Produtores querem convidar Serra a comer carne suína

RIBEIRÃO PRETO – Os produtores de suínos de São Paulo pretendem convidar o governador do Estado, José Serra, para um evento onde seja servido carne de porco como prato principal. O objetivo é tentar ratificar a segurança do produto, depois que passou a ser veiculado na internet, no portal de vídeos “YouTube”, trechos de uma declaração em que ele afirma que gripe suína é transmitida “dos porquinhos para as pessoas só quando eles espirram ou quando a pessoa chega perto do nariz do porco”. Serra fez a afirmação no dia 27 de abril, na abertura da Agrishow, em Ribeirão Preto (SP).

Desde então, vários vídeos editados apenas com a primeira frase, alguns até brincando com o fato de Serra ser palmeirense, cujo símbolo é um porco, lideram a preferência no YouTube. Não adiantou o governador paulista complementar e dizer que no Brasil não havia, à época, casos de gripe suína, que a transmissão era feita de pessoa para pessoa, que a doença era uma questão de vigilância sanitária e também que se houvesse um caso, o procedimento era isolar o doente. Até a tarde de hoje, o vídeo tinha mais de 60 mil exibições.

A repercussão fez com que a Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS) procurasse o deputado federal e ex-secretário de Agricultura de São Paulo Duarte Nogueira (PSDB-SP), que tem base em Ribeirão Preto (SP), onde Serra deu a declaração, para que ele intermediasse um encontro na tentativa de o governador desfazer a polêmica. “Eu liguei hoje para o secretário João Sampaio, ele ligou para o governador e ficou definido que um evento irá acontecer amanhã para resolver esse assunto e acabar com qualquer mal-entendido”, disse Nogueira à Agência Estado. A assessoria do governador informou que até o início da noite não havia nada programado sobre o tema na agenda de Serra de amanhã.
agência estado

Rizzolo: Eu pessoalmente acho engraçado esse convite. Na semana passada eu e a Claudia, fomos convidados a um jantar com Serra no Palácio dos Bandeirantes na comemoração de um ano do Instituto do Câncer. É impressionante seu conhecimento sobre doenças, e ele mesmo se diz um hipocondríaco. Agora este convite duvido que ele vai aceitar, já pensaram no provável ” efeito contaminação”? Serra provavelmente dará uma desculpa formal que no fundo terá um cunho de infectologia. Bem se até ele alega hipocondria podemos falar não é?

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Egito manda sacrificar todos os porcos do país por causa da gripe suína

O governo do Egito ordenou nesta quarta-feira (20) que centenas de milhares de porcos sejam sacrificados como medida de precaução por causa da gripe suína.

O movimento não deve prevenir a expansão do vírus H1N1, que já matou ao menos 7 pessoas no México e 1 nos EUA , uma vez que a doença é transmitida por humanos e não há registro de contágio nos suínos egípcios.

Mas o sacrifício de porcos, considerados impuros no conservador Egito, pode servir para tranquilizar a população.Os porcos são criados no país apenas pelas minorias cristãs.

Especialistas acreditam que uma pandemia de gripe poderia se espalhar rapidamente pelo Egito e ter efeito devastador no mais populoso país árabe, que tem a maioria de seus 80 milhões de habitantes concentrados no Vale do Nilo.
folha on line

Rizzolo: O extermínio de todos os porcos no Egito serve apenas para tranquilizar a população vez que a transmissão do vírus se dá de humano para humano. De qualquer forma, melhor seria nunca tê-los tido por perto e não ingeri-los; talvez então, não estaríamos diante de tal tragédia. Existe um antigo livro que preconiza o não consumo de carne de porco: a Bíblia, é só ler, acreditar, e agir enquanto é tempo. Não gosto de dar uma conotação religiosa a uma epidemia, mas sempre é tempo para refletirmos as nossas opções de vida e de alimentação.

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A Gripe Suína e a Humanidade

A fragilidade humana diante da natureza passa a ser assustadora quando nos deparamos com as novas doenças que surgem, principalmente aquelas relacionadas à infectologia. Na história da humanidade muitas foram as pestes que assolaram populações inteiras, e a problemática das epidemias sempre foi alvo de estudo da ciência e da medicina.

