Fernando Rizzolo candidato a Dep.Federal fala de Sonhos e Esperanças.

Fernando Rizzolo 3318 candidato a Deputado Federal por SP. Divulgue este vídeo e ajude o Rizzolo a chegar lá !!

Publicado em últimas notícias, Brasil, cotidiano, economia, geral, News, notícias, Política, Principal. Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . Leave a Comment »

Para agradar empresários do Lide, Serra acirra críticas ao MST

Diferentemente do que foi o discurso da petista Dilma Rousseff sobre o MST, o candidato do PSDB à presidência da República, José Serra, fez declarações na medida para tentar agradar o empresariado reunido no almoço organizado para os associados do Grupo de Líderes Empresariais (Lide) nesta segunda-feira (26), em São Paulo. O tucano não poupou ataques ao MST e vinculou o movimento ao PT durante seu discurso e em coletiva.

Serra voltou a afirmar que o movimento não existe com fins de reforma agrária: “não é para a reforma agrária que o MST existe. O MST é um movimento, um partido revolucionário. Seria uma versão bolivariana da extrema esquerda (…) eu defendo o direito de eles defenderem os seus ideais. O que sou contra é o fato de o governo dar dinheiro para isso”.

Dilma no Lide
Após a passagem da candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, pelo Lide, o empresário João Dória, presidente do Lide, afirmou que sentiu dúvidas dos empresários em relação à posição da petista sobre o MST. “Senti entre os empresários que ficou um pouco de dúvida se ela defende algum tipo de invasão ou se rechaça qualquer invasão. Como um debate exige tempo, talvez ela esclareça posteriormente”, avaliou o presidente do Lide ao Terra .

Em entrevista à Agência Reuters , o presidente do MST, João Pedro Stedile, afirmou no dia 10 de julho que “com Dilma, nossa base social perceberá que vale a pena se mobilizar, que poderemos avançar, fazendo mais ocupações e mais greves”.

Terra

Rizzolo: Sinceramente acho que Serra continua trilhando um caminho errado. É sabido que as técnicas que levam ao totalitarismo, se baseiam num discurso do terror. Hanna Arendt já em seu livro “ As Origens do Totalitarismo” afirmava que a mobilização dos piores movimentos da história da humanidade se davam por conta do semear do terror. Ora, todos sabem que o MST é um movimento que sempre foi controlável, e que a essência é a reforma agrária. Jogar dúvidas, sobre o movimento, aclamar pelo medo, aterrorizar os empresários, são técnicas ultrapassadas e que pouco sensibilizam a grande maioria do empresariado brasileiro, isso apenas soma-se à uma demonstração de falta de discurso. Fazer a diferença não é semear o medo é sim oferecer propostas. Acho que Serra podia mais, não é ?

Dilma diz a bispo que aborto é questão de saúde pública

A candidata da PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, respondeu hoje a um artigo publicado no site da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), assinado por d. Luiz Gonzada Bergonzini, bispo de Guarulhos, na Grande São Paulo, recomendando o boicote à candidatura dela por causa da defesa do aborto nos casos permitidos por lei. Em entrevista à rádio Marano, de Garanhuns (PE), concedida hoje de manhã, Dilma avaliou que o aborto não deve ser tratado como uma questão religiosa, mas de saúde pública.

O texto do bispo, intitulado “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”, foi publicado na segunda-feira, mas não está mais disponível para leitura no site da CNBB. No artigo, d. Luiz diz não pertencer a nenhum partido, mas ressalta que, como bispo, “denunciamos e condenamos como contrárias às leis de Deus todas as formas de atentado contra a vida, dom de Deus, como o suicídio, o homicídio, assim como o aborto, pelo qual, criminosa e covardemente, tira-se a vida de um ser humano, completamente incapaz de se defender”.

“Já afirmamos muitas vezes e agora repetimos: não temos partido político, mas não podemos deixar de condenar a legalização do aborto”, diz o texto. “Isto posto, recomendamos a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que não deem seu voto à senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais ”liberações”, independentemente do partido a que pertençam.”

Na entrevista, Dilma afirmou que a posição de d. Luiz não representava a da CNBB como um todo. “Até onde eu sei não é a posição da CNBB”, disse. Ela defendeu que o governo cumpra a lei e faça o procedimento em estabelecimento de saúde públicos nos casos estabelecidos por lei – estupro e risco de morte para a mãe.

“O que nós defendemos é o cumprimento estrito da lei, que prevê casos em que o aborto deve ser feito e provido pelo Estado”, afirmou a petista, ressaltando que mulheres com melhores condições fazem abortos em clínicas, enquanto as menos favorecidas acabam recorrendo a técnicas perigosas, como o uso de agulhas de tricô.

“Não conheço nenhuma mulher que ache aborto uma coisa maravilhosa. Não se deve tratar a questão como religiosa, mas de saúde pública”, afirmou. “(O bispo) parte de pressuposto incorreto. Tanto eu quanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não somos pessoas que acham que o aborto é algo para se falar que se defende. O aborto é uma violência contra corpo de mulher”, disse a candidata.
estadão

Rizzolo: Bem essa é uma questão controversa, pessoalmente sou contra o aborto, porem existem casos já previstos em lei que se autoriza fazê-lo. A grande questão é a população de mulheres pobres, que acabam se submetendo à clinicas clandestinas, muitas vezes contraindo infecções, e morrendo. Eu entendi muito bem a colocação da candidata Dilma Rousseff, não é que ela seja a favor do aborto, aliás só uma pessoa com um coração maldoso poderia apregoar e achar que o aborto é bom, sua colocação foi a de saúde pública, restrita a esse universo.

Em relação ao Velho Testamento o aborto é proibido, até porque ao meu ver, isso é um retrocesso espiritual, tanto é que dois grandes rabinos de Israel dirigiram uma carta às comunidades judaicas locais dizendo que os abortos no país “atrasam a chegada do messias”, informa a edição digital do jornal Yedioth Ahronoth. “A imensa maioria dos abortos é desnecessária e está proibida pela Halajá (lei religiosa judia)”, assinalam Yona Metzger e Shlomo Amar na carta.No escrito, o rabinato superior anuncia que estuda renovar a luta contra o aborto com a criação em seu seio de um comitê especial para tratar de impedir o “assassinato de fetos no ventre das mães”. Trata-se de uma “autêntica epidemia que leva a cada ano a vida de dezenas de milhares de judeus” e que “além da gravidade do pecado, atrasa a chegada do messias”.

PT pede à Justiça que condene Indio por declarações

O PT pediu hoje à Justiça de Brasília que condene o PSDB e o candidato a vice-presidente na chapa de José Serra, Indio da Costa (DEM), a indenizá-lo por ter dito que o partido é ligado ao narcotráfico e às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Na ação de indenização, o PT afirma que sofreu danos morais e pede que o juiz fixe o valor de uma indenização levando em conta a repercussão que o fato teve.

