Dilma cresce e abre 12 pontos sobre Serra, diz Datafolha

Dilma Rousseff ampliou sua vantagem no segundo turno da corrida presidencial. O crescimento da candidata, detectado durante a semana pelos institutos Vox Populi, Ibope e Sensus, foi confirmado nesta sexta-feira (22) pelo Datafolha, que aponta Dilma com 56% dos votos válidos. O tucano José Serra, em queda, tem 44%.
É a maior diferença entre os presidenciáveis já registrada pelo Datafolha em 19 dias de disputa após o primeiro turno. Em relação à semana passada, Dilma cresceu dois pontos percentuais, enquanto Serra perdeu dois.

Embora as oscilações de cada candidato tenham sido no limite da margem de erro, o cenário é claramente favorável a Dilma. Sua vantagem para Serra passou, em sete dias, de oito para 12 pontos percentuais. Além disso, 88% dos brasileiros declaram-se totalmente decididos sobre em quem votar no dia 31, e apenas 10% cogitam mudar de opinião.

A pesquisa foi encomendada pela Folha e pela Rede Globo e registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral com o número 36.536/2010. O Datafolha entrevistou 4.037 pessoas, na quinta-feira (21), em 243 cidades. A margem de erro é de dois pontos, para mais ou para menos.

Nos votos totais, Dilma aparece com 50% (tinha 47% há uma semana). Serra tem 40% (contra 41% do levantamento anterior). Os que dizem votar em branco, nulo ou nenhum continuaram estáveis, com 4%. Os indecisos oscilaram de 8% para 6%.

Os votos da terceira colocada no primeiro turno, Marina Silva (PV), registraram um movimento favorável a Dilma nesta semana. A petista cresceu oito pontos nesse grupo, de 23% para 31%. Já Serra, em contrapartida, sofreu uma queda de cinco pontos entre os “marineiros” – de 51% para 46%.

O Datafolha registrou também um fenômeno comum nesta época em períodos eleitorais: aumentou a audiência do horário eleitoral dos candidatos na TV. Nesta semana, 63% afirmaram ter assistido pelo menos uma vez à propaganda. Na semana passada, o percentual era de 52%.

A força de Lula
O avanço de Dilma teve como alavanca principal o seu desempenho no Nordeste, combinado com um novo recorde de popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No Nordeste (cerca de 27% dos eleitores do país), Dilma cresceu cinco pontos em uma semana, indo de 60% a 65% das intenções de voto.

Já Lula registrou nesta semana 82% de aprovação para o seu mandato (respostas “bom” e “ótimo”). É a maior taxa desde quando assumiu o Planalto, em janeiro de 2003 – e também a melhor marca já apurada pelo Datafolha para todos os presidentes civis desde 1985.

Ao mesmo tempo, Dilma oscilou positivamente entre os que acham o governo Lula bom ou ótimo. Ela tinha 56% na semana passada e foi a 58%. Esse movimento coincide com a presença mais frequente do presidente na propaganda de TV da coligação. Já Serra continua estável com 33% de intenção de votos entre os que aprovam o governo Lula.

Quando se consideram as regiões do país, o tucano só lidera no Sul, com 50% (tinha 48% semana passada) contra 39% da petista (cujo percentual era de 40%). No Nordeste, a vantagem de Dilma é de 37 pontos, pois Serra pontua 28% na região. No Norte e no Centro-Oeste combinados, Dilma tem 49% contra 42% do tucano.

No Sudeste, região com o maior eleitorado do país (cerca de 43% do total), Dilma continou sua trajetória ascendente e já ultrapassou Serra. Logo depois do primeiro turno, a candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando tinha 41% no Sudeste. Na semana passada, foi a 43%. Agora, está com 44% e numericamente à frente de Serra, cujo percentual é de 43% (o tucano começou o mês com 44%).

Dilma também reverteu sua perda de votos entre certos grupos religiosos. No estrato de eleitores que se declaram católicos (62% do total do país), tinha 51% na semana passada e foi a 54% agora. Serra manteve-se estável em 38%. No segmento de espiritistas kadercistas (3% do total), Dilma foi de 36% para 46% em uma semana. Serra despencou de 53% para 42%.