Os conceitos de transmissão das doenças contagiosas avançaram muito, e hoje podemos de forma clara constatar, a origem das doenças transmissíveis. Contudo vale salientar, que se avanços houveram em relação à pesquisa no campo da infectologia, no tocante as causas que propiciam o desenvolver das novas doenças, permanecem estas inalteradas, e de certa forma até potencializadas face ao abandono e ao abrandamento dos princípios básicos de fatores preponderantes e desencadeadores das propagações.

O aumento populacional, o estilo de vida, a ingestão maciça de carne animal, bem como a produção de grãos visando a criação cada vez maior de aves, suínos e bovinos – confinados estes, em grandes núcleos populacionais – nos remete a uma reflexão sobre esse meio de cultura perigoso, onde animais e seres humanos passam a ser atores biológicos, no desenvolvimento de novos tipos de vírus e bactérias.

Já no Antigo Testamento (Torah), as doenças contagiosas eram narradas com a descrição e a forma de prevenção, as quais surgiam dentro de um modelo religioso onde a caracterização das mesmas, continham conotações de estilo de vida, que esbarravam nos conceitos de alimentação e de obediência à Deus. Na verdade, a imposição das normas, vinham de encontro aos principais conceitos até hoje observados, no campo da infectologia e da saúde pública.

A gripe suína nos leva a uma profunda reflexão sobre a nossa relação com os animais, com a natureza, com o ecossistema, e acima de tudo sobre o fato de cada vez mais tornarmos o nosso hábito alimentar, num ato de paz em sintonia com natureza, e a crição divina, libertando assim os animais da triste missão covarde de fazê-los nos alimentar. Vamos libertar os animais, e quem sabe assim possamos nos libertar das pestes que nos aprisionam, e da triste violência sem limite contra os seres vivos da Terra.

Fernando Rizzolo

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Lula pede que não se faça “terrorismo” com gripe suína

Brasília, 28 abr (EFE).- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu hoje que todas as informações sobre a gripe suína sejam tratadas com “cautela” e exigiu que “não se faça terrorismo” com a doença, pois o país “está preparado” para enfrentá-la.

“Temos remédios para atender às pessoas e vamos fazer a fiscalização devida nos aeroportos”, declarou o presidente no Acre, para onde viajou hoje para se reunir com o presidente peruano, Alan García.

Segundo Lula, se trata de “um momento de cautela e prevenção, e não de fazer terrorismo”. Por isso, apelou à “responsabilidade” da imprensa, para que não se gere pânico no país.

Até agora, no Brasil o número de casos suspeitos está em 20 e foram localizados em Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Santa Catarina.

Essas 20 pessoas permanecem hospitalizadas e todas chegaram ao país nos últimos dias, procedentes de México ou Estados Unidos, com sintomas da doença.
folha online

Rizzolo: A grande questão é sabermos até que ponto a doença atingiu ou atinge o Brasil, e constatarmos a capacidade de atuação do governo no enfrentamento da doença. Como tudo no Brasil gera em torno de popularidade, e os números ainda são muito incipientes, estamos completamente na escuridão dos dados.

“A pior pandemia do século 20 aconteceu (…) em 1918 e também começou como uma pandemia relativamente branda que não chegou a ser muito notada na maioria dos lugares. Depois, ela se tornou uma pandemia bastante séria, um dos mais sérios episódios de doenças contagiosas já registrados”, como afirmou o Diretor-geral adjunto para segurança sanitária da OMS, Keiji Fukuda.

Bem melhor seria usarmos o termo cautela, em não afirmarmos que ” o Brasil está preparado”; até porque nem sequer sabemos quantos doentes existem; poderá haver pouco impacto ou muita infecção. É a marolinha desta feita agindo no campo da subjetividade, e atuando mais uma vez com força no fator popularidade. É o Brasil podendo incorrer numa triste ” marolinha suína “.

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OMS espera análise dos EUA de transmissão da gripe entre humanos

GENEBRA (Reuters) – A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta terça-feira que aguarda a confirmação oficial das autoridades norte-americanas de que o novo vírus da gripe suína se espalhou de maneira significativa entre pessoas, um sinal que pode indicar uma pandemia de gripe “iminente”.

A confirmação de que pessoas infectadas com o vírus em dois países estão transmitindo a nova doença a seus familiares ou contatos com frequência se enquadra nos critérios da OMS para declarar alerta de fase 5 em sua escala que vai de 1 a 6.