A notícia foi divulgada em vários veículos de comunicação e na internet, inclusive no portal “Mobiliza PSDB”. O PT ressalta na ação que, além de ter dito que o partido tem ligações com as Farc e o narcotráfico, Indio afirmou que a candidata do PT, Dilma Rousseff, é “ateia” e “esfinge do pau oco”.

“O réu Indio da Costa, de forma intencional, dedicou-se a assacar afirmações ofensivas à honra do partido autor com a finalidade de denegrir a reputação frente a sociedade brasileira, contando para tanto com a participação do réu PSDB, que de maneira deliberada fez veicular tais afirmações difamatórias em seu site”, sustentam os advogados do PT, na ação que está na 13ª Vara Cível de Brasília.

Essa não é a primeira vez que o PT recorre à Justiça por causa do episódio envolvendo Indio da Costa. No dia 19, o partido protocolou uma representação no Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando que seja apurado se foi cometido crime contra a honra. O PT também encaminhou um pedido ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que seja garantido direito de resposta.
estadao

Rizzolo: Como já comentei anteriormente, as afirmações de Índio da Costa denotam imaturidade e despreparo político, o que por consequência colocou a campanha do PSDB numa “ saia justa”. A grande verdade é que Índio é um rapaz muito novo, pouco preparo, e muito mal conduzido como vice. Não é possível que não existia ninguém, na ocasião das afirmações, a orienta-lo sobre essa demostração de superficialidade, prova disso foi a tentativa de Serra contornar e amenizar o fato. Mas agora é tarde.

Serra diz em Minas Gerais que PT tem ligação com as Farc

O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, disse nesta segunda-feira (19), durante evento de campanha em Belo Horizonte, que o PT tem ligação com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

“A ligação do PT é com as Forças Armadas Revolucionárias Colombianas. Isso todo mundo sabe, tem muitas reportagens, tem muita coisa. Apenas isso. Agora, a Farc [sic] é uma força ligada ao narcotráfico. Isso não significa que o PT faça o narcotráfico”, disse.

Serra deu as declarações ao comentar os ataques feitos por seu candidato a vice, o deputado Indio da Costa (DEM-RJ) ao PT. Na sexta (16), em declaração para o site da campanha tucana, Indio relacionou o partido às Farc e ao narcotráfico.

“Todo mundo sabe que o PT é ligado às Farc, ligado ao narcotráfico, ligado ao que há de pior. Não tenho dúvida nenhuma disso”, disse o deputado na ocasião. Também no mesmo dia, ele publicou no Twitter críticas à candidata Dilma Rousseff, chamando-a de ateia e “esfinge do pau oco”. Nesta segunda, o candidato a vice postou no Twitter a seguinte mensagem: “PT não faz narcotráfico. As Farc, sim.”

O PT anunciou que vai entrar com três ações na Justiça, nas esferas criminal, civil e eleitoral, por conta das declarações de Indio.

*com informações da Globo Minas e da CBN

Rizzolo
:Que situação hein !, Agora para não desqualificar o Índio, Serra precisa sustentar uma acusação sem provas, e contorná-la de forma a não “moer politicamente seu vice”, justificando o injustificável. A grande verdade é que o Índio da Costa é rapaz muito novo, despreparado à altura de seu cargo, portanto Serra pode com isso se afundar ainda mais. O PT irá reagir e restará a perda política e a desmoralização de Serra e seu vice. Com um vice desse dá até medo saber que Serra um dia pode ficar doente…

Índio da Costa vem a SP discutir declarações sobre ligação de PT às Farc; assista aos vídeos por Rodrigo Alvares

Apesar de o site Mobiliza PSDB ter retirado do ar o vídeo no qual o candidato a vice na chapa de José Serra (PSDB), Índio da Costa (DEM), ligou o PT às Forças Revolucionárias Armadas da Colômbia (Farc), ao narcotráfico e chamou Dilma Rousseff de ateia, a íntegra da entrevista está disponível no YouTube.

“Todo mundo sabe que o PT é ligado às Farc, ligado ao narcotráfico, ligado ao que há de pior. Não tenho dúvida nenhuma disso”, afirmou Índio. De acordo com fontes no DEM, o deputado está em São Paulo para uma reunião com a cúpula da campanha, na qual será discutida a repercussão do episódio. Há alguns minutos, Índio escreveu em seu Twitter que o “PT não faz narcotráfico. As Farc, sim”.

Mesmo aliados da campanha do PSDB admitem que Índio da Costa errou nos ataques feitos ao PT e à Dilma. O presidente do PSDB, Sérgio Guerra, preferiu se esquivar do assunto. Disse que preferia se manifestar depois de conversar com o vice de Serra.

Segundo um dos coordenadores da campanha do presidenciável tucano, as declarações são resultado da falta de experiência do deputado: “O Índio é um pouco inexperiente, pode dar algumas bolas foras no começo, mas conforme a campanha for avançando, ele vai acertar o discurso”.

Questionado se será necessário enquadrar o candidato a vice, ele classificou o episódio como “parte natural da campanha”. “O assunto (a ligação das Farc com o PT) sempre volta porque o PT nunca mostrou disposição em esclarecer essa relação”, acrescentou.

O presidente do PT, José Eduardo Dutra, convocou uma entrevista coletiva para as 15h desta segunda-feira (19), na sede nacional do partido, em Brasilía, para tratar da posição a respeito das declarações do deputado.
estadão

Rizzolo: Agora, sinceramente, como pode um candidato a vice presidência afirmar coisas desse tipo? Totalmente despreparado, o Índio da Costa está fazendo com isso campanha para o PT. Ora só pode ser, isso denota o desespero de Serra ao ter se apegado a qualquer candidato, sem o menor preparo, inconseqüente, e perigoso. Se o próprio PSDB o considera pouco experiente, isso significa que se eleito Serra nem sequer pode ficar doente, pois aí o índio irá assumi e surgirá um presidente inexperiente..

O Verde e as Crianças Pálidas

*por Fernando Rizzolo

Certa vez, ao participar de uma explanação sobre o universo que engloba as questões sobre direitos humanos, observei que o tema é realmente amplo. Prova disso são as questões abrangidas pelo PNDH (Plano Nacional de Direitos Humanos) e pelo explanador, que discorreu de forma brilhante sobre os demais problemas do Brasil nessa esfera. A abrangência que o tema comporta abre um leque de discussões que vai desde os direitos fundamentais ao comportamento dos meios de comunicação em relação aos direitos humanos.

O uso de temas cuja capacidade de exposição aflui para outras áreas é uma característica da modernidade, na condensação de variados assuntos sobre determinada bandeira. A preocupação com o verde, a sustentabilidade, os direitos humanos são essenciais, de fato; contudo, vale uma reflexão no que diz respeito à utilização partidária da sustentabilidade e do verde como postulação de uma política mais restritiva à questão social propriamente dita. Aliás, por exemplo, a falta de saneamento básico seria um assunto relacionado aos direitos humanos, ao verde, à ecologia, à saúde pública ou à inclusão social?