Já no segmento de eleitores com renda familiar de até dois salários mínimos (46% da população), Dilma melhorou quatro pontos: foi de 51% para 55%. Serra oscilou de 36% para 34%.

Da Redação, com informações da Folha de S.Paulo
Rizzolo: Um dado interessante, é que a pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira, indica que a preferência por Dilma Rousseff cresceu entre os eleitores de Marina Silva (PV), a terceira colocada no primeiro turno. A petista cresceu oito pontos nesse grupo, passando de 23% para 31%.Esses dados revelam alguma relação com a maior participação do presidente Lula no horário eleitoral. Mas como sempre digo, a melhor pesquisa é a urna, mas tudo leva a crer, segundo os dados, que Dilma é a favorita.

Pesquisas desmentem Datafolha e apontam Dilma eleita no 1º turno

Duas pesquisas de intenções de voto divulgadas na manhã desta quarta-feira (29) desmantelaram a versão de que as eleições presidenciais caminham, naturalmente, para o segundo turno. De acordo com os levantamentos CNI/Ibope e CNT/Sensus, a candidata Dilma Rousseff, da coligação Para o Brasil Seguir Mudando, mantém larga liderança e deve vencer, já em 3 de outubro, a disputa contra José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV).

Conforme os números da CNI/Ibope concluída na segunda-feira, Dilma venceria a eleição no primeiro turno com 50% dos votos totais — e 55% dos votos válidos (que excluem indecisos, brancos e nulos). Serra tem 27%, enquanto Marina apresenta 13%. Outros 8% não sabem ou votarão em branco ou nulo. A pesquisa foi feita entre os dias 25 a 27 de setembro. Foram feitas 3.010 entrevistas em 191 municípios.

Mesmo num cenário em que a margem de erro for totalmente desfavorável a Dilma, a pesquisa não detecta chances de segundo turno. Em relação à pesquisa Ibope da semana passada, Dilma manteve suas intenções de voto, Serra caiu um ponto percentual e Marina cresceu um ponto. O resultado contrasta com a tendência de queda de Dilma apontada pelo Datafolha na sua estranha pesquisa feita integralmente na segunda-feira.

Na simulação de segundo turno entre a petista e o tucano, Dilma venceria a eleição com 55% dos votos, contra 32% de Serra. Em junho, Dilma tinha 45% e Serra 38%. Na hipótese de uma disputa entre Dilma e Marina Silva, Dilma teria 56% dos votos, contra 29% da verde. Em um eventual segundo turno entre Serra e Marina, o tucano venceria a eleição com 43%, contra 35% da candidata verde.

Na pesquisa espontânea, quando o eleitor responde em quem votará sem ter acesso a lista dos candidatos, Dilma lidera as intenções de voto com 44% das indicações; Serra tem 21%, Marina aparece com 10% e o presidente Lula — que não poderia se candidatar, —ainda é apontado por 1% do eleitorado. Os demais candidatos somam 1%. Brancos e nulos chegam a 7%, e outros 18% não souberam responder.

Serra é o que tem o maior índice de rejeição. Segundo o levantamento, 34% dos entrevistados disseram que não votariam nele. Nesse quesito, Marina tem 28% de rejeição e Dilma 27%. Quanto ao partido de preferência dos eleitores, o PT aparece na frente, citado por 27% dos entrevistados, seguido pelo PMDB e PSDB com 5%, cada um. Aqueles que não têm preferência por partido representam 48%.

Sensus

Um cenário eleitoral semelhante é detectado pela pesquisa CNT/Sensus. Levantamento do instituto realizado entre os dias 26 e 28 de setembro em 24 estados mostra Dilma com 47,5% de intenções de voto, ante 25,6% de Serra e 11,6% de Marina. Nos votos válidos, a vantagem de Dilma, que tem 54,7%, também é levada. Serra aparece muito atrás, com 29,5%%, seguido de Marina, que tem 13,3%.