A agência das Nações Unidas elevou seu nível de alerta de pandemia da fase 3 para a fase 4 na segunda-feira, após o vírus se espalhar para a Europa.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) disse na segunda-feira que algumas pessoas que tiveram contato com pessoas em quem a gripe foi confirmada também estão apresentando sintomas semelhantes aos da gripe.

“Parece, e acho que ainda estamos aguardando uma confirmação final das autoridades dos EUA, mas parece que há vários casos em Nova York que parecem ser de transmissão de humanos para humanos”, disse em um briefing a jornalistas um porta-voz da OMS, Gregory Hartl.

Tal transmissão secundária do vírus é “provável”, disse ele a repórteres mais tarde, acrescentando: “Se tivermos uma confirmação dos Estados Unidos ou Canadá, poderemos passar para a fase 5.”

O comitê de emergência que recomendou a passagem para a fase 4 na tarde de segunda-feira — “um momento de virada”, segundo Hartl — não estava previsto para reunir-se na terça-feira. Mas seus especialistas podem ser convocados a qualquer momento para tomar decisões desse tipo.

Já houve casos em que pessoas contraíram gripe suína de porcos, mas a doença parou nelas. A gripe aviária ocasionalmente foi transmitida de uma pessoa para apenas mais uma pessoa, e então parou.

Mas a nova gripe H1N1 parece estar se disseminando além dessa cadeia limitada, e é isso o que preocupa a OMS.

DÚVIDA CENTRAL

Mais de 15 epidemiologistas da OMS foram enviados ao México para ajudar as autoridades desse país a combater os surtos do vírus na capital Cidade do México e duas outras áreas.

Até agora, segundo Hartl, 26 casos de gripe suína foram confirmados no México com exames laboratoriais. Sete dessas pessoas morreram.

“O que foi visto com essas pesquisas epidemiológicas é que provavelmente houve três ondas menores de transmissão de humanos para humanos e que agora há um crescimento dos casos suspeitos”, afirmou do México.

A OMS tem confirmação laboratorial oficial de um total de 79 casos do novo vírus da gripe suína em todo o mundo. Os casos confirmados incluem 40 nos Estados Unidos, 26 no México, seis no Canadá e um na Espanha.

O total oficial da OMS não inclui dois casos confirmados pelas autoridades britânicas, de um casal escocês que retornou de sua lua-de-mel em Cancún, no México, disse Hartl, nem casos anunciados pelas autoridades da Nova Zelândia e de Israel.

A OMS, sediada em Genebra, exige a notificação legal formal dos casos.

As autoridades mexicanas dizem que o novo vírus já matou 149 pessoas no México, mas ainda estão investigando.

Uma dúvida central é por que o México é o único país em que foram confirmadas mortes até agora, embora o índice de mortalidade venha sendo relativamente baixo em relação ao número de casos da doença. Em outros países os casos da doença têm sido brandos.

“Não entendemos por que a doença vem sendo mais grave no México”, disse Hartl.

“Será que ocorreu co-infecção? As pessoas podem estar infectadas com outras doenças, o que teria agravado a gripe. Talvez tenham imunossupressão. Talvez só tenham sido medicadas tarde demais, talvez a doença não tenha sido reconhecida.”

As autoridades de saúde também não sabem onde começou o vírus, que possui elementos de gripe aviária e gripe humana.

Até agora, todos os casos suspeitos e confirmados de gripe suína no surto atual envolveram a contaminação por outra pessoa, diferentemente dos casos de gripe aviária em humanos, que em sua maioria envolvem contato com aves infectadas.
folha online

Rizzolo: A situação é preocupante e os dados não confirmam uma melhora. A grande questão é a forma letal do vírus no México. Provavelmente, deve haver alguma relação com a predisposição do organismo, como falta de uma boa alimentação e o clima. É comum relacionar o início de uma epidemia com uma maior virulência, e depois de certo tempo, geralmente o vírus se torna mais brando. O Brasil na verdade, não está preparado para enfrentar esta doença, essa é a verdade que deveria ser dita pelas autoridades.

De qualquer forma o curso da doença evolui e a observação nos centros de diagnósticos continuam. Só uma observação que deveria ser avaliada: há muito se sabe que porcos são animais perigosos do ponto de vista da infectologia, não sou médico mas aprendi que porcos não são animais saudáveis para os humanos ingerir, e isto já está recomendado no Antigo Testamento ( Torá ).

