia.

“Tudo vai muito bem até que nos venham dizer como devemos comportar-nos, de quem devemos ser amigos, com quem devemos dormir e quem devemos pôr porta afora. No final do dia, não vamos batizar crianças com eles, temos outros com quem comunicar-nos,” disse um diplomata russo anônimo.

A Rússia não exclui que Moscou possa parar de conduzir negociações com os Estados Unidos a respeito de questões nas quais Washington está particularmente interessada, informa a ITAR-TASS, referindo-se à fonte não nomeada do Ministério do Exterior da Rússia.

“Podemos chegar ao ponto no qual poderemos encerrar as discussões acerca das questões nas quais os Estados Unidos estão interessados,” disse a autoridade.

A administração russa acredita que os Estados Unidos poderão cedo sofrer uma crise política muito séria, na opinião do diplomata.

“Os Estados Unidos estão à beira de uma crise de larga escala envolvendo sua própria existência,” disse a fonte. “Eles terão primeiro que aprender a não gastar mais do que ganham,” disse o diplomata russo.

“Não somos inimigos dos Estados Unidos e, infelizmente, também não nos tornamos amigos. Entretanto, dependemos um do outro muito menos do que dependíamos antes,” acrescentou o diplomata.

A Rússia tem problemas com o governo estadunidense, não com a nação estadunidense, ressaltou a autoridade. “Temos problemas com os ideólogos estadunidenses que impõem esse tipo de política externa dos Estados Unidos,” disse ele.

Quanto à vindoura eleição para presidente nos Estados Unidos e o desenvolvimento de relações posteriores com a Rússia, a fonte disse que Moscou está pronta para qualquer desdobramento da situação.

“McCain precisa primeiro tornar-se presidente para que comecemos a ouvir o que ele diz. O mesmo vale para o segundo finalista, Obama,” disse a autoridade.

Fonte: Pravda.ru

Rizzolo: Bom, o discurso russo é bonito, o problema é que a Rússia ao mesmo tempo em que critica MacCain -que muito embora republicano as vezes fala coisas coerentes- constituiu uma forte aliança com o governo Chavez na Venezuela, que se expressa em vultuosas transações na venda de equipamentos militares que vão desde fuzis até aviões. Não resta a menor dúvida que os Estados Unidos precisam assumir uma postura mais dura em relação à Rússia, até porque de certa forma a política russa beneficia governos perigosos como o do Irã. Não sou republicano mas entendo que o candidato Barack Obama tem uma iniciativa muito “conciliadora” e os russos só entendem uma coisa chamada força.