No levantamento anterior, Dilma havia registrado 50,5% das intenções de voto, enquanto Serra tinha 26,4% das intenções de voto e Marina registrava 8,9%. A candidata do PV foi a única entre os três principais candidatos a registrar elevação na estimativa das intenções de voto. Os demais candidatos à Presidência mantiveram índices inferiores a 1%

Com esse cenário, Dilma seria eleita ainda no primeiro turno. A margem de erro — de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos — não prevê chances pontuais de segundo turno. Votos brancos e nulos somam 3,6%, ao passo que 9,5% dos entrevistados disseram estar indecisos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 33103/2010.

Da Redação, com agências
vermelho
Rizzolo: Bem, é claro que a pesquisa Datafolha, pertencente ao Jornal Folha de São Paulo, é parcial. Mas por via das dúvidas é prudente verficar todas as demais pesquisas. A grande verdade é que há uma boa margem para Dilma vencer ainda no primeiro turno, portanto as especulações de fim campanha, são meros instrumentos eleitorais. Pessoalmente acredito que Dilma vencerá já no primeiro turno, tudo leva a isso, agora o que existe é um desepero da oposição em reverter o quadro, algo também natural na disputa eleitoral. Sendo assim, vamos aguardar a grande pesquisa: a urna. O importante é que você leitor me dê uma chance como candidato a deputado federal.

Datafolha: Dilma avança a 51% e venceria já no 1º turno

A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, tem 51% das intenções de voto, segundo pesquisa Datafolha realizada entre 13 e 15 de setembro e divulgada hoje pelo jornal Folha de S. Paulo. Dilma subiu um ponto porcentual em relação à última pesquisa, feita entre 8 e 9 de setembro, e ampliou para 24 pontos a vantagem sobre o candidato do PSDB, José Serra. O tucano se manteve estável, com 27% das intenções de voto. Marina Silva, do PV, também continuou estável, com 11%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Se as eleições fossem hoje, Dilma venceria a disputa já no primeiro turno. De acordo com a pesquisa, a candidata do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem 57% dos votos válidos (o que exclui brancos e nulos), contra 30% de Serra e 12% de Marina. Há 4% de votos brancos e nulos e 7% de indecisos. Numa simulação de segundo turno, Dilma venceria com 57%, contra 35% de Serra.

A pesquisa Datafolha verificou ainda que o escândalo sobre a quebra de sigilos fiscais de membros do PSDB e da filha e do genro de José Serra não causaram nenhum impacto significativo na corrida presidencial. Segundo o levantamento, 57% dos eleitores tomaram conhecimento do assunto, mas só 12% se disseram bem informados. Entre essas pessoas mais bem informadas, Dilma tem 46% das intenções de voto, contra 33% de Serra e 14% de Marina. Na outra ponta, entre as pessoas que nunca ouviram falar do escândalo na Receita Federal, Dilma atingiu 53%, Serra teve 24% e Marina ficou com 8%.

Regiões

As únicas variações além da margem de erro ocorreram no Paraná, no Rio Grande do Sul, em Brasília e em Belo Horizonte. Dilma teve queda no Paraná e em Brasília, mas ainda segue líder nas duas regiões. Em Curitiba, Dilma perdeu oito pontos e voltou a perder de Serra (28% a 36%), embora ainda mantenha a liderança no Estado (41% a 35%). Em Brasília, a petista caiu de 51% para 43%, enquanto Serra tem 21%.

No Rio Grande do Sul, Dilma avançou de 43% para 45% e Serra recuou de 38% para 34%. Em Belo Horizonte, a petista passou de 40% para 44%, enquanto o tucano registrou alta de 23% para 25% nas intenções de voto. A pesquisa Datafolha entrevistou 11.784 pessoas em 423 municípios e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 30014/2010.
estadão

Rizzolo: Veja bem, o desempenho de Dilma se deve a um fato simples: o povo humilde, aquele que sempre foi preterido por FHC, e outros, teve a nítida percepção no governo Lula que a vida melhorou, com mais emprego, mais salário, mais educação. Se isso é mérito de Lula ou não, se é “ conjuntura internacional favorável “ como alguns inconformados justificam, pouco importa; foi durante o governo desse operário de São Bernardo que houve a mágica do desenvolvimento. Lula poderia se quisesse se mobilizar constitucionalmente para um terceiro mandato, não o fez por achar anti democrático, portanto para o desespero daqueles que muito falam em ganhar a eleição no tapetão e pouco sugerem reais propostas de governos, esta aí a resposta: provavelmente Dilma liquida a fatura no primeiro turno.