E tudo nesta doença, começou nos porcos. Não gosto de dar conotação religiosa a uma eventual pandemia, mas vale a pena repensar o estilo de vida das pessoas que ingerem carne animal, não respitam o planeta, fazem da alimentação um ato de violência contra os animais, e não ainda não acreditam nas recomendações de um livro muito antigo e conhecido chamado Bíblia. É só ler.

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Cachorro mais rico do mundo tem conta em banco com U$ 372 milhões

Gunther IV recebeu a fortuna de outro cachorro, o seu pai Gunther III. No segundo lugar da lista estão os cães da apresentadora americana Oprah Winfrey. Quando Oprah morrer, eles receberão US$ 30 milhões de sua fortuna

Um pastor alemão com fortuna avaliada em US$ 372 milhões. Este é o Gunther IV, que de acordo com o website Bankling, é o cachorro mais rico do mundo. O dinheiro vem de família. É herança de seu pai Gunther III. Além de rico, o cãozinho parece ser um bom negociador: no ano 2000, comprou uma casa da cantora Madonna por 5 milhões de libras.

No segundo lugar, estão os cães da apresentadora americana Oprah Winfrey. No testamento da estrela há uma condição especial para os bichinhos: US$ 30 milhões serão depositados na conta deles (sim, eles têm conta corrente) .

O site também listou os gatos mais ricos do mundo e em primeiro lugar ficou Tinker. O animalzinho visitava constantemente uma viúva chamada Margaret Layne. Por causa desta lealdade, ganhou uma poupança de US$ 226 mil e uma casa, avaliada em US$ 800 mil.
Época online

Rizzolo: Alguns podem estar perguntando: Mas porque as pessoas deixaram suas fortunas a estes animais? As explicações são muitas; o cão é um animal por excelência com atributos que jamais um ser humano poderá tê-los. O despojamento das coisas materiais, a fidelidade, o companheirismo, e por mais que seu dono o despreze, sempre está ao seu lado. É claro que num mundo cada vez mais competitivo, egoísta, e materialista, tornam esses animais seres especiais.

O mais bonito é que mesmo sem nenhum dinheiro, se caso perdessem tudo que possuem na Bolsa de Nova York, continuariam amando seus donos, lambendo-os e muitos morrem na falta deles. Estes são os cães, companheiros do homem, bem diferente dos humanos.

” Chega de corrupção e rolo, para Deputado Federal Fernando Rizzolo, PMN 3318 “

Labrador Tubby é campeão de reciclagem

Cachorro recolhe garrafas plásticas em suas caminhadas diárias no País de Gales.

Um labrador chamado Tubby ajudou a reciclar 26 mil garrafas de plástico em seis anos no País de Gales, segundo estimativas de sua dona, Sandra Gilmore.

Em suas duas caminhadas diárias, o labrador recolhe, em média, seis garrafas encontradas no chão, antes de esmagá-las com a boca.

Tubby entrega todas as garrafas para sua dona, que mora no condado de Torfaen, sudeste do País de Gales, que as leva para serem recicladas.

“Fico feliz de ele ter um nariz farejador para garrafas, e não ossos”, disse o parlamentar local John Cunnigham.

“Ele desenterra as garrafas em qualquer lugar e se enfia embaixo de arbustos e até dentro d’água para pegá-las”, disse a dona, de 51 anos.

“Eu gosto de fazer a minha parte, reciclando o máximo que posso – o Tubby me ajuda a fazer um trabalho ainda melhor.”

“O Tubby deve ser o cão reciclador mais dedicado e verde das redondezas”, completou.

Gilmore acredita que seu cão de estimação é atraído pelas garrafas por causa do barulho que elas fazem quando ele as esmaga.

Apesar de elogiar a reciclagem de Tubby, Gilmore diz que o hábito, às vezes, pode ser irritante.

“Muitas vezes sobrou algum líquido no fundo das garrafas que ele traz para casa, e ele se espalha por toda a parte”, afirma.

Globo

Rizzolo: A cada dia a gente se surpreende mais na capacidade que um cão tem de ajudar o ser humano nas tarefas mais nobres, quer seja ajudando um cego, alegrando uma família, fazendo companhia a um solitário, e agora, imaginem, ajudando a reciclagem.

