Ameaça de bomba faz voo Rio-Paris com 423 a bordo pousar no Recife

Um avião com 423 pessoas a bordo – 405 passageiros e 18 tripulantes – que fazia o voo 443, Rio-Paris da Air France, pousou às 19h50 no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes, depois de ser informado, pelo Rio, de uma ameaça de bomba a bordo.

O avião pousou no Recife porque Guararapes era o aeroporto mais próximo capaz de receber o voo. O aeroporto chegou a ficar cerca de meia hora fechado, mas já retomou a operação normal.

Segundo informações de funcionários do aeroporto, os passageiros e tripulantes foram retirados do aparelho sem problemas.

Por volta das 22h40, o Boeing 747 estava sendo rebocado para uma área especial, onde seria submetido a uma busca minuciosa. Não há previsão de liberação da aeronave para prosseguimento do voo.

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Rizzolo: Muito embora se sabendo que houve uma falsa ameaça, com esta notícia fica patente que o acidente anterior pode ter sido motivado por atentado. A grande verdade é que não estamos seguros, e que o terrorismo internacional pode surgir desde um falso alarme até de um efeito real.

” Chega de corrupção e rolo, para deputado federal Fernando Rizzolo- PMN 3318 “

Marcha da maconha reúne duas mil pessoas no Recife

RECIFE – Em Recife, segundo os organizadores, cerca de duas mil pessoas participaram da Marcha da Maconha. Proibida por determinação judicial em pelo menos três cidades do País – São Paulo, Salvador e João Pessoa -, a manifestação foi realizada, pelo segundo ano consecutivo, nas ruas do Bairro do Recife, área histórica da capital pernambucana. No percurso palavras de ordem e músicas em favor da legalização da maconha. A Polícia Militar acompanhou a marcha à distância, com quatro viaturas. O clima foi de tranquilidade. No final do evento, durante os discursos – feitos em um pequeno palanque montado pela organização – algumas pessoas elogiaram a Justiça pernambucana.

Na semana passada, o Ministério Público de Pernambuco entrou com um pedido de proibição da marcha. O juiz Alípio Carvalho Filho, da 2ª Vara Criminal dos feitos relativos a Entorpecentes, entendeu que a proibição fere a liberdade de expressão e autorizou a realização do evento, com ressalva de que fosse acompanhado por autoridades policiais. No ano passado, a manifestação também aconteceu na presença de policiais. Na ocasião, também não houve registro de confronto.
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Rizzolo: Olha sinceramente, já existe um grande problema na sociedade em contornar os efeitos maléficos do alcoolismo que é quase um problema de saúde pública. Imaginem legalizar a maconha que, comprovadamente traz malefícios à saúde e a sociedade. A grande questão a saber a quem serve este tipo de manifestação. Aos viciados? Aqueles que querem explorar este nicho? Marchar para liberar a maconha é retroceder no aspecto de saúde pública, é lutar por algo que vicia e aliena, é conspirar para que o vício prospere em lugar da virtude. Nota zero para esta marcha.