Sensus dá empate entre Serra e Dilma

Sensus dá empate entre Serra e Dilma

32,7% a 32,3%. Serra e Dilma.

Ciro Gomes: 10,1%. Marina Silva: 8,1%.

Brancos e nulos: 7,7%.

Não sabe: 9,1%.

Cenário sem Ciro: Serra 36,8%; Dilma 34,0%; Marina, 10,6%. Brancos e nulos: 9,1%.

Não sabe ou não respondeu: 9,5%.

Segundo turno: Serra 41,7%; Dilma, 39,7%.

Brancos e Nulos: 10,1%.

Não sabe e não respondeu: 8,5%.

Margem de erro da pesquisa: 2,2%

Foram 2 mil entrevistas feitas entre 5 e 9 de abril em 136 municípios de 24 Estados.

Esses são os resultados da pesquisa de intenção de votos para presidente da República aplicada pelo Instituto Sensus por encomenda do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada e Afins do Estado de São Paulo.

Está sendo comemorada pelo PT e o governo.
Blog do Noblat

Rizzolo: Bem, isso corrobora a opinião da maioria do povo brasileiro, quando me refiro à maioria, é a massa trabalhadora, o povo pobre da periferia, enfim aqueles que promovem a densidade eleitoral em número de votos. A falta de discurso da oposição, a falta de um caminho a ser demonstrado melhor do que o adotado pelo governo, faz com que resultados como este comecem a surgir. Serra está literalmente estagnado.

Lula: ‘Ninguém faz tudo em oito anos de mandato’

Por encomenda da CNT (Confederação Nacional dos Transportes), os pesquisadores do instituto Sensus foram, de novo, às ruas. Descobriram o seguinte: 1) entre fevereiro e abril, a aprovação ao governo subiu de 52,7% para 57,5%; 2) a aprovação à atuação de Lula, que já roçava as nuvens (66,8%), escala a estratosfera: 69,3%.
Descobriu-se mais: a maioria dos eleitores brasileiros apóia a permanência de Lula num terceiro mandato. Entre os 2.000 entrevistados, 50,4% declararam ser a favor do terceiro reinado. Uma minoria situada no patamar de 45,4% mostrou-se avessa à tese do poder longevo.

No mesmo dia em que os números voltaram a lhe sorrir, Lula disse, em Guarulhos (SP), do alto de mais um pa©mício: “Ninguém consegue fazer tudo em oito, nove ou dez anos.” Para evitar desvirtuamentos interpretativos, o presidente clarificou: “É preciso que a gente tenha um grupo de pessoas que assuma compromissos e que cada um faça mais do que o outro.”

Lula começou falando da gestão de Elói Pietá, o prefeito petista de Guarulhos. Elói Pietá (PT), que se desempenha o seu último mandato: “Nós agora temos que trabalhar para que quem vier no lugar do Elói faça mais que o Elói. Não pode fazer igual ou menos.”

Depois, o presidente inseriu a si mesmo no discurso: “Quem vier depois de mim… Só tenho que pedir a Deus para que seja uma pessoa mais abençoada que eu e faça mais que eu. Que olhe para os pobres mais que estou olhando.”

Em entrevista publicada na véspera, Lula classificara a pregação em torno do terceiro mandato de “uma coisa obscena.” A oposição, porém, continua com o pé atrás. O deputado José Aníbal (SP), líder do PSDB na Câmara, por exemplo, afirma: “O Lula já se definiu que uma metamorfose ambulante. Quem garante que daqui a pouco não estará dizendo e fazendo coisa diferente?

Blog do Josias
Rizzolo:
Numa democracia que se preze, a opinião do povo é a de maior valia. Muitas vezes me coloquei na posição de um interpretador de quais são as aspirações do povo brasileiro, se por um lado não é nada saudável um terceiro mandato, por sua vez a voz popular deve ser levada em consideração, até porque se houvesse uma proposta, uma mudança constitucional, que levaria a uma consulta popular, constataríamos o que nos diz a pesquisa.

Agora, Lula é um grande líder, fala a língua e o dialeto do povo. Encontrar alguém melhor para representar Lula, é tarefa difícil, mormente em se tratando do que existe aí, e o pior, esses candidatos apoiados por Lula me parecem com passado radical, e perigoso. E vejam ,não adianta “maquiar”, dar uma melhorada, passado é passado, ou foi conciliatório ou radical. Como se dizia antigamente a ” raposa perde o pelo, mas não perde a mania”, o resto fica para vocês pensarem. Leia também : Terceiro mandato, Roosevelt e o PT