Temos que ter amor aos animais, o mundo se se tornará mais humano quando tornarmos o hábito de se alimentar, num ato de paz não de violência, de não agressão, ingerindo cada vez menos carne. A maior parte da produção de grãos no mundo serve à alimentação dos animais que serão abatidos. Comendo menos carne, conseqüentemente sobrará mais grãos para saciar a fome da humanidade. Pense nisso. Seu corpo e seu espírito agradecerão. Leia artigo meu: Um cão chamado Kalev, bem perto do coração

Cachorros demonstram ‘inveja’ e ‘ciúme’, diz estudo

LONDRES – Cachorros podem farejar situações injustas e apresentar uma emoção simples similar à inveja ou ciúmes, relataram pesquisadores austríacos na segunda-feira.

Cães zangaram-se e recusaram-se a “cumprimentar” outros cachorros que ganharam prêmios, caso eles não ganhassem também, disse o psicólogo de comportamento animal Friederike Range, da Universidade de Viena, que liderou o estudo sobre emoções caninas.

“É um sentimento ou emoção mais complexa do que normalmente atribuiríamos a animais”, disse Range.

O estudo, publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, também mostrou que os cachorros se lambem ou se coçam e agem de modo estressado quando se vêem sem os prêmios dados a outros cachorros.

Outras pesquisas já haviam mostrado que os macacos geralmente expressam ressentimento quando um parceiro recebe uma recompensa maior por executar uma tarefa idêntica, desferindo golpes ou ignorando o que percebem como uma recompensa inferior.

Em uma série de experiências com diferentes raças de cachorro, os pesquisadores observaram como dois animais sentados lado a lado reagiam a recompensas desiguais após dar a pata ao pesquisador.

Os cachorros não premiados lamberam a boca, bocejaram, coçaram-se, mostraram outros sinais de estresse e pararam de executar a tarefa, afirmou Range.

Para demonstrar que isso não era apenas por que os animais não ganhavam comida, os pesquisadores então testaram os cachorros sozinhos e descobriram que, nessa situação, os cães invejosos cooperavam por mais tempo antes de parar.

“Realmente diz respeito à distribuição desigual da recompensa”, disse Range. “Se fosse apenas frustração, eles parariam ao mesmo tempo.”
Agência Estado

Rizzolo: Os cães estão a cada dia estão se humanizando mais. Isso nos faz refletir o quanto devemos aos animais, que possuem tammbém verdadeiros sentimentos como os seres humanos. Em especial aos cães, a humanidade a eles deve muito. Muito alegam que sou um pessoa religiosa e ingênua, mas quando observamos o comportamento dos seres vivos, vemos refletida a imagem de Deus. Leia artigo meu : Um cão chamado Kalev, bem perto do coração

A janela do quarto e a mulher que orava

Olhava fixamente pela janela, era um olhar distante e pensativo, lá fora o asfalto úmido e frio, dava a impressão que aquele quarto de um antigo hotel em Nova Iorque me convidava para permanecer por lá mais tempo, e tomar um outro café. Afinal de contas, nem sequer tinha naquele dia, e até aquela hora, feita minha reza da manhã. Por aquela janela antiga e de tamanho descomunal com as modernas, fixei meus olhar na rua vendo o movimento dos carros e procurava entender: Aonde estava Deus naquela manhã que eu não o encontrava?

Por mais que eu me concentrasse não conseguia conectar-me
Com Deus. Tentava, mas as idéias me roubavam a concentração. Cheguei a temer por certo momento, que Ele havia decidido definitivamente se ocultar de mim, e que aquele dia era o início de uma percepção de que o Grande Arquiteto do Universo tivesse enfim virado suas costas a mim.

Resolvi então, cumprir meu ritual daquela manhã de forma simples, apenas pronunciando as palavras, afinal tinha ainda naquele dia, muitos compromissos em Manhattan e no Brooklyn, aquele bairro judaico que todos conhecem. Já por volta do meio-dia, resolvi como sempre, ir a um restaurante vegetariano, muito embora sabia que alimentação vegetariana num bairro judaico, um reduto casher, encontraria eu certa dificuldade. Imaginei talvez que poderia descobrir algo judaico e vegetariano, mas a tentativa de algo que conciliasse as duas cozinhas, foi em vão.