Na realidade, os partidos verdes ao redor do mundo acabaram por diluir seu discurso, capitalizando os demais entraves sociais ao mesmo tempo que tentando restringi-los, de forma que fizessem uma apologia nas propostas de redução de crescimento econômico, quando, na verdade, o que precisamos é crescer muito, mas com responsabilidade social, o que envolve não só questões sustentáveis, mas acima de tudo urgência no que diz respeito à alimentação e às condições de saúde de nossos milhares de crianças carentes de verde e completamente lânguidas de fome.

Ao adentrar na seara das questões sociais, alguns partidos verdes fazem o jogo do conservadorismo, tentando seduzir mentes jovens numa verdadeira manobra diversionista ideológica, retrocedente. Temos a obrigação de defender os meios de sustentabilidade, o verde, mas jamais de propor que o ser humano, em países pobres como o Brasil, onde a desnutrição ainda impera, seja privado de crescimento econômico com base num discurso que apenas confunde as interpretações abrangentes de expressões de impacto, como a pura bandeira de cor verde se sobrepondo ao pobre rosto pálido de nossas crianças, de saúde precária e insustentável.

Fernando Rizzolo

Oposição enxerga o Brasil como um país pequeno, diz Dilma

A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, afirmou nesta sexta-feira (9), em entrevista à Rádio Tupy, que as críticas da oposição sobre a liberação de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para fusões de empresas demonstram que eles enxergam o Brasil como um país pequeno e que os adversários desconhecem como se dá a competição entre as empresas no mercado internacional.

“Quem fala isso também não entende de uma questão fundamental. Tem empresas que se querem concorrer no mercado internacional tem que ter porte. Não adianta você pegar, por exemplo, uma petroquímica e ir para o mercado internacional com uma petroquímica pequena, porque é como se diz briga de cachorro grande. Nós fizemos fusões e acho que foi correto porque era para garantir que o Brasil – nesse período que estamos – tivesse empresas de porte internacional e padrão global. Tem gente que olha o Brasil e pensa o Brasil pequeno. Pensa o Brasil muito menor do que o Brasil é”, disse.

Dilma também criticou a proposta da oposição para a educação. Segundo ela, não adianta colocar um auxiliar para os professores na sala de aula. Isso não vai qualificar o ensino e nem valorizar o profissional.

“Não concordo com o projeto do meu adversário, que diz que ao invés de melhorar a educação quer colocar um professor e um estagiário na sala de aula. Querem colocar um professor ganhando R$ 1,8 mil e R$ 500 para o estagiário. Não é aumentando a baixa qualidade que você muda a educação. Não é através do estagiário que melhora a educação. É por meio da formação continuada do professor. É melhor pagar os R$ 500 para o professor e valorizar a carreira”, argumentou a petista.

Ela disse que pretende criar pelo menos uma escola técnica em cada município com mais de 50 mil habitantes.

dilmanaweb
Rizzolo: Realmente a visão da oposição em relação às duas questões é lamentável, mais lamentável ainda é a proposta em colocar um auxiliar ao professor. Ora, eu como professor conheço a questão e sei que o maior problema é a formação continuada, os salários baixos, a desmotivação, e acima de tudo em São Paulo a indiferença do governo do Estado com os professores, assim como com a educação de uma forma geral.

“Chega de corrupção e rolo, para deputado federal Fernando Rizzolo PMN 3318”

PSDB tem pouca credibilidade para propor programas sociais, diz Dilma

A candidata do PT à sucessão presidencial, Dilma Rousseff, disse há pouco, em campanha na cidade de São José do Rio Preto (SP), que os governos do PSDB não têm credibilidade para propor programas sociais e que há uma desconfiança a respeito de seus adversários em cumprir metas nessa área. “Faça o que fizerem, a desconfiança a respeito dos governos do PSDB de cumprir programas sociais permanece”, disse a petista. “Não por causa das palavras, mas por atos e fatos que eles produziram ao longo dos governos”, completou a candidata.

A petista voltou a criticar compromisso assinado pelo seu adversário na disputa eleitoral, José Serra (PSDB), que garante a manutenção de programas sociais do governo Luiz Inácio Lula da Silva, como o Bolsa Família. Serra pretende entregar aos eleitores carta em que garante a permanência dos benefícios. Dilma afirmou ainda que, quando Serra foi prefeito de São Paulo, não fez um cadastro como deveria para implantação de um programa semelhante, referindo-se ao programa Renda Cidadã.

“Se quando estava no governo não fez o que prometeu, não pode, de maneira alguma, ter credibilidade para dizer que vai dobrar (o Bolsa Família).” De acordo com Dilma, a questão não é dobrar o valor do Bolsa Família, mas manter um programa que impede que os beneficiados vivam em situações de privação. “Não é possível que os programas sociais tenham marcas eleitorais. Tanto que começamos a implantar o Bolsa Família quando o País se recuperava de uma crise, da qual recebemos em 2002″, explicou a ex-ministra, numa crítica indireta ao governo tucano de FHC.

Mesmo lançando críticas contra os adversários, Dilma disse que não fará uma campanha de baixo nível e garantiu que manterá o padrão do debate com os seus concorrentes. “Eu tenho propostas, um conjunto de realizações a apresentar. Não tenho motivo para aceitar um debate em nível menor”, afirmou a candidata.
radar político

Rizzolo: O grande problema dos tucanos é realmente a falta de credibilidade, porém a essa altura do campeonato, com o desprestígio lá em cima, acredito que de tudo farão para reconquistar a falta de confiança do povo. Não há outra saída para o PSDB, o povo brasileiro não quer um retrocesso, e reconquistar o povo é como reconquistar a confiança da mulher amada, dá trabalho, cansa, e os tucanos terão que se acostumar a isso, o próprio reconhecimento da questão dos pedágios já é um começo.

” Chega de corrupção e rolo, para deputado federal Fernando Rizzolo ” PMN 3318

DÊ UMA CHANCE AO RIZZOLO !! ESTAMOS NA RETA FINAL, MULTIPLIQUE O SEU VOTO, DIVULGUE O NOME DO RIZZOLO ENTRE SEUS AMIGOS, FAMILARES,VIZINHOS, E VOTE FERNANDO RIZZOLO 3318 PARA DEP. FEDERAL, UM CANDIDATO DE OPINIÃO, PREPARADO, O VERDADEIRO VOTO DA RENOVAÇÃO!!


Foi no ano passado, não me lembro bem do mês, que através de um telefonema recebi um convite para ingressar na política. É claro que ao receber o convite de um partido, mesmo sendo pequeno, ponderei sobre qual poderia ser meu papel na política brasileira, além dos meus textos, da minha formação acadêmica, dos meus pensamentos e ideais de patriotismo.

