Jobim refuta críticas e reafirma que destroços eram de Airbus

SÃO PAULO – O ministro da Defesa, Nelson Jobim, reagiu nesta segunda-feira, 8, a críticas de que teria se precipitado ao relacionar os destroços encontrados no mar ao Airbus da Air France que desapareceu na rota Rio-Paris na noite de domingo, 31. Jobim declarou que optou por falar dos destroços para aliviar a angústia das famílias das vítimas do acidente.

Um dia após o ministro ter feito a declaração, a Aeronáutica o desmentiu, apontando que as peças eram de madeira e não poderiam pertencer ao avião. Jobim negou ter errado, pois se referia a uma trilha de destroços que eram do Airbus e depois se dissiparam no mar.

“Tenho costas de crocodilo e arrogância de gaúcho”, disse, ao ser questionado sobre as críticas, em evento do Grupo de Líderes Empresariais (Lide), em São Paulo. “Acho absolutamente irrelevante o que foi dito pela imprensa francesa porque, na verdade, os destroços eram do próprio avião”.
agência estado

Rizzolo: Jobim foi taxado de “bavard” pelos franceses que significa ” falador”, ou falastrão. Agora sinceramente, o ministro tem umas coisas que realmente são, digamos, ” exageradas”. Essa mania de se vestir com roupas militares, quando nunca foi militar, de se “rambonizar”, de falar quando não é devido, ou apropriado, mostrar essa “gauchez” meia fora de moda, enfim estes comportamentos e estas justificativas acabam ficando piores.

Melhor é a condição dos militares brasileiros, quando envoltos pela parcimônia apontaram que as peças eram de madeira e não poderiam pertencer ao avião. Para que isso, esta postura ? Não estaremos induzindo os franceses ainda insistirem na velha história da guerra da Lagosta e na afirmativa “le Brésil n’est pas un pays sérieux”.

Um Imenso Vazio

Esta semana foi banhada com as lágrimas da tristeza por aqueles que se foram no vôo 447 da Air France. Só quem perdeu, disse adeus, e se despediu acenando dos que embarcaram, sabe a dimensão da dor e do sofrimento. Este não foi o primeiro vôo trágico, outros antecederam, como o da Tam em São Paulo. Todos enfim, serviram para dimensionar o sofrimento das perdas repentinas.

Que palavras dizer, como entender, qual a lógica do desenlace da tragédia não anunciada? As explicações surgem em todas as religiões, mas a certeza de que as tragédias nos fazem refletir sobre nosso papel neste mundo, nos eleva na condição de repensarmos o aspecto espiritual de nossas vidas, muitas vezes ocultado pelo materialismo desenfreado do dia-a-dia .

Vidas ceifadas, amores que se foram, filhos queridos que jamais voltarão, traduzem os desperdícios das discórdias, da luta pela busca do material como prioridade, e da fragilidade da condição humana. Talvez seja tempo em que as pessoas devam buscar na espiritualidade, as respostas para os infortúnios da vida.

A lógica divina não pertence à mesma condição da lógica humana, e de nada adianta contestarmos a incapacidade do nosso cérebro de compreender os desígnios de Deus; que por vezes, faz das coisas tristes a maior razão do compreender divino. Se assim agirmos, estaríamos espiritualmente não elevando a alma e a lembrança daqueles que se foram, ao nos conformarmos, ultrapassamos nossa incapacidade diminuta, e sintonizamos uma lógica distante, incompreensível, mas repleta de luz.

Quando as buscas são ineficazes, quando as explicações técnicas das causas se confrontam, e não se vê absolutamente nada a não ser a saudade; fechar os olhos, se conformar e se apaziguar com Deus, é conectar-se com uma a lógica maior, é o caminho para entender o seu último adeus, seu último abraço, e quem sabe este imenso vazio.

*Dedico este texto aqueles que perderam seus entes queridos de forma trágica.

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Fernando Rizzolo

Tenha um sábado de paz.

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França cogita não encontrar explicações para acidente

PARIS – O diretor do escritório de investigação e análises de segurança aérea na França e maior autoridade europeia no assunto, Paul-Louis Arslanian, cogitou hoje a possibilidade de jamais encontrar explicações para o acidente com o Airbus da Air France, que desapareceu na rota Rio-Paris com 228 pessoas a bordo. “O trabalho é intenso de coleta de informações”, disse o diretor. “Uma etapa extremamente importante é a localização e, se possível, a recuperação das caixas-pretas. Porém, não podemos contar com elas, já que, até onde se sabe, o acidente aconteceu no meio do oceano, em uma região profunda em que a paisagem submarina se assemelha a uma região de montanha”, afirmou.