Charge do Dálcio para o Correio Popular

Parte do eleitorado de Serra é também ‘lulista’

Quase um quarto dos eleitores de José Serra (PSDB) manifestou um comportamento dúbio e paradoxal na última pesquisa Datafolha: eles também afirmaram que votarão “com certeza” no candidato apoiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Nesse contingente há brasileiros que dizem ignorar a opção eleitoral de Lula, mas também os que estão convictos de que o presidente apoia Serra. Quase um décimo dos eleitores do tucano pensa assim.

Menos da metade dos serristas afirma que não votaria em um candidato apoiado por Lula. Outros 26% dizem que talvez o façam, e 23% anunciam que seguirão “com certeza” a opção de voto do presidente.

Os eleitores com “duas caras” são cerca de 11,5 milhões. Até a eleição, eles terão de se posicionar de maneira coerente: ou abandonarão o barco lulista ou votarão na pessoa efetivamente apoiada pelo presidente, conforme sua intenção declarada.

O eleitorado de Dilma é menos heterogêneo: 76% dele afirma que votará no candidato de Lula e 17% diz que “talvez” o faça. Mas no grupo dilmista o paradoxo também se manifesta: 5% de seus simpatizantes afirmam que não votariam em um candidato apoiado pelo presidente.

Esses dados mostram que os resultados das pesquisas ainda podem oscilar muito até a campanha eleitoral avançar e entrar no cotidiano da população, com a consequente queda da desinformação sobre os candidatos.

Essa desinformação se distribui de forma desigual no eleitorado. É maior entre as mulheres, entre os mais pobres e entre os moradores do Nordeste. Na região, 59% dos eleitores dizem que pretendem votar no candidato de Lula, mas 41% ignoram que Dilma ocupa esse papel.
Televisão. Na semana passada, o PT aproveitou a propaganda partidária a que tinha direito para fazer campanha para Dilma. Em inserções de 30 segundos e em dez minutos de programa em rede nacional, o partido associou a pré-candidata a Lula e a programas sociais do governo.

A ofensiva propagandística fez efeito, como demonstrou a ascensão da petista no Datafolha – de uma desvantagem de 12 pontos porcentuais em abril, ela passou para uma situação de empate com Serra, ambos com 37% das intenções de voto. O programa, porém, foi menos assistido justamente nos bolsões em que há mais desinformação sobre a relação entre Lula e Dilma.

No Nordeste, por exemplo, 67% dos moradores negaram ter visto propaganda de Dilma nos 30 dias anteriores à pesquisa. Nas demais regiões, esse índice variou entre 60% e 62%.

Entre os eleitores com renda de até dois salários mínimos – dos quais 37% não sabem quem é o candidato de Lula –, apenas 33% assistiram à propaganda de Dilma. Entre os que ganham mais de dez salários mínimos, 61% viram a candidata na TV.

No grupo que viu a propaganda. Dilma tem 45% das intenções de voto, contra 33% para Serra. Na parcela do eleitorado que não assistiu ao programa petista, é o tucano quem lidera, por 38% a 33%.
agencia estado

Rizzolo:Como já comentei anteriormente, não acredito que a propaganda partidária da TV por si só tenha influenciado as pesquisas, muito mais pela falta de discurso da oposição e pela postura de Serra ao contemplar os avanços do governo Lula, faz com que o eleitor já preocupado com um eventual retrocesso neoliberal, entenda que votar num candidato indicado pelo presidente é a opção mais segura, o que logicamente não deixa de ser verdade. A grande massa vê os efeitos da política econômica do governo no próprio bolso e isso é mais forte argumento pró Dilma.

Dilma sobe 4 pontos e encosta em Serra, diz Vox Populi

Uma nova pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República da Vox Populi, encomendada pela TV Bandeirantes e divulgada na noite deste sábado, 3, mostrou que José Serra, pré-candidato do PSDB, lidera a corrida com 34% das intenções de voto. Dilma Rousseff, do PT, aparece com 31%, seguida de Ciro Gomes (10%) e Marina Silva (5%).