Nunca exerci um mandato, nunca fui político, mas a sinceridade do convite feito pelo PMN (Partido da Mobilização Nacional) e a deterioração do Congresso Nacional me fizeram pensar que um nome novo como o meu, em face das inúmeras propostas minhas publicadas em mais de 800 artigos pelos jornais do país, dos meus livros que abordam a temática social brasileira e do meu passado íntegro, poderia somar, do ponto de vista político, a uma nova opção eleitoral. Assim sendo, aceitei. Sou candidato a Deputado Federal por São Paulo pelo PMN nº. 3318.

*Minhas propostas para educação, como Deputado Federal

Educação pública ISO 9000 : Um dia a escola pública já foi referência de ensino, quero novamente tornar realidade a qualidade do ensino público no Brasil, universalizando o atendimento público, gratuito, de qualidade e obrigatório na pré-escola, no ensino fundamental de nove anos e no ensino médio. Precisamos também, criar milhares de Escolas de Tempo Integral para assistir a população pobre. Portanto, necessitamos mobilizar gradativamente mais recursos para a educação pública, num patamar mínimo de 9% ao ano do Produto Interno Bruto (PIB), para que possamos tornar viável a implantação disso tudo, além dos cursos profissionalizantes, em nível médio nas escolas públicas. Necessitamos ampliar em 20% ao ano, as vagas nas universidades públicas, sem contar com o essencial: pagar salários dignos aos professores da rede pública e particular.

*Minhas propostas para saúde, como Deputado Federal

Programa de Saúde SPS ( Saúde Preventiva Segmentada ): Não basta investir apenas no tratamento, precisamos investir em medicina preventiva segmentada, prevenindo as doenças de forma eficaz segmentando-a para os jovens, as crianças, as mulheres, os idosos, incidindo a prevenção nas doenças que mais atingem segmento por segmento. Lutarei também para um maior investimento federal na construção de novos hospitais no Estado de São Paulo.

*Minhas propostas para segurança, como Deputado Federal

Programa Segurança para Todos SPT: O programa segurança para todos possui duas vertentes principais: repressão ao crime organizado e educação de base. Hoje existe um consenso de que só remunerando os policiais com salários dignos poderemos implementar os demais programas, inclusive os de inclusão. Portanto reprimir de uma ponta o crime organizado com rigor e policiais bem pagos, e educar os jovens de outra, é a saída a médio prazo para a questão da segurança. Sou a favor também de um forte monitoramento na saída temporária dos presos, pois muitos ficam à mercê do crime organizado nessa circunstância.

*Luta pelo fim do fator previdenciário: Todos sabem da minha luta neste Blog pelo o fim deste fator perverso, assumo aqui compromisso com os aposentados que já me conhecem em intensificar essa luta.

* ENGAJE-SE : Peça votos, fale sobre o Rizzolo, distribua os “santinhos” do Rizzolo para os amigos, colegas de trabalho, de clube, de academia, de faculdade ou da sua igreja, para os vizinhos de sua rua, do seu prédio, do comércio no entorno e nas reuniões de família.

Clique aqui e saiba quem é Fernando Rizzolo

Clique aqui e conheça os artigos de Fernando Rizzolo

FERNANDO RIZZOLO PARA DEPUTADO FEDERAL POR SÃO PAULO Nº 3318 , NA LUTA PELOS JOVENS, PELA PROTEÇÃO AOS ANIMAIS, PELOS DIREITOS DAS MULHERES E NA INTRANSIGENTE DEFESA DOS APOSENTADOS E DAS MINORIAS


“Um novo nome se faz com formação acadêmica, propostas, ética e sensibilidade, por isso eu apoio o Fernando Rizzolo para Deputado Federal”

Claudia Bonfiglioli, presidente da Casa Hope

DOAÇÕES

Um projeto político não é apenas um sonho de uma única pessoa, mas o resultado da ação organizada de muitas outras que se engajam nesse projeto. Como tudo na vida, exigirá meios e formas para que possa ser concretizado. Quanto mais pessoas dele participarem, mais ele atingirá os objetivos para os quais foi traçado: melhorar a vida das pessoas.

Isso implica a necessidade de levantamento de recursos econômicos, dentro da mais estrita legalidade. O meio que a Lei possibilita são as doações.

As doações feitas ao candidato a Deputado Federal Fernando Rizzolo serão utilizadas exclusivamente na campanha eleitoral, nos gastos com material para divulgação da plataforma de campanha e do próprio candidato e todos os demais gastos relacionados com a propaganda política e despesas de campanha, tais como: viagens, combustível, impressão de material, criação e desenvolvimento de temas, dentre outras coisas.

A ajuda dos eleitores e de empresas interessadas é importante para uma campanha política engajada com o meio social, sem gastos demasiados. Fernando Rizzolo pretende arrecadar recursos para realizar uma campanha ecologicamente correta em respeito a seus eleitores e em coerência com a sua plataforma.

Toda pessoa, física ou jurídica, que colaborar com a campanha política do candidato Fernando Rizzolo receberá, no endereço informado, um exclusivo Kit de campanha, como agradecimento pela colaboração.

As doações somente poderão ser feitas por meio de depósito na conta corrente do candidato Fernando Rizzolo.

O recibo eleitoral será emitido assim que o valor doado for creditado na conta bancária

DADOS PARA DEPÓSITO

Correntista: Eleição 2010 Fernando Rizzolo Deputado Federal
CNPJ: 12.179.144/0001-36
Banco Itaú Unibanco
Agência: 8576
Conta- 00004-9

Publicado em últimas notícias, Brasil, cotidiano, economia, geral, http://skaf.com.br/, News, notícias, Política, Principal. Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . 7 Comments »

Dilma rebate economista e garante que bancos não temem vitória do PT

PARIS – A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, respondeu nesta terça-feira, 15, às críticas do Instituto Internacional de Finanças (IIF), feitas nessa semana, em Viena, na Áustria, e assegurou que os bancos internacionais não temem sua eleição ao Palácio do Planalto. A garantia foi dada em Paris, onde a ex-ministra começou a primeira etapa de sua turnê pela Europa. Dilma se encontrará com chefes de Estado e de governo da França, Espanha e Portugal. Segundo o IIF, a eleição da petista traria maior risco de derrapagem macroeconômica, poucas reformas estruturais e dificuldades de aumentar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

A análise foi feita pelo economista Frederick Jaspersen, que representou o IIF – organismo que congrega os grandes bancos estrangeiros – em um evento realizado na semana passada, na Áustria. Segundo o jornal Valor Econômico, Jaspersen afirmou que um eventual governo Dilma tenderia ao aumento dos gastos públicos, ao relaxamento do controle da inflação e à alta dos juros. Além disso, a petista enfatizaria a política industrial centrada nas empresas estatais e deixaria as agências regulatórias à mercê das pressões políticas.