Segundo ele, o escritório já vem investigando o acidente com o Airbus A330-200 da Air France desde segunda-feira. Arslanian disse ainda que, por enquanto, tudo o que vem sendo dito é “mera suposição”. O diretor recomendou cautela em relação às informações sobre a tragédia que vêm sendo divulgadas pela imprensa. “Não escutem muito os que lhes dão explicações. Tudo o que eles falam é especulação. Nós estamos trabalhando.”

Arslanian disse que os dados da situação meteorológica, das mensagens automáticas recebidas do avião pela Air France e as informações da Airbus se somam às informações que vêm sendo fornecidas pelas autoridades brasileiras. Além disso, o diretor não descartou nenhuma hipótese para o acidente, incluindo as condições meteorológicas e a eventual despressurização da cabine.

agencia estado

Rizzolo: Como já comentei anteriormente, a imprensa estrangeira, conta com a hipótese de um atentado. Ontem em entrevista à Fox News um experiente piloto de Air Bus informou, que tempestades são monitoradas por radares, que permitem os pilotos reorganizar as rotas. Também afirmou, que as informações enviadas são incomuns em situações de tempestades e turbulências. No final perguntaram a sua opinião no que restaria ser a causa. Poderia ser uma bomba? perguntaram. E ele afinal respondeu o que ninguém até agora ousou fazer. Disse sim.

Na verdade ainda é tudo muito estranho mas concordo com o piloto. A hipótese pode ser válida, contudo ainda é cedo para conclusões. Por outro lado todos sabem que o rigor nos embarques em território brasileiro é bem menor do que na Europa e nos EUA, e isso poderia facilitar um ato terrorista. São hipóteses, mas não devem ser descartadas.

Lula: ‘Um país que acha petróleo a 6 mil metros pode achar avião a 2 mil’

‘Um país que acha petróleo a 6 mil metros pode achar avião a 2 mil’, disse.

Presidente está em viagem oficial à Guatemala.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou nesta terça (2), na Cidade da Guatemala, que conversou com o ministro da Defesa, Nelson Jobim, sobre as buscas na região do Oceano Atlântico onde desapareceu o Airbus da Air France.

Segundo Lula, o ministro manifestou esperança de que ainda se possa encontrar a caixa-preta da aeronave. “Um país que acha petróleo a 6 mil metros de profundidade pode achar um avião a 2 mil”, disse o presidente.

Embora ainda não se saiba oficialmente o que aconteceu com o voo 447 e seus 228 ocupantes, Lula declarou que o governo brasileiro fará “o possível e o impossível” para localizar os destroços do Airbus.

“O melhor que poderia acontecer é que se consiga chegar lá para que se possa entregar as pessoas às famílias”, afirmou.

Lula contou ter recebido de Jobim a informação de que, na madrugada desta terça (2), um avião Hércules da Força Aérea Brasileira (FAB) viu o que parecia ser uma mancha de óleo sobre a lâmina d’água, na região.

“Essas informações sobre as distâncias entre as coisas que estão sendo encontradas mostra que há na região uma corrente marítima que pode levar os destroços para vários pontos.”

Lula disse que continua sendo informado permanentemente pelas autoridades aeronáuticas brasileiras sobre as operações de busca pela aeronave.
Globo
Rizzolo: Bem, realmente não tem nada a ver uma coisa com a outra. Não foi uma comparação feliz do presidente. Buscar petróleo é uma coisa, destroços e caixa preta é outra vez que envolve correntes marítimas, e outras variáveis. As buscas continuam e na imprensa do exterior ainda surgem especulações sobre um eventual ataque terrorista.

Imprensa internacional destaca “mistério’ envolvendo voo 447

Os principais veículos da imprensa internacional destacam nesta terça-feira os mistérios e as especulações sobre as possíveis causas do desaparecimento na véspera do avião da Air France que fazia o voo 447 entre o Rio de Janeiro e Paris.

“O avião teria sido vítima de um clima terrível e de panes técnicas”, questiona em seu título principal o diário francês Le Monde, para quem a reconstituição dos eventos envolvendo o Airbus A330-200 será um “quebra-cabeças”.

“Como é possível explicar o silêncio da tripulação e da aeronave?”, diz o diário, para quem “esse silêncio implica que a tragédia foi brutal”.

Outro diário francês, Le Figaro, observa a dificuldade das buscas no oceano e comenta que, apesar de a Air France considerar a hipótese de o avião ter sido derrubado por um relâmpago como a mais provável, “outras hipóteses também precisam ser consideradas”.

Entre as diversas hipóteses analisadas pelo jornal, com diversos graus de probabilidade, estão turbulências, falhas técnicas e ataque terrorista.

Jato moderno

O americano The Washington Post destaca o “mistério” envolvendo a aeronave e questiona: “Como pode um jato tão moderno simplesmente desaparecer?”.