A pesquisa, divulgada na noite deste sábado, 3, pelo Jornal da Band, avaliou ainda um cenário sem Ciro na disputa. Nesse caso, Serra fica com 38% e Dilma, com 33%. Na pesquisa anterior do Vox Populi, feita em janeiro, Serra aparecia com os mesmos 34% no cenário que também incluía Ciro Gomes. Já a pré-candidata do PT tinha 27% das preferências.

Entretanto, os questionários dos dois levantamentos não são idênticos. Na pesquisa mais recente, antes de apresentar aos entrevistados os cartões com os nomes dos candidatos e perguntar em quem pretendem votar, o instituto fez perguntas relativas ao grau de conhecimento sobre os concorrentes. Também foram feitas perguntas sobre os cargos que os candidatos já exerceram.

A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos. Votos nulos e brancos somam 7%, enquanto 13% não souberam ou não quiseram responder.

agencia estado

Rizzolo: O mais interessante, não é a pesquisa em si, mas o o boicote de todos os portais da grande mídia a pesquisa do Vox Populi. Aonde a grande mídia quer chegar ? Não é possível que os maiores meios de comunicação sabotem uma pesquisa só porque o candidato por eles patrocinado diminuiu seu desempenho. A pesquisa do Vox Populi mostra um resultado bem diferente da última pesquisa Datafolha, divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo no último dia 27. Nela, Serra aparece nove pontos à frente de Dilma, com 36% contra 27% de Dilma.

Datafolha mostra Serra na liderança e avanço de Dilma

SÃO PAULO – Pesquisa Datafolha divulgada hoje mostra queda na diferença entre os pré-candidatos do PSDB, José Serra, e do PT, Dilma Rousseff, à sucessão presidencial. O levantamento publicado na edição de domingo pelo jornal Folha de S.Paulo, aponta Serra com 32% das intenções de voto; Dilma Rousseff, com 28%; o deputado federal Ciro Gomes (CE), pré-candidato do PSB, com 12%; e a pré-candidata do PV, senadora Marina Silva (AC), com 8%. Na mostra anterior da Datafolha, divulgada em dezembro de 2009, Serra tinha 37%; Dilma 23%; Ciro 13%; e Marina 8%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 25 de fevereiro. Do total de entrevistados (2.623), 9% disseram que vão votar branco, nulo ou em nenhum dos candidatos e 10% informaram que estão indecisos. O levantamento tem margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

A pesquisa também apresentou um cenário sem a presença de Ciro Gomes. Nessa simulação, aumentam para 38% as intenções de voto em Serra (ante 40% na pesquisa realizada entre 14 e 18 de dezembro); Dilma atinge 31% (ante 26% da pesquisa anterior); e Marina Silva fica com 10% (11% no levantamento de dezembro).

No cenário de segundo turno, numa eventual disputa entre Serra e Dilma, o tucano lidera com 45% das intenções de voto e a petista aparece com 41%. O levantamento realizado em dezembro apontava Serra com 49% das intenções de voto e Dilma com 34%. Em outro cenário de segundo turno, Dilma vence com 48%, contra 26% de Aécio.

De acordo com o Datafolha, o pré-candidato Serra registra o maior índice de rejeição entre os presidenciáveis, com 25%; seguido de Dilma com 23%; Ciro, com 21%; Aécio, com 20%; e Marina, com 19%. A pesquisa avaliou também o índice de aprovação do presidente Lula. Na mostra, a aprovação ficou em 73% (de ótimo e bom). Na pesquisa de dezembro, este índice foi de 72%, o mais alto patamar de popularidade apurado pelo Datafolha.
agencia estado

Rizzolo: Como já comentei anteriormente, o grande receio do povo brasileiro é uma volta ao passado quando no governo FHC imperava a opção pelo capital e pelas privatizações em massa beneficiando empresas multinacionais e descapitalizando a industria do país. Os programas de inclusão como o Bolsa Família que incluiu mais de 11 milhões de famílias reduziu significadamente a miséria do país e o povo brasileiro sabe, por experiência própria que se o PSDB vencer tudo isso irá por agua abaixo, a tendência é essa diferença diminuir cada vez mais.