Em contrapartida, o economista afirmou que o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, endureceria o controle fiscal e reduziria os juros, o que resultaria na desvalorização do Real.

A palestra aos banqueiros foi realizada no Palácio Imperial Hofburg, em Viena, na Áustria, e foi assistida por diretores-presidentes das maiores instituições financeiras do mundo, entre as quais o Itaú Unibanco, representado por seu presidente, Roberto Setúbal, vice-presidente do IIF.

Nasta terça-feira, Dilma fez questão de responder às críticas ao ser questionada sobre o tema. “Não acredito que seja a opinião dos bancos internacionais”, ponderou, classificando a opinião de “leviana”. “Era de um economista, um assessor.” Dilma ainda enfatizou: “Duvido muito que uma instituição que congregue bancos iria assumir uma posição tão precipitada e superficial como essa”. Segundo a candidata petista, as críticas de Jaspersen não representam a posição do IIF, mas sim uma opinião pessoal. “Não acredito que a associação de bancos internacionais falaria isso.”

A candidata reforçou ainda o compromisso de seu programa de governo com a estabilidade e o crescimento econômico, que segundo ela foram alcançados no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. “Eles (os banqueiros) têm clareza de que nós vamos manter a estabilidade, porque foi com a estabilidade que a gente cresceu.”
agência estado

Rizzolo: É claro que está crítica não tem o menor fundamento e foi muito bem rebatida pela candidata Dilma. Ainda me lembro quando na época em que Lula era candidato, tudo se fez para amedrontar e desestabilizar sua candidatura, e o mesmo estamos vendo desta feita com Dilma, daqui pra frente nesta campanha as coisas podem piorar em termos de teorias conspiratórias

Lula diz que mudou de nome e será Dilma na cédula de votação

BRASÍLIA- Para formalizar o nome de Dilma Rousseff como candidata à presidência, o PT fez uma festa para as mulheres e levantou como bandeira a eleição da primeira mulher presidente do Brasil. Foi assim que Dilma foi anunciada na Convenção Nacional do PT, neste domingo, 13, em Brasília, pelo presidente do PT, José Eduardo Dutra, pelo vice dela, deputado Michel Temer (PMDB), e por ela mesma. “Chegou a hora de uma mulher comandar o país!”, bradou.

O presidente Lula falou pouco antes de Dilma e levantou a bola da candidata. Disse que ela já estava como cara de presidente e escancarou a estratégia de tentar transformar a própria popularidade em votos para Dilma. Lula ressaltou que esta será a primeira eleição desde a redemocratização, mas que o nome dele estará na cédula de votação como Dilma. “Vai ficar um vazio nessa cédula e para que esse vazio seja preenchido eu mudei de nome e vou colocar Dilma lá na cédula”, afirmou o presidente. O jingle que tocava no auditório, seguia o mesmo tom. “Lula tá com ela, eu também tô, veja como o Brasil já mudou”.

Lula e o presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, dirigiram críticas aos adversários. Sem citar o nome de José Serra, candidato do PSDB a presidente, Lula pediu que a oposição faça uma campanha de alto nível. “E não façam jogo rasteiro inventando dossiê todo dia”, disse, fazendo referência a reportagens recentes que revelaram que integrantes da campanha estariam investigando ilegalmente integrantes da cúpula do PSDB.

Lula pediu “tranquilidade” a Temer e Dilma, porque “o bicho vai pegar” nos próximos três meses que antecedem a eleição. “Tenho certeza que muita gente que aparece com cara de anjo na TV, faz o que fez comigo em 2006?, diz o presidente, em alusão ao episódio dos aloprados.

Dutra rebateu discurso de José Serra no lançamento da candidatura dele, ontem, em Salvador, quando disse que com o governo tucano “o povo brasileiro não teria surpresas”. “Realmente o povo brasileiro não teria surpresas porque já conhece o fracasso do governo que ele participou”, rebateu o presidente do PT. “O governo que ele participou provocou um apagão de 11 meses no Brasil”.

Mulheres. A maioria dos cerca de 1,5 mil convidados era mulher na Convenção Nacional do PT. A organização da campanha distribuiu centenas de bandeiras roxas com a inscrição “A vez e a voz das mulheres” para os militantes empunharem. A mestre de cerimônias dava as palavras de ordem, e todas repetiam: “Brasil, Brasil é das trabalhadoras”.”Vocês estão demonstrando que 100 mulheres são capazes de fazer mais barulho que mil homens”, observou Lula às mulheres ao pegar o microfone.

O Hino Nacional foi cantado pelo grupo Samba de Rainha, formado só por mulheres, e a cantora Virgínia Rodrigues. Ao final da apresentação, Virgínia fez uma narração de um vídeo que mostrava o nome de mulheres idolatradas no Brasil, como Anita Garibaldi, Princesa Isabel, Chiquinha Gonzaga, Pagu e Clarice Lispector. Maria da Penha, que inspirou a criação da lei de combate à violência doméstica acompanhou Dilma Rousseff no palco.
Discurso. Na sua vez de falar, Dilma Rousseff leu o discurso preparado pela assessoria da campanha na íntegra, e não ousou improvisar. Antes de iniciar um novo tópico, Dilma abusou do slogan “Para o Brasil seguir mudando” e não poupou elogios aos êxitos do governo Lula do qual ela participou como ministra da Casa Civil.

A candidata falou da importância dos investimentos em educação, saúde, inclusão digital e segurança. Como promessa de campanha, disse que vai erradicar a miséria nos próximos anos. “Vamos transitar de país emergente para país desenvolvido no qual a população desfruta de serviços públicos adequados, educação de qualidade e bons empregos. Esta é a missão que o PT e os partidos aliados colocam em minhas mãos”.
agencia estado

Rizzolo: É bem verdade que o governo que propõe a oposição, todos já conhecem: portanto com certeza como alega Serra, o povo não terá surpresas. Mas o mais interessante é o alto astral da campanha Dilma, ao contrário daqueles que dizem que tudo é financiado com o dinheiro público, a candidata Dilma conta com a militância, pessoas como eu engajadas politicamente, ideologicamente que jamais ganharam um centavo sequer, e que entregam seu potencial intelectual a uma causa maior: a do povo brasileiro, coisa que não existe do lado lá, e o povo sabe disso.

Os lobos rondando os pobres

Talvez o mais famoso líder na história da humanidade do ponto de vista de liderança e espiritualidade tenha sido Moisés. Preenchia ele, segundo relatos bíblicos, a capacidade de reunir os aspectos essências de um líder. Sua compaixão e preocupação pelos seres vivos, segundo o Velho Testamento, despertaram a observação de Deus que viu nos seus gestos, o homem ideal para liderar um povo com sabedoria, firmeza e os devidos valores espirituais.