“O voo 447 da Air France era um Airbus A330-200, um grande e moderno jato desenvolvido, como o nome implica, para enfrentar qualquer coisa. Mas em algum lugar sobre o Atlântico, na calada da noite, em uma forte tempestade com trovoadas, ele caiu do céu”, diz a reportagem.

O também americano The New York Times observa que “o desaparecimento de um jato da Air France na rota do Rio de Janeiro a Paris deixou investigadores de acidentes experientes com um mistério para resolver e muito pouca informação com a qual trabalhar”.

“Enquanto a busca pelos escombros começou sobre uma vasta porção do oceano entre o Brasil e a costa da África, especialistas lutavam para oferecer teorias plausíveis sobre como um avião moderno, construído para aguentar trancos elétricos e físicos muito mais fortes do que a natureza normalmente oferece, poder ter caído tão silenciosamente e misteriosamente”, diz o jornal.

Sem sinais

O jornal espanhol El País observa que “a desaparição do avião sem um sinal de alerta complica a investigação” e comenta as dificuldades para descobrir o que realmente ocorreu com a aeronave até que ela seja localizada, já que “sem avião, não há grande coisa para construir uma hipótese”.

“A desaparição do A330-200 da Air France quando sobrevoava o Atlântico com 228 pessoas a bordo deixa atônitos os especialistas, que não explicam por que não houve chamada de alerta dos pilotos antes de se perder todo o rastro do aparelho”, diz o jornal.

Em um texto com perguntas e respostas sobre o que poderia ter ocorrido com o avião, o também espanhol El Mundo observa que a hipótese mais aventada sobre as avarias elétricas sofridas pelo avião é a de que ele tenha sido atingido por um raio, mas observa que outras possibilidades comentadas vão desde “uma despressurização da cabine, provocada pela simples quebra de uma janela, até por uma bomba, como apontou ontem um piloto da Air France”.

O diário alemão Frankfürter Allgemeine observa que poderá levar semanas ou até meses até que os destroços do avião sejam encontrados.

A reportagem do jornal relata outros casos de acidentes nos quais os destroços somente foram encontrados muito tempo depois, incluindo um avião britânico que caiu nos Andes argentinos em 1947 e cujos restos foram encontrados somente em 2000.
folha online

Rizzolo: A hipótese de um ataque terrorista ganha corpo nas investigações no exterior, muito embora as autoridades neguem. Agentes da Inteligência Franceses da DGSE (Direction Générale de la Sécurité Extérieure) , se preparam para vir ao Brasil com intuito de investigar um provável ataque terrorista. É realmente muito estranho a forma pela qual sucederam-se os fatos técnicos.

Pode-se concluir que não houve tempo para absolutamente nada no tocante às informações técnicas que costumeiramente são enviadas. Uma violenta explosão deve ter ocasionado a tragédia, e explosões violentas oriundas do nada são preocupantes. O ministro da defesa francês Herve Morin, não descartou a possibilidade de um ataque terrorista, segundo ele, ” Não podemos descartar um ato terrorista, vez que o terrorismo é a maior ameaça às democracias do Ocidente, contudo por hora, não temos nenhum elemento indicando que sido provovado por isso. ”

Brasil envia aviões e navios para ajudar nas buscas

Da BBC Brasil em Brasília – O Comando da Aeronáutica confirmou que as buscas pela aeronave da Air France que desapareceu quando voava do Rio de Janeiro a Paris já começaram e que a base para as operações ficará localizada na ilha de Fernando de Noronha.

Dois aviões Hércules, da Força Aérea Brasileira (FAB), foram enviados à região para ajudar nas buscas e no salvamento.

Além disso, três navios da Marinha também vão participar dos trabalhos. As embarcações saíram das cidades de Natal, Maceió e Salvador e já estão a caminho de Fernando de Noronha.

O avião da Air France, que partiu do aeroporto do Galeão às 19h30 (horário de Brasília), não pousou no aeroporto de destino, o Charles de Gaulle, em Paris, no horário previsto.

A Aeronáutica ainda está colhendo mais detalhes do possível acidente antes de se pronunciar oficialmente, o que deve ocorrer ainda nesta manhã.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, está em viagem pela África, com a volta prevista para a quarta-feira. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também se encontra no exterior.

O avião partiu do aeroporto do Galeão às 19h30 e, segundo a Infraero, não houve qualquer registro de problemas na partida.

O último contato do avião com a torre de Recife ocorreu às 22h36, portanto mais de três horas depois da decolagem.

