Minhas propostas como Deputado Federal – Fernando Rizzolo 3318

Prezados amigos,

Como sendo Advogado, professor de Direito, escritor, e mesmo com a propostas abaixo não fui eleito, volto a uma reflexão sobre o papel dos candidatos palhaços, cantores, e muitos outros que tiveram votação expressiva, pois tiveram espaço na TV, apoio do partido, financiadores, e quem neles votassem. Enfim, tudo o que eu não tive. Mas continuarei aqui, na minha trincheira, sem esmorecer, esperando que um dia o Congresso Nacional seja composto de pessoas sérias e preparadas, e que um dia, candidatos como eu tenham chance de concorrer com os palhaços, cantores, e muitos outros que tiveram votação expressiva….. ”

Parabéns aos eleitos !!!

Minhas propostas para educação, como Deputado Federal

Educação pública ISO 9000 : Um dia a escola pública já foi referência de ensino, quero novamente tornar realidade a qualidade do ensino público no Brasil, universalizando o atendimento público, gratuito, de qualidade e obrigatório na pré-escola, no ensino fundamental de nove anos e no ensino médio. Precisamos também, criar milhares de Escolas de Tempo Integral para assistir a população pobre. Assim sendo, necessitamos mobilizar gradativamente mais recursos para a educação pública, num patamar mínimo de 9% ao ano do Produto Interno Bruto (PIB), para que possamos tornar viável a implantação disso tudo, além dos cursos profissionalizantes, em nível médio, nas escolas públicas e ampliarmos em 20% ao ano, as vagas nas universidades públicas.

Minhas propostas para saúde, como Deputado Federal

Programa de Saúde SPS ( Saúde Preventiva Segmentada ): Não basta investir apenas no tratamento, precisamos investir em medicina preventiva segmentada, prevenindo as doenças de forma eficaz segmentando-a para os jovens, as mulheres, os idosos, incidindo a prevenção nas doenças que mais atingem segmento por segmento.

Minhas propostas para segurança, como Deputado Federal

Programa Segurança para Todos SPT: O programa segurança para todos possui duas vertentes principais: repressão ao crime organizado e educação de base. Hoje existe um consenso de que só remunerando os policiais com salário dignos poderemos implementar os demais programas, inclusive os de inclusão. Portanto reprimir de uma ponta o crime organizado com rigor e policiais bem pagos, e educar os jovens de outra, é a saída a médio prazo para a questão da segurança. É um engano querer transformar o Congresso Nacional na ” Casa da Vingança” como assim alguns candidatos vítimas da violência apregoam. Educação ao jovem e repressão ao crime organizado é forma moderna, civilizada e constitucional, de se enfrentar o problema, sendo este o caminho adotado atualmente pelos países com o menor grau de criminalidade.

Luta pelo fim do fator previdenciário: Todos sabem da minha luta neste Blog para o fim deste fator perverso, assumo aqui compromisso com os aposentados que já me conhecem em intensificar essa luta.

Conto com seu voto e da sua família !

Veja a mensagem do Rizzolo

Envie o santinho eletrônico já em baixa resolução aos seus amigos, e ajude o Rizzolo a chegar lá !!

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‘Nada é impossível’, diz jovem criado na favela Heliópolis e que hoje toca em Israel

Ele superou a dificuldade em tocar, venceu o preconceito por vir de família humilde e hoje um dos seus maiores desafios é viver em um país completamente diferente do seu. Emerson Nazário Silva Oliveira, de 21 anos, deixou os barracos de Heliópolis, a maior favela de São Paulo, para seguir o sonho de ser músico em Israel. Estuda música clássica em Tel Aviv e já mostrou seu talento na Filâmonica israelense.

“Sempre sonhei em estudar no exterior, ser solista. Nada é impossível”, afirma ele. O caminho começou a ser traçado em 2000. Para acompanhar os amigos da escola, Oliveira se inscreveu no Instituto Baccarelli, que ensina música clássica a crianças e adolescentes de Heliópolis, na Zona Sul da capital. O garoto, que até então curtia samba, pagode e rock no rádio, passou. Mas a vaga foi de “suplente” e era preciso esperar que sobrasse um instrumento.

Todos queriam violino. Ele preferia a viola, mas o que sobrou mesmo foi um violoncelo. E foi com esse instrumento que o garoto aprendeu a tocar. “Tem que ter muita força, persistência, fazer com alegria e paixão”, ensina o jovem. Ele estava de férias no Brasil e embarcou no dia 12 deste mês para Israel.

No clima da atual novela das oito, “Viver a Vida”, a Rede Globo está promovendo uma campanha para lembrar que a vida vale a pena ser vivida, apesar das dificuldades e dos obstáculos cotidianos. Venha Viver a Vida dá nome a uma série de reportagens que mostra histórias de superação, em que momentos de tristeza dão lugar à esperança.

Venha Viver a Vida reúne casos exemplares, vividos por gente famosa e por anônimos. Essas reportagens são publicadas no G1, nos sites EGO, GloboEsporte.com, Vídeo Show e na página oficial da novela Viver a Vida.

Sem coordenação

O G1 acompanhou um ensaio da Orquestra Sinfônica de Heliópolis, na sede do instituto. À direita do maestro Edilson Venturelli,Emerson Oliveira Emerson Oliveira parecia bastante concentrado e à vontade com o violoncelo. Mas nem sempre foi assim. “Eu te confesso que, no início, ele não chamava muito a nossa atenção, não”, brincou o maestro.

“Ele escolheu um instrumento que exige coordenação da mão direita com a esquerda. O Emerson tinha dificuldade com a mão do arco, porque os colegas iam para cima e ele, para baixo”, completa Venturelli. Driblado esse obstáculo, o violoncelista, que passou a jogar menos bola com os amigos nas vielas da favela para estudar música clássica, viu sua vida mudar quando surgiu o convite para tocar no exterior.

A proposta

Era setembro de 2008, quando se apresentou no clube Hebraica, em Pinheiros, Zona Oeste, para um professor de música israelense. Foi tão bem, que recebeu a proposta da bolsa no exterior. A viagem era no mês seguinte. “Tenho um dia para pensar?”, lembra o garoto, sobre a única coisa que conseguiu falar na hora.

Há um ano em Israel, o músico já se familiariza um pouco com o hebraico e se vira melhor no inglês. O sonho é alto. “Queria tocar, se pudesse, em todas as orquestras do mundo”. Já teve o privilégio de se apresentar com Zubin Metha, regente da Filarmônica de Israel. Na segunda vez em que se viram, ouviu do maestro: “Aqui eu preciso de você. Toca desse jeito e lidera”, conta Oliveira.

Liderar um grupo de músicos foi difícil para o jovem que ainda teve de superar a timidez. A mesma que ainda sente quando os pais pedem que ele toque para a família. “Até hoje sinto vergonha”, diz, rindo. Para o maestro Venturelli, o futuro é promissor. “O mundo está aberto para ele. O céu é o limite”.

Globo

Rizzolo: Essa é a maior prova que os jovens pobres e humildes, quando lhes é uma oportunidade, respondem na sua maioria com dedicação. Fico sensibilizado quando programas como este induzem jovens talentos à música, à literatura, às artes em geral. O melhor antídoto contra a violência, contra as drogas, é a instrução, a cultura, a educação; com ela varremos a baixa auto estima, consagramos a virtuosidade latente, e crescemos como cidadãos. Hoje com esta notícia, com este exemplo, saúdo todos aqueles que como eu, professor, se empenham em fazer dos jovens um baluarte na defesa da liberdade, da democracia, tornando-os soldados na luta por um Brasil mais justo.