Mas porque um líder teria que, acima de tudo, estar imbuído não só dos valores que o levam ao poder, mas também de uma sensibilidade espiritual que o guiasse no decorrer de seu mandato? A resposta pode estar tanto na história da humanidade quanto nos Livros Sagrados. A cada dia observamos que a falta de uma bússola espiritual aos líderes em geral, os faz distanciarem-se do povo, de seus objetivos provedores, de seus valores éticos, tornando o exercício do poder algo mecanicista, articulatório, onde os interesses pessoais e materialistas se assombram sob o som de uma orquestra que visa à manutenção das vantagens dos que compartilham o poder, transformando a governança, insensível aos valores morais, da boa conduta humana e do bom exemplo.

Alguns alegam que existe hoje em dia uma tendência fundamentalista-religiosa em muitos países e, com certeza, todo exagero quer seja ele de qual for a origem, não é saudável. Contudo, a história demonstra que frágil é a sociedade sem os devidos preceitos que elevam o ser humano e que sem um esteio espiritual – seja ele fruto de qualquer religião – tende a levar a humanidade à fraqueza moral, à desestruturação da sociedade, e por consequência, à queda de seus líderes.

Vejo como uma luz de esperança a candidatura Dilma, que através de uma luta pessoal, vencendo os obstáculos da repressão militar no decorrer de sua vida, com sua fé, sempre demonstrou uma luta por justiça social e pelos pobres, optando, portanto, por um caminho politicamente mais tortuoso, mas que aos olhos de Deus, próprio de um líder. Assim talvez com sua ajuda divina, o Grande Arquiteto do Universo a escolha nossa presidente, como aquele que um dia libertou um povo da escravidão e que, certamente, poderá também nos libertar desse “Egito político” em que hoje vivemos no Brasil; onde os lobos vestidos em pele de cordeiro tentam de todas as formas destruir os avanços do governo Lula em prol daqueles que sempre viveram no “Egito” da pobreza, que de forma cruel escravizou e açoitou o povo brasileiro nesse nosso imenso Brasil.

Fernando Rizzolo

Emprego e renda ajudam petista; tucano capta descontentes

A pesquisa Ibope/Estado/TV Globo mostra que a geração de empregos e a melhora da renda são fatores que impulsionam a preferência dos eleitores por Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência.

Já o eleitorado descontente com serviços públicos, principalmente na segurança e na saúde, tende a votar majoritariamente no tucano José Serra.

Dos entrevistados que consideram que a oferta de empregos “melhorou muito” no País nos últimos dois anos, 51% pretendem votar na petista e 32%, em Serra. A vantagem também é larga no segmento para o qual a situação do emprego melhorou “um pouco”: 47% a 33%.

No total, 56% dos brasileiros observaram alguma ampliação do mercado de trabalho nos últimos dois anos. As estatísticas oficiais alimentam essa percepção: em abril, a taxa de desemprego ficou em 7,3%, o melhor resultado desde 2002, ano do início da nova série histórica do IBGE.

Consumo. Dilma também lidera no eleitorado que viu seu poder de compra melhorar “muito”: 43% a 26%. Entre os que sentiram pouco crescimento da renda, a vantagem da petista sobre Serra é menor: 42% a 37%.

A percepção de ampliação do poder de consumo é generalizada, mas mais intensa na região Nordeste: 77% acham que a situação melhorou e apenas 7% consideram que piorou. Em todo o País, esses índices são de 72% e 11%, respectivamente.

Dilma vê a situação da renda e do emprego como trunfos a explorar na campanha. No programa partidário exibido em maio em rede de rádio e televisão, o PT destacou a geração de postos de trabalho e a ascensão social dos mais pobres no governo Luiz Inácio Lula da Silva.

Ainda no campo da economia, o Ibope perguntou aos entrevistados se a vida melhorou no quesito pagamento de impostos. Para um terço do eleitorado, houve piora nos últimos dois anos e 21% disseram ter sentido melhora. Nesse caso, Dilma lidera entre os mais satisfeitos e até entre os que acham que o peso dos impostos ficou igual nos últimos dois anos.

No grupo para o qual a situação dos impostos “piorou um pouco” ou “piorou muito”, José Serra vence por 46% a 30% e 51% a 22%, respectivamente.

Combate ao crime. Serra marcou a entrada na chamada pré-campanha com críticas à atuação do governo federal na área da segurança. Segundo ele, há falhas no controle das fronteiras que permitem o ingresso de armas e drogas que alimentam o crime organizado.

Esse discurso encontra eco no eleitorado que percebeu piora na situação da segurança pública nos últimos dois anos. No grupo segundo o qual “piorou muito”, o tucano vence Dilma por 46% a 26%. No segmento para o qual “piorou um pouco”, a vantagem dele é de 40% a 31%.

Há parcela significativa da população para a qual a situação da segurança não piorou: 29% dizem que ficou tudo igual e 30 %, que houve melhora. Os mais críticos, nessa área, somam 38%.

Na avaliação dos serviços públicos de saúde há uma divisão semelhante do eleitorado: 37% veem melhora, 34% relatam piora e 27% não apontam mudanças na qualidade dá área.

Ministro da Saúde no governo Fernando Henrique Cardoso, Serra vê o tema como um flanco da gestão Lula. Nas últimas semanas, por exemplo, ele atacou publicamente o “loteamento” político de áreas do Ministério da Saúde.

O serviço público mais bem avaliado na pesquisa Ibope foi a educação. Para 48% dos entrevistados, o setor melhorou nos últimos dois anos. Outros 25% tiveram opinião contrária e 24% disseram não ter observado diferenças no período. Como nos demais casos, dilmistas se concentram entre os mais satisfeitos e serristas são majoritários no extremo oposto. A petista lidera com 26 pontos porcentuais de vantagem (55% a 29%) no segmento para o qual a educação “melhorou muito”.
agência estado

Rizzolo: Isso denota que o povo brasileiro quer a continuidade dos programas de inclusão e que de forma alguma confiam nas poucas propostas de Serra, que não ousa criticar o governo Lula. Agora, interessante notar esse dado sobre a segurança, e os que vêem em Serra uma esperança na melhoria desse segmento público. Só através de marketing e propaganda Serra é capaz de iludir os incautos de que tem propostas contra a violência e a segurança pública, haja vista que em seu governo atos como os do PCC, paralisaram São Paulo, além disso, Serra não soube controlar as divergências entre Polícia Civil e Polícia Militar transformando as imediações do Palácio dos Bandeirantes em palco de guerra, ademais a oposição encontrou um desculpa pela piora da segurança pública de forma geral e, São Paulo: alegar que necessita de um programa vindo do governo federal… Assim é fácil, não é. É está difícil para o Serra, até entendo a situação pela qual ele passa: falta de discurso.

Parte do eleitorado de Serra é também ‘lulista’

Quase um quarto dos eleitores de José Serra (PSDB) manifestou um comportamento dúbio e paradoxal na última pesquisa Datafolha: eles também afirmaram que votarão “com certeza” no candidato apoiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Nesse contingente há brasileiros que dizem ignorar a opção eleitoral de Lula, mas também os que estão convictos de que o presidente apoia Serra. Quase um décimo dos eleitores do tucano pensa assim.