Foi quando então um chinês de estatura menor do que um chinês comum, de forma gentil me apontou para um restaurante ao lado de uma igreja presbiteriana que destoava daquele mundo judaico do bairro. O clima aconchegante cheirava a incenso com uma mistura a odores de ervas exóticas, tudo envolvido num clima indiano. A proprietária, uma americana que morou muitos anos na Índia, era uma vegetariana inveterada, algo comum em Nova Iorque.

Mais que depressa procurei um lugar ao canto, pedi meu prato e comecei a observar as pessoas que ali freqüentavam. Ao meu lado sentou uma mulher de origem irlandesa, olhou o cardápio e pediu seu prato. Seu rosto era claro e sua estatura alta, seus olhos castanhos tinham algo de ingenuidade, uma ingenuidade irlandesa dessas do campo, daquelas trabalhadoras filha de pastores. Ao chegar seu prato, postou-se de uma forma rígida à mesa, e com as mãos fechadas levadas entre os olhos, começou a orar sobre seu prato. Acompanhei aquele gesto de forma discreta, e constatei que após a oração, sentia ela ao iniciar a sua refeição, certa satisfação para com Deus.

Naquele instante já tinha terminado meu almoço. Levantei-me pensativo, tomei um táxi, e no trajeto a outro compromisso comecei a me questionar: Quantas formas existem de se chegar a Deus? Provavelmente aquela mulher que orava naquele instante, nem sequer havia procurado por Deus pela manhã, como eu havia feito em vão, mas o encontrava ao olhar os alimentos, de uma forma simples, assim como os judeus ortodoxos o fazem com as “brachot” (bênçãos). Mas não seria muito? Pensei com um ar de quem já procurava Deus em “horários nobres”, e estava liberado. Para que precisava eu, além de rezar pela manhã, lembrar Dele também nas refeições?

Foi quando senti algo dentro de mim maior que meus questionamentos. A imagem da mulher que orava havia se fixado muito na minha mente, seu gesto hábil, firme, em se colocar para a oração diante dos alimentos me impressionou. Havia sentido que Deus estava com ela de forma iluminada naquela oração, e isso era claro até pela respiração dela ao finalizar a prece. Ela havia se conectado daquela forma e do seu jeito, e eu pela manhã não havia conseguido pela forma convencional, que entendia ser a única.

Ao voltar ao Hotel, já anoite comecei a ler os livros judaicos sobre as bênçãos aos alimentos e descobri que ao orarmos antes de ingerirmos os alimentos, os energizamos e o alimento passa a ser um alimento também para a alma. Naquela mesma noite exercitei o novo ato sagrado; desci até o restaurante do Hotel, e pedi um sanduíche, ao chegar, olhei para meu alimento de uma forma diferente, a agradecer a Deus por aquele momento a enxerga-lo como algo criado por Ele, energizando-o de alguma forma, tornando-o um alimento também para a alma. Foi quando então senti Deus ao meu lado, ele reapareceu para mim de uma forma diferente, numa relação entre a matéria alimento e a oração, o link foi o alimento, uma matéria criada por Ele e lembrado por mim por sua criação.

Do outro lado do salão do Hotel, havia um cego com cão guia labrador, que olhou para mim como se rindo estivesse. Cheguei ao cego e perguntei o nome daquele lindo cachorro, e sorrindo me disse: Kalev.

– Kalev ? – exclamei !

– Sim Kalev – disse ele.

– O senhor sabe o que Kalev em hebraico? – me perguntou ele.

– Sim, respondi, Kalev é a palavra cão em hebraico, e significa “perto do coração”.

O cego com um sorriso complementou.

– O Kalev me acompanha em tudo que faço, quando rezo sinto ele pensar em Deus também, e isso me ajuda. – disse ele, alisando seu o cão companheiro que lambia suas mãos.

Olhei para baixo, balancei a cabeça, dei um leve sorriso, e subi. Cheguei frente à janela do quarto, olhei para a rua e pensei: Muitas são as formas de encontrar Deus, e muitas são as formas dele conversar conosco. Pode ser através da oração, de um quarto de hotel, num restaurante, num alimento, ou num simples olhar de um cão chamado kelev.(aquele que está sempre perto do coração)

texto de Fernando Rizzolo

Tenha um sábado feliz e uma semana de paz !

Obs. Leitores, agora temos o domínio próprio: http://www.blogdorizzolo.com.br