Caso se confirme o acidente na região de Fernando de Noronha, a responsabilidade pelas buscas e salvamento fica a cargo do governo brasileiro.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que a lista com os nomes dos passageiros será divulgada às 11h00, no Rio de Janeiro. BBC Brasil .
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Rizzolo: Fiquei muito chocado com a notícia sobre este vôo. Todo mês de novembro faço uso exatamente deste vôo à Paris, neste horário, com esta companhia. É uma notícia triste, que ainda desconhecemos as causas, que podem ser desde um raio, até um atentado terrorista. Tudo é possível, não sabemos absolutamente nada, nem aonde o avião fisicamente está.

O grande problema dos navios brasileiros na busca, é que a velocidade até a costa é lenta, portanto só amanhã é que terão possibilidade de investigar o local. A Marinha Mercante contudo, já foi alertada. Este blog se solidariza com a emoção eo sofrimento dos familiares das vítimas, e se coloca à disposição para o que melhor puder fazer no sentido de diminuir o sofrimento de todos.

Ideia de plebiscito sobre fechamento do Congresso causa revolta nos três Poderes

BRASÍLIA – Representantes dos três Poderes manifestaram repúdio, nesta terça-feira, à ideia do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), de realizar um plebiscito questionando a população sobre a possibilidade de fechar o Congresso Nacional. Membros do Executivo, Legislativo e Judiciário consideraram o assunto um risco para a democracia e ponderaram que o parlamentar “não estava num bom dia” quando, num desabafo, cogitou tal consulta.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse que não há sentido na convocação de um plebiscito sobre o fechamento do Congresso, “ainda mais quando proposto por um senador”. Disse também que tal discussão mostra “uma ideia autoritária” e “perigosa para a democracia”.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, disse acreditar que, pela história de Cristovam, a sugestão do plebiscito foi um “arroubo de retórica”. Apesar disso, não deixou de considerar que “as instituições precisam ser preservadas e fortalecidas, não fechadas”.

Sobre as denúncias, falta de transparência e subtração de prerrogativas do Congresso pelo Executivo com a constante edição de medidas provisórias, Mello disse que “se as instituições precisam ser saneadas, o saneamento deve se proceder”, e acrescentou: “Fechar o Congresso é fechar o Brasil para balanço. É algo inimaginável. A segurança jurídica pressupõe o fortalecimento das instituições”.

No Congresso, criticas à ideia vieram tanto do governo quanto da oposição. O presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), disse que Cristovam “não estava num bom dia quando propôs o plebiscito”. Disse também que tal proposta “não merece resposta nem ser comentada”. De acordo com ele, “não seria possível se fechar o principal poder da democracia”.

O líder do PT na Câmara, deputado Cândido Vacarezza (PT-SP), disse que não existem argumentos para se fechar o Congresso, e que Cristovam não deve “ter pensado antes de falar”. “Democracia é uma cláusula pétrea na Constituição. Foi uma frase infeliz do senador”, disse.

A senadora Ideli Salvatti (PT-SC), disse que não é possível se pensar em democracia sem o Congresso Nacional. Ela reforçou a posição de se “sanear” o parlamento na tentativa de fortalecê-lo. “O que precisamos é consertar o Congresso, não há democracia sem ele”.

Por fim, o senador José Nery (PSol-PA) disse que propostas no sentido de fechamento do Congresso “guardam em si a sombra da ditadura”. Assim como Ideli e Marco Aurélio Mello, o senador disse que é preciso se trabalhar para haver transparência e fortalecimento do Poder, e não o contrário.

Repercussão na sociedade

Para o diretor-executivo da ONG Transparência Brasil, Claudio Weber Abramo, a ideia sugerida por Cristovam Buarque é “na verdade, uma maneira de dizer que o Congresso tem uma atuação irrelevante”, mas não deve ser levada a sério. Segundo ele, esse plebiscito não é um assunto literal e o que deve ser concreto é o constante questionamento da atuação dos parlamentares.

“Uma proposição dessa não pode ser levada a sério. A sugestação de se fazer um plebiscito desse é uma piada”, avaliou Abramo.
último segundo

Rizzolo: Bem as coisas começam assim, não é? Um Congresso Nacional onde impera a corrupção, a politicagem, a manipulação partidária, o clientelismo, a falta de ética, um dia surgiria uma idéia um tanto absurda, quer vindo de uma retórica exuberante, ou provocativa.

O que precisamos no Brasil é de uma reforma eleitoral e política, onde exista uma maior participação de novos políticos através de novos partidos, ou, uma menor influência dos grandes partidos dominados pelos mesmos políticos, cujos nomes estão sempre envolvidos na lama. Agora, verdade seja dita, se fizéssemos um plebiscito, todos perderiam os empregos e as mamatas. Que tal? É para continuar pensando na “descupinização” ou parar por aqui ? Leia artigo meu: O Aero Willys e o Congresso Nacional