Menos da metade dos serristas afirma que não votaria em um candidato apoiado por Lula. Outros 26% dizem que talvez o façam, e 23% anunciam que seguirão “com certeza” a opção de voto do presidente.

Os eleitores com “duas caras” são cerca de 11,5 milhões. Até a eleição, eles terão de se posicionar de maneira coerente: ou abandonarão o barco lulista ou votarão na pessoa efetivamente apoiada pelo presidente, conforme sua intenção declarada.

O eleitorado de Dilma é menos heterogêneo: 76% dele afirma que votará no candidato de Lula e 17% diz que “talvez” o faça. Mas no grupo dilmista o paradoxo também se manifesta: 5% de seus simpatizantes afirmam que não votariam em um candidato apoiado pelo presidente.

Esses dados mostram que os resultados das pesquisas ainda podem oscilar muito até a campanha eleitoral avançar e entrar no cotidiano da população, com a consequente queda da desinformação sobre os candidatos.

Essa desinformação se distribui de forma desigual no eleitorado. É maior entre as mulheres, entre os mais pobres e entre os moradores do Nordeste. Na região, 59% dos eleitores dizem que pretendem votar no candidato de Lula, mas 41% ignoram que Dilma ocupa esse papel.
Televisão. Na semana passada, o PT aproveitou a propaganda partidária a que tinha direito para fazer campanha para Dilma. Em inserções de 30 segundos e em dez minutos de programa em rede nacional, o partido associou a pré-candidata a Lula e a programas sociais do governo.

A ofensiva propagandística fez efeito, como demonstrou a ascensão da petista no Datafolha – de uma desvantagem de 12 pontos porcentuais em abril, ela passou para uma situação de empate com Serra, ambos com 37% das intenções de voto. O programa, porém, foi menos assistido justamente nos bolsões em que há mais desinformação sobre a relação entre Lula e Dilma.

No Nordeste, por exemplo, 67% dos moradores negaram ter visto propaganda de Dilma nos 30 dias anteriores à pesquisa. Nas demais regiões, esse índice variou entre 60% e 62%.

Entre os eleitores com renda de até dois salários mínimos – dos quais 37% não sabem quem é o candidato de Lula –, apenas 33% assistiram à propaganda de Dilma. Entre os que ganham mais de dez salários mínimos, 61% viram a candidata na TV.

No grupo que viu a propaganda. Dilma tem 45% das intenções de voto, contra 33% para Serra. Na parcela do eleitorado que não assistiu ao programa petista, é o tucano quem lidera, por 38% a 33%.
agencia estado

Rizzolo:Como já comentei anteriormente, não acredito que a propaganda partidária da TV por si só tenha influenciado as pesquisas, muito mais pela falta de discurso da oposição e pela postura de Serra ao contemplar os avanços do governo Lula, faz com que o eleitor já preocupado com um eventual retrocesso neoliberal, entenda que votar num candidato indicado pelo presidente é a opção mais segura, o que logicamente não deixa de ser verdade. A grande massa vê os efeitos da política econômica do governo no próprio bolso e isso é mais forte argumento pró Dilma.

CNT/Sensus mostra Dilma com 35,7% e Serra com 33,2%

Pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta segunda-feira (17) mostra a pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, em situação de empate técnico com o pré-candidato do PSDB, José Serra, na disputa eleitoral pelo Palácio do Planalto.

A cinco meses da eleição presidencial de outubro, Dilma aparece com 35,7% contra 33,2% de Serra, no cenário em que o entrevistado é confrontado com uma lista com 11 candidatos. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, o que justifica o empate técnico. No levantamento, a pré-candidata do PV, Marina Silva, tem 7,3%.

A pesquisa foi encomendada ao Institudo Sensus pela Confederação Nacional do Transporte. Foram entrevistadas 2 mil pessoas, em 136 municípios de 24 estados.

Apesar de Dilma superar Serra pela primeira vez na pesquisa CNT/Sensus, a margem de erro leva o resultado a um empate técnico. “Há uma intersecção na margem de erro”, afirmou Ricardo Guedes, do Instituto Sensus.

No cenário em que apenas Serra, Dilma e Marina são apresentados aos entrevistados, o candidato do PSDB tem 37,8% e leva ligeira vantagem sobre Dilma que aparece com 37%. Nessa situação, Marina tem 8%.

Todos os cenários estão relacionados ao primeiro turno da disputa. Já no segundo turno simulado entre Dilma e Serra, a candidata petista soma 41,8% dos votos contra 40,5% do candidato da oposição. No cenário entre Dilma e Marina, a petista soma 51,7% e a candidata do PV, 21,3%. Na simulação Serra contra Marina, o tucano tem 50,3% e Marina 24,3%.

Em 1º de fevereiro, na última rodada divulgada pela CNT/Sensus, Dilma já aparecia empatada com Serra. O candidato tucano tinha 33,2% contra 27,8% da petista. A diferença de 5,4% caracterizou empate porque a margem de erro do levantamento foi de três pontos percentuais.

A ex-ministra-chefe da Casa Civil ficou em igualdade com o ex-governador de São Paulo no cenário simulado com o deputado federal Ciro Gomes (PSB), obrigado a se retirar da disputa por uma decisão do seu partido, que declarou apoio à petista.

Pesquisa espontânea
Realizada entre 10 e 14 de maio, a pesquisa não chega a medir a influência do programa partidário do PT, exibido em rede nacional de rádio e televisão no dia 13 de maio. Pelo critério de manifestação espontânea (quando os próprios entrevistados dizem em quem pretendem votar, sem apresentação de uma lista de nomes pelo pesquisador), Dilma tem 19,8% contra 14,4% de Serra. Marina Silva aparece com 2,7%.quando os próprios entrevistados dizem em quem pretendem votar, sem apresentação de uma lista de nomes.

Candidata do governo
Segundo Guedes, o bom desempenho de Dilma é justificado pela popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (83,7%) e de seu governo (76,1%). A CNT/Sensus também mediu a capacidade de transferência de votos de Lula para Dilma e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para Serra.

O grupo dos que votariam ou poderiam votar em um candidato de Lula somou 60,8%. Já os que votariam ou poderiam votar em um candidato de FHC representaram 23,5%. “Dilma é a candidata do governo e o governo tem uma aprovação positiva. As condições socioeconômicas são favoráveis à população. A medida que ela é identificada com lula, o desempenho vai subindo”, analisou Guedes. “A queda de Serra também está associada ao fato de Serra ser associado à oposição”, complementou.

Candidatos
Além de Dilma, Serra e Marina, a pesquisa CNT/Sensus incluiu outros oito pré-candiatos. José Maria Eymael (PSDC) teve 1,1% e Américo de Souza (PSL) somou 1%. Mario de Oliveira (PTdoB), Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) e Zé Maria (PSTU) aparecem com 0,4% das intenções de voto. Rui Costa Pimenta (PCO) tem 0,2% e Levy Fidelix (PRTB) e Oscar Silva (PHS), 0,1%. Nulos, indecisos ou que não responderam ao levantamento somam 20,6%.

Metodologia
Por questões técnicas, a CNT/Sensus modificou a forma de apresentação do questionário aos entrevistados. Nas outras edições, a avaliação do governo e de Lula era consultada primeiro e depois o entrevistado respondia sobre a disputa eleitoral. Agora, os entrevistadores do Instituto Sensus fizeram as perguntas eleitorais primeiro e só depois questionaram a avaliação do governo e de Lula.

Para Guedes, a inversão só evitou possíveis contestações jurídicas: “Essa modificação não influencia no resultado da pesquisa.” Outra modificação realizada foi a apresentação dos nomes dos candidatos em um formato de “pizza” e não no modelo tradicional de lista.
Globo

Rizzolo: A candidatura de Dilma vem crescendo de uma forma espantosa. É bem verdade que ainda falta muito para sua consolidação, contudo para oposição que apostava na sua impossibilidade eleitoral em função do fato de que era pouco conhecida, está sendo uma surpresa. A grande questão é que o povo brasileiro não quer aventuras com novas propostas ofertadas pela oposição que, forçosamente, levaria o país a um retrocesso social. As tentativas de Serra em apoiar as políticas do governo Lula estão mais ligadas ao discurso eleitoral que do que das reais propostas políticas, e isso o povo já se deu conta.

Vox Populi mostra Dilma com 38% e Serra com 35%

SÃO PAULO – A pré-candidata do PT à Presidência da República, a ex-ministra Dilma Rousseff, aparece pela primeira vez à frente do pré-candidato do PSDB, o ex-governador de São Paulo, José Serra, em pesquisa de intenção de votos do Instituto Vox Populi, divulgada neste sábado.

Na pesquisa estimulada, o levantamento traz a petista com 38% das intenções de voto, em empate técnico com Serra, que tem 35%. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos. Dois mil eleitores, moradores de 117 cidades (nas cinco regiões brasileiras), foram ouvidos. No levantamento anterior feito pelo instituto, em abril, Serra tinha 34% das intenções de voto, contra 31% de Dilma.

Num eventual segundo turno entre Dilma e Serra, os dois candidatos também estariam tecnicamente empatados. A petista teria 40% e o tucano 38%, dentro, portanto, da margem de erro.

A pesquisa espontânea – quando o eleitor abordado pelos pesquisadores diz em quem vai votar – também aponta a liderança da petista Dilma Rousseff. Ela aparece com 19% das intenções de voto, enquanto Serra tem 15%. Em janeiro, cada candidato obteve 9% das intenções de votos espontâneos.

A pré-candidata do PV, senadora Marina Silva, consolidou-se na terceira posição da pesquisa estimulada. Subiu de 7% para 8%. As regiões onde Dilma Rousseff é mais lembrada são o Nordeste (44%) e o Norte (41%). Serra lidera no Sul (44%) e está tecnicamente empatado com a petista no Sudeste.

Fator Lula. O levantamento de votos espontâneos mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em terceiro lugar, com 10% das intenções de voto. Mesmo sem poder se candidatar, Lula é citado pelos eleitores, o que confirma sua popularidade.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 7 de maio, sob o número 11.266/2010. Os dois mil eleitores foram entrevistados entre os dias 8 e 13.
agencia estado

Rizzolo: A candidatura de Dilma Roussef ganha musculatura na medida em que o eleitor se dá conta que a continuidade do governo Lula se dará apenas com Dilma presidente. Na realidade é um fato normal os números aumentarem, a grande massa, a população carente, os que conseguiram sair da linha de pobreza, votarão em Dilma pelo apoio de Lula e principalmente porque não querem o retrocesso neoliberal. Uma mulher com uma história de luta política, com boa formação, e acima de tudo com um compromisso no desenvolvimento, na verdadeira concepção de justiça social explica a tendência nas pesquisas.

Dilma ‘estranha’ proposta de Serra de ter PT no governo

IPOJUCA, PE – A pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, disse ter achado “um pouco estranho” a sugestão do tucano José Serra, que indicou que espera ter o PT no governo em caso de vitória da oposição nas eleições. “Acho que temos projetos distintos. Eles foram contra o presidente Lula durante tanto tempo, fizeram oposição tão raivosa e agora que temos 75% de aprovação para o governo e mais de 90% para o presidente Lula, isso soa um pouco estranho”, disse Dilma.

A ex-ministra da Casa Civil está nesta sexta-feira, 7, no Estaleiro Atlântico Sul, no Porto de Suape, em Ipojuca, região metropolitana de Recife, onde participa do lançamento do primeiro navio petroleiro do Programa de Modernização e Expansão da Frota/Programa de Aceleração do Crescimento (Promef/PAC), em Pernambuco.

Vestindo calça jeans e blusa branca, a petista também comentou a repercussão de seus “deslizes” de pré-campanha. “Parece que a única pessoa que tem deslizes sou eu. Todo o resto é absolutamente impecável e perfeito. Eu acho que todas as pessoas, sem exceção, erram e acertam. A minha pré-campanha está sendo uma experiência única, principalmente pelo contato com a população. É ali que vou aprender”, finalizou.

Debate

Nesta quinta-feira, 6, no debate entre pré-candidatos à Presidência realizado no Congresso Mineiro de Municípios, em Belo Horizonte, o ex-governador de São Paulo afirmou que espera ter o PT e o PV ao seu lado caso vença as eleições.

“Se vier a ser eleito, eu vou querer, pode parecer uma heresia, mas vou querer tanto o PT quanto o PV no governo, em função de objetivos comuns, com base num programa”, declarou José Serra.
agência estado

Rizzolo: A princípio soa estranha a afirmação, contudo não vejo com um olhar de desconfiança essa visão integrativa partidária de Serra. Precisamos analisar o que é bom para o Brasil, e se Serra vencer as eleições, e fizer uma composição saudável com o PT quem sairia ganhando é o Brasil. Contudo difícil é para o PT entender que para se governar é necessário correlação de forças, com efeito uma ala radical do partido não quer se misturar com absolutamente ninguém, e não é a Dilma, é o PT. Tive uma experiência há pouco nesse sentido, todos sabem que apóio Dilma, escrevo no Blog da Dilma, tem lá uma foto minha no seu Blog, e conheço a Dilma. Na tentativa de me aproximar do PT, mesmo não sendo do partido, escrevi um email a vários líderes do PT. Sabem quantos me responderam? Nenhum….. Numa posição de superioridade simplesmente me esnobaram, me humilharam,…para eles sou um burguês excêntrico e Dilmista, não petista, portanto ” dá um gelo nele”, triste hein!